Grazi Massafera diz que cogitou recusar papel na novela Bom Sucesso

Segura depois de papeis em Negócio da China e Tempos Modernos, Grazi lida com a carreira de forma madura

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Grazi Massafera está atualmente brilhando em Bom Sucesso, com o papel da protagonista Paloma. Sagrando-se com um dos mais marcantes papéis de sua carreira, a loira cogitou não aceitar a personagem.

Em entrevista ao site Notícias da TV, a atriz traz a filha de 7 anos como a grande justificativa: “Quase não peguei [o papel] porque queria estar com ela durante a sua alfabetização“. 

No entanto, a mãe de Sofia revela que a filha a incentivou: “Ela falava: ‘mãe, fica tranquila, vai trabalhar’. Teve muita maturidade. O Cauã Reymond também ajudou demais“.

A ex-mulher de Cauã Reymond associou a alfabetização da herdeira com o tom literário de Bom Sucesso:

Foi especial e emblemático. Minha filha se alfabetizou lindamente, num momento em que eu estava falando sobre literatura [na televisão]. Ainda mais ao lado do Antonio Fagundes, que é um apaixonado por livros“.

Nostálgica com o fim da novela das 19h da Globo, Grazi conta o que tem sentido: “Estou me recusando a ler os últimos capítulos. Falo que não está dando tempo, mas é mentira. Seu eu leio, tem um fim. Acaba“. 

Fazendo um balanço da densa personagem, a atriz concluiu o seguinte: “Trabalhei por três! Estou cansada, mas posso dizer que foi uma das melhores coisas que já fiz“.

Sobre Paloma, a loira considera inclusive que a personagem foi mais difícil do que fazer Larissa — a viciada em crack — em Verdades Secretas, que até lhe rendeu uma indicação de Melhor Atriz no Emmy Internacional 2016. 

As pessoas costumam me perguntar qual foi o mais difícil. A Paloma, por mais que seja uma mulher do nosso cotidiano, foi mais complicada. O simples parece fácil, mas não é. Foi um papel trabalhoso, porém de muito prazer“, disse Grazi.

Segura depois de papeis criticados em Negócio da China e Tempos Modernos, Grazi Massafera lida com a carreira de uma forma madura: 

Antes eu tinha vergonha dos elogios, mas aprendi a aceitá-los porque entendi o tamanho que eu ocupo, nem maior, nem menor do que é“.


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