Cristiany de Castro explica origem do auxílio de R$ 600 para trabalhadores

Benefício será destinado a autônomos, informais e sem renda fixa, para compensar surto de coronavírus

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A secretária executiva da Frente Parlamentar Mista em Defesas das Apaes, Cristiany de Castro, recebeu a confirmação de que o Senado Federal votará nesta segunda-feira (30) o pagamento de um auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. 

O projeto de lei é do deputado Eduardo Barbosa, de Minas Gerais. O deputado é uma pessoa engajada na causa da inclusão social, seja dos deficientes, seja das pessoas em risco social, assim como da causa das pessoas que não têm renda.

Eduardo Barbosa foi presidente da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais, trabalhando intensamente pela defesa dos interesses das pessoas com deficiência.

Continuando seu trabalho, ele é o vice-presidente da Frente Parlamentar Mista que defende as Apaes e defende os direitos das pessoas com deficiência. "É esse trabalho que nos aproxima", diz Cristiany de Castro, com intensa atuação no Estado de São Paulo pela causa da inclusão social.

Segundo ela, não só na causa da inclusão trabalha o deputado Eduardo Barbosa. Ela diz que ele se preocupa em estabelecer uma renda mínima mensal para as pessoas que não têm trabalho fixo.

"Ele foi um batalhador para aumentar a renda familiar para se ter acesso ao Benefício da Prestação Continuada, que vai pagar um salário mínimo para as pessoas com deficiência e outras que não têm nenhuma renda".

Cristiany de Castro diz que assim tem de ser a linha de atuação de todos, parlamentares ou não, a favor da sociedade. "Nosso objetivo é diminuir a desigualdade social, tão injusta que chega a ser imoral", afirma.

Ela explicou que o projeto do deputado Eduardo Barbosa já estava tramitando no Congresso e foi o melhor para ser adaptados aos tempos de crise da saúde e da economia.

Diante da importância e necessidade do repasse de R$ 600 a R$ 1.200, por 3 meses, aos trabalhadores autônomos, o Senado votará o projeto em nome do povo brasileiro nesta segunda-feira (30), por meio da votação a distância.

O auxílio é voltado aos trabalhadores informais (sem carteira assinada), às pessoas sem assistência social e à população que desistiu de procurar emprego.

A medida é uma forma de amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica causada pela disseminação da covid-19 no Brasil. O auxilio deverá ser distribuído por meio de vouchers (cupons).


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