Temporais vão marcar o fim de semana em grande parte da região Sudeste

A chegada de uma frente fria por volta do dia 25 deste mês será responsável por um grande volume de chuvas

Postado em: em Tempo

Neste sábado, 17, a maior parte do estado de São Paulo volta a ter sol e tempo firme. Ao longo do dia, a temperatura sobe. 

Na região de Franca e Ribeirão Preto, há condições para pancadas de chuva à tarde com raios. 

No litoral paulista, o dia amanhece nublado com possibilidade de chuviscos, mas a tarde ocorrem aberturas de sol. 

Na Grande SP, o sábado amanhece frio e nublado. O vento muda de direção no decorrer do dia e aberturas de sol ocorrem entre o meio da manhã e o período da tarde. No final do dia, fica nublado outra vez, mas não chove.  

No domingo, 18, as condições de chuva voltam a aumentar no estado de São Paulo. 

Na região metropolitana, a chuva acontece no fim do dia e de forma isolada. No norte e noroeste do estado, há risco de temporal. 

Nas áreas próximas ao Paraná e no litoral não há expectativa de chuva. A tendência é de elevação de temperatura na capital e litoral. 

Chuva volumosa​

No decorrer da segunda quinzena de outubro de 2020 a combinação da circulação dos ventos em diversos níveis da atmosfera, com a presença de ar úmido e quente vai estimular a formação de muitas áreas de instabilidade sobre a Região Sudeste, com potencial para grandes volumes de chuva acumulados. 

Para a maioria das áreas do Sudeste, a média de chuva varia de 100 a 140 mm. Em áreas do Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Mantiqueira, Vale do Paraíba (SP), norte e centro-oeste de São Paulo, a média de chuva varia de 140 a 180 mm.

De acordo com os prognósticos a última semana do mês será de muita chuva. 

A indicação é de elevados volumes entre os dias 26 e 30 de outubro. 

A chegada de uma frente fria por volta do dia 25 deste mês e a formação de uma grande área de baixa pressão juntamente com as condições de vento  favoráveis na média e alta atmosfera serão as responsáveis pelo elevado volume de chuva.

Os volumes mais elevados são esperados para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.


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