A educação para o engajamento social

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Já tratei do tema educação aqui em minha coluna em outros momentos, mas quero voltar ao assunto visto sua importância ainda não acatada pela educação brasileira, de educar para o protagonismo e para o engajamento social.

Formar o aluno para as questões fundamentais da educação formal, este é o papel principal da escola, valores é com a família. Agora colocar a formação para o protagonismo e o engajamento pode ser uma grande sacada para as escolas, visto ser um tema transversal que permeia todas as outras matérias de forma que pode ser tratada durante todo o tempo sem atrapalhar ou aumentar a carga horária já prevista.

Trabalhar o engajamento traz mais conteúdo e diversidade para a sala de aula, promovendo aos alunos um aprendizado mais prático e ganhos incalculáveis na aquisição de habilidades que não se encontra em livros.

Mas o que nós podemos fazer por este assunto além da minha parte de escrever e a sua de ler? Simples, podemos começar a pedir para as escolas de nossos filhos ou parentes, passem a ter o engajamento social ou voluntariado, como matéria complementar.

Um só pedindo, as escolas não darão atenção, mas se vários pais começarem a fazer tal solicitação, tenho certeza de que as escolas vão pensar no assunto.

Certo, é uma utopia ainda, mas quando tomarmos consciência de nosso poder e da importância do engajamento social, tenho certeza de que esta utopia deixa de ser.

Engajamento social um assunto que ainda não pegou, mas com nosso engajamento será possível tê-lo mais acessível e assim mais pessoas saberão da importância dele para nosso desenvolvimento como sociedade.


Ano novo vida nova!!! SQN

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business, Líder Internacional de Yoga do Riso e Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana. www.robertoravagnani.com.br

Todos esperando o novo ano, e aqui está ele, com todos os 366, quero dizer um pouco menos, pois já se passaram alguns dias, mais ainda são muitos e únicos para nossas vidas. O que mudou de verdade? Cá entre nós, nada mudou a não ser o ano no calendário e espero que o ânimo para recomeçar a busca por seus objetivos novos ou antigos, não importa.

E eu estou aqui, mais um começo de ano para retomar o assunto que gosto e do qual sei falar que é voluntariado, cidadania e responsabilidade social.

Assuntos que normalmente você não ve por ai de forma natural, mas meu empenho é para que cada vez mais tenhamos este assunto como cotidiano e não especial.

Este ano começou de uma forma bem ativo no meu caso, pois já tenho várias participações marcadas em eventos, congressos e seminários, no estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, México, isso só no primeiro semestre e trabalho com outras oportunidades para o segundo, isso mostra que o trabalho não tem sido em vão, que trabalhando e investindo tempo e talento o assunto vai se popularizando, ainda não é futebol e nem vai chegar a ser, mas sei que mais gente cada vez mais fala do assunto e me convidam para falar.

Por que investir tempo, talento e até recursos para isso? Pois bem a resposta é simples, vale a pena ter mais gente engajada e consciente de suas responsabilidades perante a sociedade, com certeza teremos mais paz, mais saúde, mais segurança e um lugar melhor para viver. Utopia? Um pouco talvez, mas crença que é possível através do engajamento social das pessoas, sem títulos, sem marcas, sem rótulos, pessoas querendo ver pessoas melhores. Mas para isso precisamos ter pessoas mais educadas no sentido de cidadania, não de educação formal, que é importante também, mas não é só isso que resolveria.

Vamos falar de voluntariado pelos 4 cantos do mundo, conto com vocês para isso.​


Bom novo ano

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Todos com grande disposição para pegar pelos chifres este novo ano e fazer com que ele possa ser o melhor de suas vidas?

Ouvi um sim generalizado. Que bom.

Então que tal começar a colocar tudo o que quer fazer em uma lista? Sim as listas são boas para que possam nos nortear, para não ficarmos vagando pelo ano sem uma direção.

Ao fazer a lista não esqueça de colocar atividades físicas, cuidados com a saúde e suas ações voluntárias, pois se não estiverem na lista, provavelmente só serão lembradas no final do ano novamente.

Escreva lá: Vou fazer uma atividade voluntária. Pode ser genérico assim pois ainda não definiu e nem havia pensado nisso, estou eu aqui me intrometendo na sua lista de ano novo, mas espero que me perdoe por esta intromissão, pois ela é para uma boa causa, você.

Sim tenho que lembrar que quando realiza uma atividade voluntária o primeiro atendido é você que realiza e isso é perfeitamente correto, pois somente grandes personalidades de nossa história dedicaram suas vidas em prol do próximo sem buscar na da para sua própria e aqui entre nós, ainda estamos longe de figuras como Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Gandhi, Chico Xavier, entre outros, portanto ainda precisamos ter um benefício para que possamos nos mover, e não estou falando de benefícios materiais como pagamento.

Portanto quando for colocar este item na sua lista e quando for tratar dele na resolução, pense em fazer algo que te de prazer, que faça você se deslocar com vontade para realiza-lo, algo que te mova para aprender mais, e que de quebra fará muito bem a alguém. Experimente várias ações se não conseguir fazer isso de forma mental, vá a várias organizações e diversas atividades, sinta qual delas te dará vontade de voltar e ficar para chamar de sua. Assim você fará o bem, receberá o bem e o melhor vai promover a esperança e o desejo de mudar o mundo com as próprias mãos. Todos podemos, basta desejar e se mover. Bem-vindo novo ano, bem-vindo novas decisões e ações.​


Depois do dia de hoje...

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

...de verdade tudo continua como d’antes no quartel de Abrantes. Velho dito popular que tem muito de verdade. Salvo a mudança no calendário nada muda, continuamos com muitos desafios, muitas coisas para fazer e para refletir.

O trabalho voluntário é uma destas coisas, muitos o fazem agora no final e no começo do calendário, mas a grande maioria, e isto não é achismo é pesquisa, não faz nenhum tipo de ação durante todo o calendário.

Alguns dizem não ter aptidão, o que julgo mera desculpa pois se pode fazer trabalho voluntário até mesmo morto, é isso mesmo, morto. Com grande alegria recebemos a notícia que no Rio de Janeiro, bastemos um novo recorde nas doações de órgãos pós morte, fantástico, não que as pessoas tenham morrido mas que tenham se tornado voluntárias neste momento de dor para as famílias, mas nesse momento ele o morto desejou ajudar a muitos, pois normalmente pode se ajudar até 07 outras pessoas com suas doações.

Outro tipo de doação que nesta época desaparece, ao contrário de outras, é a doação de sangue, apesar de se chamar doação de sangue é classificada como trabalho voluntário, pois necessariamente você doa seu tempo para esta ação. Na época de festas, muitos acidentes, muitos necessitados de sangue, mas poucos doadores, exatamente pelo mesmo motivo, muitas festas.

Percebam que aqui nos dois exemplos não exclui i=ninguém da possibilidade de ser voluntário, sim existem restrições para ambas as atividades, mas aqui vou me ater a possibilidade maravilhosa de salvar vidas, literalmente com uma ação voluntária. Pense nisso e deixe de falar que não tem aptidão para ser voluntário, pode não ter vontade e eu te respeito por isso, mas por falta de aptidão com certeza não é.

Comece e termine o seu ano com boas ações, certamente ele será um ano diferente e você o verá com outras cores.

Acredite, ele vai ser bem melhor. Feliz ano novo e muitas alegrias em sua vida.​


Acordar

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Edit

​​Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Todos os dias acordamos e temos a dádiva de acordar, qual será o nosso primeiro pensamento? Eu sei o meu, ou melhor as vezes eu sei, as vezes acordo sobressaltado por ter algo para fazer imediatamente ou as vezes acordo sem pensar em nada e algumas vezes acordo sabendo que tenho uma missão, a de crescer e fazer outras pessoas crescerem também.

Crescer é uma tarefa difícil, pois exige compromisso, técnica e muita dedicação, as vezes pode ser sofrido, outras vezes passa desapercebido, mas o importante é não desistir e crescer.

O trabalho voluntário faz parte deste crescimento, quando acordo e sei que posso fazer a diferença na vida de muitas pessoas e no meu crescimento isso me deixa muito mais fortalecido para acordar e viver a diferença.

E você acorda por que, pelo que? Tem uma causa para chamar de sua? Sem contar a causa natural que é acordar para trabalhar e prover o seu sustento e quiçá de sua família, mas qual é o seu verdadeiro motivo para acordar.

Sei que pode parecer estranho a pergunta, mas acordar todos os dias para buscar a sobrevivência, apesar de nobre e difícil nos tempos atuais, talvez não te motive o suficiente para tentar mudar esta situação, quem sabe com outra causa que tome um pouco do seu tempo e talento e principalmente de seus pensamentos, você acorde mais criativo, acorde mais disposto a mudar o mundo através desta causa.

As causas nos provocam a isso, a sair da zona de conforto e buscar soluções ou ao menos amenizar as consequências dela.

Quando temos uma causa a mais, temos mais trabalho, mas o resultado em todas elas, na sua vida pessoal e nas causas, podem ser infinitamente melhores. Pense nisso amanhã quando acordar se não cabe uma causa nos seus pensamentos da manhã, quem sabe no dia seguinte você acordará com mais brilho nos olhos e vontade no coração.​


Gratidão

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Não existe uma data para agradecer, na verdade todo dia deveria ser dia de dizer, “eu agradeço”, sim temos muito o que agradecer todos os dias.

Eu quero agradecer a todos que de alguma forma se voluntariam em todas as partes do mundo e pelas mais diversas causas. Quero agradecer também a cada um dos meios de comunicação que tem dado espaço para minhas colunas, estas escritas, as faladas e as em vídeo.

Pode parecer pouco, mas estes espaços são fundamentais para “contaminar” mais e mais pessoas com este assunto e fazer com que pensem nas possibilidades de ajudar o próximo e o mundo a ser um lugar melhor.

Não é por ser dezembro ou final de ano, o agradecimento é sincero e atemporal, este mesmo texto pode e deverá aparecer em outros momentos e sempre será um agradecimento especial e necessário, pois poucos são os meios de comunicação que se interessam por formar seus leitores e não somente informar.

A mídia tem importância fundamental na formação da sociedade, mas muitos ainda insistem em somente informar.

Espero continuar tendo este veículo como parceiro e que venham outros para transformar o assunto engajamento social em corriqueiro e que nunca precise ser olhado como algo surpreendente, tema que todos possam compartilhar como natural do nosso dia-a-dia.

Como em meus programas de rádio, hoje quero aqui me parafrasear, com a palavra de hoje sendo gratidão, pelas conquistas e pelos fracassos e que possamos todos juntos fracassar para aprender e vibrar com o sucesso conquistado.

Continuemos na justa batalha por um mundo melhor para todos.​


Calendário

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br


Calendário é uma coisa engraçada, que exerce um grande poder em nós seres humanos. Estamos no último mês do calendário do ano de 2019. O calendário seria uma aula interessante de história, mas vou me limitar a sua criação inicial e ao da forma como o conhecemos ou quase assim.

As pesquisas indicam que o primeiro calendário surgiu na Mesopotâmia, por volta de 2700 a.C., provavelmente entre os sumérios, e foi aprimorado pelos caldeus. O calendário possuía 12 meses lunares (entenda o sistema Sol-Terra-Lua), de 29 ou 30 dias, e serviu de base para o adotado pelos judeus.

O calendário conforme conhecemos foi criado em 1582, o Papa Gregório XIII, aconselhado pelos astrónomos, decretou pela bula Inter gravíssimas que quinta-feira, 4 de outubro de 1582 seria imediatamente seguido de sexta-feira 15 de outubro para compensar a diferença acumulada ao longo de séculos entre o calendário juliano e as efemérides astronómicas.

Após este pequeno apanhado histórico, voltamos aos dias atuais, falando novamente sobre o poder que ele exerce sobre nós, todos se baseiam nele e ao chegar determinadas datas corremos para fazer algo pois elas nos remetem a comemorações, lembranças e o mundo capitalista nos faz comprar coisas em datas especificas. Isto posto, lembro-lhes que o natal está próximo e o ano de 2020 também, como se algo catastrófico fosse acontecer na virada da folha do calendário, todos correm para refazer ou fazer aquilo que deveriam ter feito nos últimos 12 meses e se preocupam com aquilo que poderiam ter se preocupado nos últimos 365 dias do ano, como por exemplo o trabalho voluntário ou a caridade para alguns e para outros a filantropia.

Que tal esquecer um pouco o calendário e ter preocupações legitimas durante o ano todo e ações eficazes também durante o ano todo?

Pode parecer que vai dar trabalho o ano todo, mas você pode ter um outro olhar, o de que se você fizer pelo ano todo, no final dele não terá que fazê-lo de forma assoberbada, não é uma vantagem?


Nosso dia está chegando

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Dia 05 de dezembro é o dia internacional do voluntariado. Portanto é nosso se você é um voluntário, se não é, não tem problema, pode comemorar junto conosco que será muito bem-vindo.

Isso é uma das dezenas de coisas que me atraem no voluntariado, é uma das poucas atividades, eu não conheço outra, que é praticada por todas as religiões, todas as raças, todos os gêneros, todos os partidos políticos, ateus, apolíticos, todas as classes sociais e culturais e por praticamente todas as idades. Não é incrível, é uma união total, sem qualquer tipo de discriminação. Lógico que como tem “as pessoas” envolvidas no processo, temos sim os desvios de conduta, mas que no geral passam desapercebidas, pois a grandiosidade das obras feitas pelos voluntários do mundo todo está acima dessas “picuinhas” que são geradas de vez em quando. Chamo-as de picuinhas, não pelo que são, mas por quem são geradas, normalmente pessoas que ainda não descobriram o prazer de fazer o outro feliz com sua atenção e cuidado.

Quer melhor exemplo do que este para nossa população, nossas crianças, para os políticos, governantes, enfim para todos, um exemplo de congraçamento que nem mesmo as melhores datas comemorativas nos trazem, o natal é divergente em algumas religiões, o ano novo chega em data diferente para os chineses, pascoa também tem significado diferente para muitos, carnaval é uma marca muito brasileira, entre outras comemorações que não são universais. O voluntariado é universal, é entendido da mesma forma em todos os cantos do mundo. Me repito, deveria ser o modelo adotado pelos governantes do mundo todo, unificação de propósitos, o bem do mundo.

Vamos fazer nossa parte e continuar semeando esta compreensão por onde andarmos e tentar fazer com que os não “convertidos” possam se sensibilizar por uma causa para chamar de sua. Por favor o “convertidos” é só uma brincadeira, não pertencemos a uma seita ou corrente ou qualquer coisa assim.

Plantamos o bem pelo mundo afora, ajude-nos a plantar e todos colheremos juntos os frutos.


Vem chegando o natal

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Vem chegando a época que todo mundo fica bonzinho, caridoso, emotivo com as causas sociais. Aquela criança que esta na rua desde sempre e a vemos quase todos os dias no nosso corre-corre e não damos atenção, nesta época é motivo de pesar vê-la ali naquela situação e imediatamente nos vem a mente o que poderíamos fazer e assim cria-se mais um movimento pelas crianças de rua, ou pelos cachorros abandonados que não terão um ossinho no natal ou pelos velhinhos nos asilos que não receberão visitas.

O que seria destas pessoas se não fosse o natal? Quem criou tudo isso, você chame como quiser, pensou em tudo mesmo, pois muito se cria nesta época de maior sensibilidade e muito se acaba antes do carnaval, mas muitos trabalhos perduram e realmente se tornam ajudas efetivas durante todo o ano, que deveria ser o normal, pois elas ficam nas ruas o ano todo, passam fome o ano todo, precisam de roupa o ano todo, de atenção o ano todo. São 365 dias por ano de oportunidades para cuidar do nosso próximo ou do meio ambiente, mas muitos precisam de um natal para lembrá-los.

O saudoso Betinho, com tive a honra de trabalhar, criou o natal sem fome, este que vos escreve sem a pretensão de ser lembrado como tal, na minha doce imaginação, vou criar o ano sem fome. Que tal?

Um ano inteiro para todos se preocuparem com esta questão, sem o envolvimento governamental que já vimos que não tem capacidade de gerir um negócio sem ter a maldição da corrupção por perto rondando e assombrando tudo o que faz.

Pode levar na brincadeira, mas a preocupação é séria e necessária de ser levada a cabo, o trabalho voluntário pode, quando bem orientado, eu diria sem medo de errar, acabar com esta situação.

Acabar com a fome, sem distribuição de dinheiro, mas de condições, sem dar esmolas mas dignidade e educação (não a formal), sem duvidas que o trabalho voluntario é um grande resolvedor de problemas quando pensado o ano todo. Vamos pensar nisso juntos?​

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.

Ser & Ter

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br

Poderia ser o nome de uma loja, de um site, de um blog de qualidade de vida, mas não é, até onde eu saiba, este na verdade é o grande dilema de nós seres humanos, falíveis que somos, todos os dias.


Muitos tem pregado o SER na contramão do mercado e do sistema em que vivemos que para qualquer lado que olhemos tem algo nos impulsionando para  TER isso  ou aquilo, até mesmo coisas inúteis que não farão a menor diferença em nossas vidas, mas a intenção é que tenhamos e agora a moda é se você tiver algo terá uma experiencia.

Na maioria das vezes que compramos algo nossa experiencia é de pagar e levar para casa em alguns momentos já passou o prazer e muitas destas coisas ficara de lado ou será parcialmente utilizada. Quem aqui já utilizou tudo o que as novas TV’s oferecem de opções que elas trazem incorporadas?

Este é um exemplo entre tantos outros que poderíamos citar, mas experiencias mesmo vamos ter quando decidimos SER. Mas SER o que?

É um conceito estranho para muitos, mas o voluntariado creio ser uma das grandes ferramentas de experimentar este tal SER, pois nele sim você terá uma experiencia, será única, especial e inesquecível experiencia (desculpe a repetição), pois ali você não terá o poder do dinheiro, do cargo, do grau de instrução, ali será você como um ser humano se dedicando há uma causa, e assim acho que chegamos a explicação do tal SER, quando somente se “é” o que se “é” de verdade, sem mascaras, sem intermediações, por isso que se diz que neste momento estou somente sendo eu.

Esta ferramenta pouco explorada, pode ser uma bomba para o mercado, isso certamente não os impõe medo, visto que até então, alguns até ajudam na divulgação e impulsionamento da causa, mas imagina um mundo com muito mais pessoas desapegando das compras por impulso....hum.

Mas isso pode demorar algumas gerações para acontecer, temos que nos concentrar em fazer uso desta ferramenta para que cada vez mais pessoas se apropriem dela e façam de sua existência uma experiencia vivida e não comprada.