​Prefeitura gasta mais de R$ 400 mil com a CPFL na rotatória da Champagnat

A Prefeitura precisou gastar mais de R$ 400 mil com a CPFL e ainda vai gastar com telefonia e saneamento

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Para fazer a intervenção no trânsito da rotatória das avenidas Champagnat e Dr. Alonso Y Alonso, o prefeito Gilson de Souza precisou realizar investimentos com a CPFL – Companhia Paulista de Força e Luz.

Além do projeto de alteração, estimado em R$ 3,5 milhões, a Prefeitura gastou com a CPFL o equivalente a R$ 412.218,54.

O pagamento, de acordo com o publicado no portal da transparência, aconteceu no dia 16 de junho. A Prefeitura depositou na conta da CPFL quase meio milhão. 

A Justificativa da Prefeitura é que a CPFL realizou serviços de substituição e remoção de rede no cruzamento da avenida Champagnat e Alonso y Alonso. O processo de autorização tem o número 2020/022014 e 2020/022056. Os recursos saíram da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

O Jornal da Franca procurou a assessoria de Imprensa da Prefeitura para buscar a justificativa sobre os gastos, porém até o fechamento de publicação desta matéria não houve retorno.

INVESTIMENTO

O projeto de construção do Complexo Viário do Champagnat, apresentado por Gilson de Souza, é uma alternativa encontrada pela Prefeitura para colocar fim aos congestionamentos registrados naquela rotatória, tanto para quem transita pela Avenida Champagnat como pela Dr. Ismael Alonso y Alonso. 

No local surgirá um cruzamento em nível, com a construção de duas pontes, uma onde hoje é a rotatória que deixará de existir e outra alguns metros acima, que terá o papel de retorno para quem tráfego pela Av. Champagnat e tenha como destino por exemplo, o Shopping Franca.

A Prefeitura realizou estudos técnicos medindo o volume de tráfego em diversos horários e datas diferentes da semana, para dimensionar as alternativas para melhorar a situação viária no local. 

Quatro alças de acesso estão projetadas, além de faixas de pedestres e sinalização semafórica, além de áreas verdes, tudo utilizando os espaços públicos disponíveis, sem despesas com desapropriações.  


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