Quanto as pessoas estão prontas para serem voluntárias?

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Engage for business e Líder, Internacional de Yoga do Riso. www.robertoravagnani.com.br


É uma pergunta difícil de ser respondida, não na verdade não é e vou responder sem papas na língua.

De forma geral as pessoas não estão preparadas para lidar com outras pessoas, animais ou a natureza, pois a grande maioria e isso não é um demérito, antes que me julguem, estão preocupadas com seus próprios problemas e conflitos internos e/ou osmais próximos de si e lhes falta tempo para abrir a mente para os problemas mais distante e que de forma direta não lhe dizem respeito, mas influenciam sua vida de alguma forma.

Cabe aqui algumas explicações: como influenciam nossa vida, mesmo que distantes? Se não cuidamos das pessoas de nossa sociedade vão ficar mais doentes do que já estão, estamos falando de doenças psicossomáticas causadas pelo medo, ódio, traumas etc., portanto pessoas mais doentes, menos produtivas, menos engajadas, menos consumo, tudo menos. Sua vida será impactada de alguma forma quanto mais pessoas desta forma nossa sociedade produzir.

Se não cuidamos dos animais e meio ambiente eles de alguma forma vão se apropriar ou retomar o espaço que tomamos deles, portanto teremos uma guerra de espécies e que aqui entre nós tenho quase certeza que a natureza irá ganhar esta batalha, pois somos seres ínfimos perto dela.

Ta bom o quer mais?

Ta bom, pois o importante desta nossa coluna é falar que podemos ajudar a minorar todo este conflito e problemas aqui apresentados, com ações simples de boa convivência ou engajamento em projetos sociais de forma verdadeira e produtiva.

O trabalho voluntário é um dos eixos de sustentabilidade de nossa sociedade, pois ela deixará de existir, assim que o ser humano deixar de cuidar de outro.

Portanto está em nossas mãos e nossa pequena dedicação de forma organizada e/ou individual mudar nossa consciência de sociedade de forma ordeira e pacífica, advindo do bem estar de todos os seres que podemos ajudar.

Quer mais? Na próxima coluna tem. Abs

Ser Voluntário

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Ainda tem gente que me pergunta por que ser voluntário, ou pior, para que ser voluntário?

Eu ainda me dou o trabalho de responder, por que pode ser mais uma conquista, mais um a pensar no que o trabalho voluntário traz de bom para a pessoa, para a sociedade e para o mundo. Mas antes de explicar vale uma contra pergunta: sei que responder com outra pergunta não é uma ação tão inteligente, mas neste caso específico creio que vale.

Por que não ser um voluntário?

A partir de então vem aquelas respostas estranhas, tipo: “quem trabalha de graça é relógio”.

Não vou dar mais munição para inimigos, mas essa é uma das muitas explicações do porquê não ser um voluntário.

Vamos a contra resposta, já que perguntei também devo dar a minha resposta à pergunta inicial.

Os motivos para ser um voluntário são muitos, poderia ficar horas explicando um por um, mas não temos tanto tempo assim e o interlocutor certamente iria embora bem antes do final das explicações e não queremos esta atitude, queremos que ele possa ficar e ser induzido a pensar no assunto pelo menos.

Ser voluntário por me sentir bem, uma resposta curta e real; ser voluntário para aprender a me relacionar com as pessoas, uma das habilidades que o voluntariado traz; ser voluntário para poder cuidar do mundo, resposta ampla, mas que traz um dos benefícios que o voluntariado tem.

Ser voluntário para resgatar pessoas perdidas em suas vidas, para encaminhar animais para novos lares, para cuidar de jardins e eles nos darem flores, para saciar a sede e a fome de pessoas em situação de rua, para minimizar a dor dos que sofrem perante as drogas, para minorar o desprezo daqueles que não sabem ler e escrever, para dar dignidade para aqueles que não tem como se sustentar, para levar um sorriso para aqueles que sofrem o abandono.

São tantas as possibilidades que o trabalho voluntário nos traz que fica até chato para o interlocutor que fez a pergunta, portanto quando você que já faz trabalho voluntário escutar esta pergunta, responda com o básico: “Por que me faz muito bem”.

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.



Ser Voluntário – Pessoas

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Às vezes, só as vezes, parece que nos esquecemos que tudo o que fazemos, tudo o que criamos, elaboramos, são para pessoas. Parece que com o automatismo e mecanicidade que fazemos as coisas nos esquecemos que somos pessoas e assim atuamos para as pessoas. O trabalho voluntario que está entre as coisas menos importantes para a maioria das pessoas, empresas e organizações, está baseado na ação das pessoas.

Por isso insisto tanto em minhas colunas na realização de trabalhos voluntários, por entender o bem e o quanto pode ser transformador para as pessoas que o fazem.

Ser voluntário deveria se confundir com nossa vida cotidiana de cidadão, mas ainda temos um grande caminho a percorrer e encontrar o equilíbrio entre vida e vida cidadã, que para muitos parecem coisas distintas, mas na real deveria ser a única existente, a vida cidadã é uma forma de encarar o dia a dia um pouco mais atencioso ao próximo, as questões sociais, ao ambiental e principalmente ao pessoal, pois quando nos preocupamos com o pessoal, aquilo que nos afeta, seremos mais atenciosos com todo o que está ao nosso redor.

Não podemos tirar a pessoa do centro de nossas atenções, não somos e não lidamos somente com máquinas, lidamos com gente, com pessoas.

Trabalho voluntário deve ser feito para que fiquemos bem e isto é uma condição, temos, devemos ficar bem fazendo trabalho voluntário, caso contrário não vale a pena e perde sua valia, para nós e para a sociedade. Fazendo diferente disso, mais uma vez nos tornamos máquinas, máquinas de fazer o que os outros acham que é legal e para agradar alguns, isto pode funcionar por um curto período, mas não dura muito tempo.

Convido você a não só ler esta coluna, mas me ajudar a divulgar este assunto de todas as formas possíveis, pois com mais voluntários teremos um mundo mais equilibrado, os problemas não deixarão de existir, mas certamente serão em menor número para serem tratados. Divulguem se possível nas suas redes sociais, em outros sites, fale com crianças e jovens sobre o assunto, enviei para seus amigos e outras possibilidades que esqueci de citar aqui. Você pode ajudar a transformar o mundo ou melhor nós podemos, vamos fazer valer o poder das redes sociais. Me acompanhe no instagram Ser_voluntario.​



O calendário colorido

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Cada mês agora tem cor ou cores para lembrar uma causa especifica e isso é muito bom, pois as causas não só são lembradas, mas também faz com que muitas pessoas tenham contato com um tema que muitas vezes é tratado na marginalidade, por falta de informação, por preconceito mesmo, por ignorância, por falta de contato.

O trabalho voluntário é exatamente assim, tratado na marginalidade, até mesmo pelas organizações do terceiro setor, que deveriam falar muito mais dele, não para pedir voluntários, mas sim para fazer com que o assunto flua na sociedade, para mais pessoas conhecerem e entenderem o que um voluntário faz, para o que serve suas atividades e seu valor para as organizações e para a sociedade.

Na minha concepção falta esta linha direta com a sociedade para termos mais voluntários atuando efetivamente, “conhecimento”, na concepção do filósofo Grego Sócrates, ele diferencia “conhecer” de “ter conhecimento”, segundo ele conhecer é o estudo para decorar ou como dizemos para passar de ano, já ter conhecimento é o entendimento sobre o assunto, é ter estudado e entendido seu funcionamento, por isso é importante termos uma sociedade com mais conhecimento sobre o voluntariado, para que possam praticar (talvez), mas o mais importante é não criticar e se o fizer, que o faça com propriedade.

Portanto ter conhecimento sobre as causas tem que ser prioridade das organizações, por isso os meses coloridos são importantes, para o voluntariado não existe um mês ou uma cor e nem precisamos, pois temos duas datas importantes, uma em agosto, especifica para o Brasil, 28 que é o dia nacional do voluntariado e 05 de dezembro, esta é a data internacional de comemoração do voluntariado, em algumas cidades brasileiras ainda tem o seu dia municipal, é o bastante desde que bem lembradas.

Mas como disse acima o principal divulgador da causa deveria ser as organizações sociais e os que lidam com o tema do terceiro setor, ainda vejo muitos, para não dizer a maioria dos eventos que acontecem sem o tema voluntariado ser lembrado. Por isso estou aqui digitando (se fosse um pouco mais antigo seria datilografando. Quem se lembra?) e “matraquiando” sobre o assunto. Você pode me acompanhar pelas redes sociais, no Instagram ser_voluntario.​


Hoje não é mais o mês do dia nacional do voluntariado

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Parece que nem aconteceu, foram tão poucas manifestações de lembrança e apoio ao dia nacional, que aconteceu dia 28 de agosto passado e que acontece todos os anos, que realmente ele foi pouco utilizado.

Então resolvi por conta e risco criar o dia mensal do voluntariado, na verdade todo dia é dia de lembrar do voluntariado por que é uma grande ferramenta para o crescimento das pessoas, das organizações sociais e da sociedade.

Este é o grande lema que quero levar adiante, o voluntariado é importante, estamos esperando o que para tê-lo como um grande aliado nas escolas, nas empresas, nas universidades, nos governos, na vida das pessoas.

Em Okinawa no Japão, as pessoas são as mais longevas do mundo, ultrapassando os 100 anos de idade com muita facilidade, um país onde tem muitos terremotos, neve, vulcões, como conseguem? Pois descobriram a razão para viver ou o Ikigai e faz parte desta descoberta os trabalhos de apoio ao próximo.

Muitos nesta ilha são voluntários, na verdade no Japão o ser voluntario é quase uma redundância, pois praticamente todos tem esse interesse e o entendimento da importância deste ato.

Portanto não é a ilha que tem uma magia qualquer, mas as pessoas que têm uma consciência diferenciada em relação ao mundo e a forma que vivemos hoje.

O voluntariado está entre as atividades que dão prazer na sua grande maioria, que tem um resultado visível, faz com que você pertença ao grupo do solucionadores de problemas, faz com que você aumente suas conexões.

Feito a defesa da minha causa o “voluntariado”, continuo com o propósito da defesa e da mobilização para o entendimento dela, lembro sempre que não quero que todos se tornem voluntários custe o que custar, mas quero que as pessoas entendam o que é e para que serve e assim possam decidir de forma lucida se querem ou não e se criticam quem o pratica ou não.

Me ajude a espalhar este assunto. Quer saber como? Me pergunte no Instagram: ser_voluntario.​


Ser voluntário

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

No mês que se comemora o dia nacional do voluntariado, quero reforçar o conceito do Ser Voluntário e o meu papel na sociedade.

Mais uma vez reforço que não quero constranger ou intimidar aos leitores e os ouvintes de minha coluna de rádio que leva o mesmo nome, serem obrigados a serem voluntários, meu papel, minha missão como advocacy da causa voluntaria é trazer o assunto a tona, para que as pessoas saibam e entendam o que é trabalho voluntário, que podem ou não exercer esta atividade e entendam a importância dele na sociedade e na vida das pessoas.

Quanto maior o número de pessoas que conhece o assunto, mais voluntários teremos com certeza, mas o principal, menos críticos destrutivos também teremos.

Principalmente por isso e por ser importante para a sociedade e para milhares de organizações sociais sérias que existem no Brasil e no mundo, que o aumento de trabalhadores voluntários é importante, por isso meu desafio pessoal de aumentar o número de veículos que compartilham minhas colunas escritas e faladas e ainda os lugares para onde sou convidado para falar sobre o assunto, para que cada vez mais pessoas compreendam esta importância e entendam quanto o trabalho voluntário pode influenciar na qualidade de vida de quem pratica, elevando seu astral, melhorando sua autoestima, seu humor, criando sinergia nas atividades desenvolvidas e tornando cidadãos comuns em efetivos participantes das soluções de problemas que estavam muito próximos.

Quanto mais cidadãos envolvidos em causas, mais consciência coletiva teremos, mais pessoas preocupadas com o próximo e com a coletividade, o trabalho voluntário promove o envolvimento das pessoas de forma presencial em grande parte das vezes e resgata o olhar, o toque, a sensação de bem estar, de segurança que temos perdido gradativamente com o incremento cada vez maior da tecnologia nas nossas vidas.

Vamos nos conectar e o voluntariado é um grande aliado da conexão, mas óbvio que falo da conexão entre pessoas fora da tecnologia, tenho certeza que ficar um pouco fora das redes digitais não vai te fazer mal algum, pelo contrário, vai te mostrar que existe vida fora do smartphone. Venha viver o voluntariado.​

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


Inspiração

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

A maioria das pessoas acredita que para dar o primeiro passo em busca de uma colocação no trabalho voluntario, tem que ter uma inspiração, alguns vão mais longe e dizem que há a necessidade de ter uma inspiração divina.

Acho um pouco demais, com todo o respeito às crenças individuais, mas voluntariado é muito mais racional do que emocional, olhamos para o lado, percebemos a necessidade, olhamos para nós, percebemos que podemos fazer algo, vamos lá e fazemos. Simples, rápido e prático, sem muitas elucubrações e chamamentos.

Sim existem os que são tocados de forma diferenciada para uma prática, e existem práticas que só pessoas muito inspiradas para realizarem, como o trabalho em penitenciárias, admiro e respeito muito as que fazem esta atividade, nos manicômios, tão necessário e realizado por uma parcela pequena, mas importante de voluntários.

Mas quero mais uma vez chamar a atenção para que não fiquemos paralisados esperando um chamamento, pois as oportunidades para exercer um trabalho voluntario que faça bem a você e ao próximo estão mais perto do que você imagina.

Busque na sua rua, igreja ou templo, bairro, clube, escola, prefeitura, cidade, amigos etc., tenho certeza que quando começar a falar de seu interesse um trabalho virá até você. Assim o chamamento podemos dizer que será invertido, voe fará um chamamento para ajuda, afinal de contas um dos principais beneficiados da prática voluntaria é você, portanto é o maior interessado na ação.

Grande parte dos trabalhos oferecidos estão muito próximo as pessoas, pois sempre ouvimos aquelas frases: “nossa como nunca percebi que aqui havia uma organização”.

Certamente você se tornará uma pessoa muito mais interessante, a partir do momento que se interessar, é a regra da reciprocidade, eu me ofereço, para ter, doar para receber. Todas as crenças de alguma forma fazem este lema valer. E para os que não tem crença? Acredite em você, que você, seu tempo e talento, pode fazer a diferença na vida de muita gente e seja feliz.​

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.



Onde estão as Oportunidades?

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos sociais e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Existem algumas datas que as pessoas sentem mais compaixão, pode parecer um pouco estranho, pois compaixão deveria ser sentida o tempo todo, por aqueles que precisam de um conforto, físico ou emocional e não somente em algumas épocas.

Que épocas são essas? A maioria que lê já deve imaginar que uma sem dúvidas são as festas de final de ano, principalmente ligadas ao natal e outra é o inverno, quando ele acontece de forma mais acentuada, como este ano tem acontecido em algumas regiões do país.

São épocas que as pessoas ficam pensando ou efetivamente se colocam no lugar das outras, que não terão uma família para comemorar ou uma roupa ou cobertor quente para se aquecer, assim elas conseguem perceber o quanto e de forma muito simples, podem ajudar o próximo.

Mas ainda que de forma simples, temos uma participação pequena da população, mais precisam se colocar, perceber o quanto podem fazer a diferença, o quanto a ajuda pode salvar vidas, pois a época de natal é a que mais temos notícias de suicídio e no inverno um grande numero de mortes pelo frio de pessoas que vivem nas ruas.

Óbvio que estou sendo simplista e me restringindo a dois pequenos períodos do ano, pois as oportunidades estão distribuídas durante todo o tempo e muito mais próximos do que acreditamos, basta ativarmos nosso radar de interesse verdadeiro e decisivo para encontrá-la.

Cabe também a aqueles que já encontraram sua oportunidade de fazer um trabalho voluntário, de divulgar o que já realiza e as possibilidades que podem existir onde atua.

As organizações cabem divulgar mais as oportunidades e facilitar o acesso a informação e ao conhecimento sobre o trabalho voluntário.

Minha torcida sempre é no sentido de que a maior quantidade possível de pessoas possa se encontrar com seus desejos de ajuda a si e ao próximo.​

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.

Precisamos falar mais de voluntariado

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos sociais e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Quando digo precisamos, estou me referindo a todos, sociedade, escola, universidade, governos, mas principalmente o terceiro setor. Pode parecer um contra senso, o próprio terceiro setor falar pouco do trabalho voluntário, mas é uma realidade, não só brasileira, mas de forma geral na américa do sul e central.

Mas por que o próprio terceiro setor não fala de algo tão importante para ele mesmo? Eu não tenho certezas mas sim suspeitas, de que os gestores do terceiro setor ainda não estão preparados para lidar com as dificuldades de se gerenciar grupos de voluntários, receio de problemas judiciais, visto a imensidão de possibilidades para processos envolvidos nesta atividade e por ainda acharem que não é uma ferramenta tão importante para sua gestão, obvio que são suspeitas e com certeza tem muitos gestores que pensam e agem diferente.

Mas na minha concepção ainda é necessário prepara mais o gestor, incentivar mais as diretorias de organizações para que tenham mais voluntários na organização, pois eles são ferramentas de crescimento da organização bem como da gestão e da sociedade.

Vejo muitos encontros do terceiro setor, de federações do terceiro setor, que ignoram o tema de forma veemente.

Eu há 3 anos tomei esta defesa como meu legado, minha razão de trabalhar, o fomento ao trabalho voluntario de todas suas formas, creio que tenho avançado bastante, mas é uma gota no oceano chamado américa do Sul, mas procuro ignorar o ditado que uma andorinha não faz verão. Acredito que eu possa contaminar muitas andorinhas e juntas podermos sim fazer um belo verão.

Acredito no bem que faria para o país e para as pessoas a prática mais presente em suas vidas. O engajamento social só faz criar pontes, sendo fundamental para uma sociedade que insiste em levantar muros.

Sua atitude pode mudar a vida de muitos e pode contaminar outros muitos para serem construtores de uma sociedade mais interessada no bem comum, assim se tornando um mundo melhor para todos.

Depende de nossa postura, de nossa conversa, de nossa crença em ter uma sociedade mais justa. Que acha de falar mais desse assunto? Organizações, não esqueça este assunto e coloquem na ordem de todos os dias falar um pouco dele. Organizadores de eventos do terceiro setor e do poder publico não esqueçam de colocar este assunto como tema obrigatório em todos os eventos, pois ele permeia todos os outros de forma muito natural.

*Essa coluna é semanal e atualizada às quartas-feiras.


Voluntário! Ser ou não ser?

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Você já sabe qual será minha resposta. Sim, ser, lógico, mas acho que o texto ficaria curto demais e simples demais.

Vamos falar um pouco maios sobre isso.

Ser, mas isso é uma decisão que só você pode tomar, não é porque insisto em escrever e falar também sobre o assunto que você deve ser convencido a ser um voluntário, não gosto e sou contra qualquer tipo de convencimento oportunista ou inoportuno.

Sou aquele que toma decisões sem ser por impulso, salvo uma vez ou outra quando vejo algo que gosto muito, como uma viagem que esta em promoção, ai não me aguento pois sou viciado em viagens, mas para o resto todo sou organizado e meticuloso, quando se trata de trabalho então, muito cuidado e de trabalho voluntário mais ainda, pois sei da importância, da responsabilidade e dos riscos, portanto tem que obter informações, visitar, conhecer e após feito isso tomar a decisão se sim ou não acolher aquele trabalho voluntário.

Portanto é isso que indico e oriento a todos que querem fazer ou pelo menos experimentar um trabalho voluntário, vá conhecer pessoalmente a organização, caso opte por uma, ou conheça trabalho social caso se engaje em um sem o respaldo de uma organização o que é recomendável sempre, salvo se você estiver criando a sua atividade.

Exija a assinatura do Termo de Adesão ao trabalho voluntário e mostre que você está preocupado com a organização e com o seu envolvimento com ela, caso não ela não venha a apresentar o termo para assinatura.

Conheça a diretoria executiva e estatutária, pelo menos por nomes para saber com quem está lidando, não podemos perder de vista nossa segurança e a integridade da organização a qual pretendemos ajudar de alguma forma.

Saiba exatamente o que esperam de você e quanto esperam, para que ninguém fique frustrado, pois o que é combinado não é caro, já dizia meu avô.

Voltamos ao início, você não precisa ser voluntario, o mundo precisa de voluntários, mas você só será um voluntário quando e se tiver vontade de ser, mas se ou quando tomar esta decisão, com certeza será aplaudido de pé, pelo menos por uma pessoa, EU. Te encontro por ai.​