Competências 1

Postado em: - Atualizado em:

Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Posso falar de diversas competências que o trabalho voluntário pode nos proporcionar, mas quero detalhar e explicar uma a uma por isso farei uma série delas, tentando apresentar de forma simples e prática de como estas competências são incorporadas a nós através do trabalho voluntário.

Inicialmente vamos ao esclarecimento do que significa competências: Competência é o substantivo feminino com origem no termo em latim competere que significa uma aptidão para cumprir alguma tarefa ou função. Também é uma palavra usada como sinônimo de cultura, conhecimento e jurisdição.

Em muitos casos, esta palavra indica um atributo legal de um juiz ou funcionário que revela a sua capacidade de julgar uma determinada causa.

Também pode indicar aptidão, conhecimento ou capacidade em alguma área específica. Ex: Nas suas viagens pelo mundo ele adquiriu várias competências linguísticas.

Competência e habilidade são dois conceitos que estão relacionados. A habilidade é conseguir pôr em prática as teorias e conceitos mentais que foram adquiridos, enquanto a competência é mais ampla e consiste na junção e coordenação de conhecimentos, atitudes e habilidades.

Capacidade para gerar relações colaborativas

Essa é a capacidade mestre do voluntariado, fazer com que estas relações possam ser de ganha-ganha, criar vínculos de ajuda mútua, sempre pensando no ganho coletivo. O momento pelo qual passamos, pede isso como nunca que as pessoas se organizem e atuem conjuntamente para o cuidado social.

Este modelo de atuação não serve só para as pessoas, negócios que não fizerem isso, não vão sobreviver à crise do Covid. Empreendimentos sociais, ou não, precisam de sua rede de colaboração. É um pré-requisito e os voluntários podem trazer isso, de forma muito natural, para dentro das corporações e dos núcleos sociais. Para o voluntariado isso é natural, você entra em um grupo e rapidamente está atuando em rede, colaborando com outras redes ou grupos para que se efetivem os trabalhos necessários para determinada causa. Portanto um aprendizado natural e prático desta competência.