Fase amarela em Franca: após 14 dias, restaurantes e bares abrem até às 22h

Estabelecimentos deverão respeitar o limite de abertura de 8 horas diárias e 40% da capacidade total

Postado em: em Cotidiano

Após 14 dias na fase amarela do Plano São Paulo, que monitora as atividades empresariais no estado durante a pandemia de covid-19, Franca passa a ter permissão para ampliar o horário de atendimento presencial de bares e restaurantes até às 22h. 

Os estabelecimentos poderão escolher seus horários de funcionamento respeitando o limite de 8 horas diárias. 

Delivery e take away poderão ocorrer após o encerramento das atividades presenciais. 

No caso dos shoppings, o atendimento deverá ser também de oito horas, entre as 10h e 22h.

Válido informar que os próprios estabelecimentos ficarão responsáveis por informar ao consumidor sobre o expediente adotado por meio de placas e cartazes afixados em suas entradas. 

Demais formas de comunicação, como anúncio em redes sociais e canais diretos com os clientes, tais como aplicativos de mensagens, e-mail e afins, são aconselháveis.

As determinações em relação à recepção de público até 40% da capacidade estabelecida nos Alvarás de Funcionamento e/ou Corpo de bombeiros do estabelecimento, ou no caso deste não contemplar referida capacidade, limitar o acesso de um cliente para cada 3m² ao interior do estabelecimento desde que sentados continuam valendo, bem como medidas sanitárias contra a proliferação do vírus.

O decreto municipal nº 11.110 que especifica as normas de atendimento das atividades empresariais na cidade após o avanço de Franca à fase amarela do Plano São Paulo deve ser observado. 

O mesmo encontra-se disponível no endereço a seguir: https://www.franca.sp.gov.br/arquivos/diario-oficial/documentos/1615-Extra-11092020.pdf

Abertura consciente

A fim de que o comércio atue de forma consciente durante o enfrentamento à disseminação do novo coronavírus, a ACIF (Associação do Comércio e Indústria de Franca), Sicoob Cred-ACIF e Unimed lançaram, na quinta-feira, 24, uma campanha para reforçar a mensagem de que a pandemia ainda não chegou ao fim. 

Por meio de vídeos e outdoors, as entidades dão voz a vítimas da doença na cidade de Franca, bem como a familiares dos que partiram.

“A proteção da vida precisa ser a principal preocupação de todos. Relaxar em relação aos cuidados que devemos adotar enquanto cidadãos no enfrentamento da pandemia custa um preço muito alto, do qual não podemos nos esquecer". 

"A ACIF, a Cred-ACIF e a Unimed acreditam na superação deste momento por meio da conscientização popular, do esforço coletivo e, por isso, quiseram dar voz à própria população para que contassem suas histórias”, afirma o presidente da ACIF, Tarciso Bôtto.



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