Foco de favela continua intacto em marginal da Rodovia Cândido Portinari

Moradores do Jardim Guanabara continuam incomodados com ocupação e acúmulo de lixo

Postado em: em Política

Mesmo após reclamações dos moradores e com a publicação de matérias pelo Jornal da Franca, a gestão do prefeito Gilson de Souza (DEM) nada fez para resolver o problema dos moradores do Jardim Guanabara, que convivem com um foco de favela e um lixão a céu aberto em uma via do bairro.

A via está tomada por lixo de todo tipo, inclusive doméstico e industrial, além de restos de construção. O incômodo dos moradores se concentra na Avenida Francisco José da Silva, a Via Marginal da Rodovia Cândido Portinari, na pista norte, que vai rumo a Pedregulho e Rifaina.

Fora um lixão a céu aberto, que atrai dezenas de urubus e recebe desde material orgânico a restos de indústrias, como plástico e raspas de couro, moradores de rua fizeram na calçada, do lado oposto ao lixão, uma pequena favela.

Os ocupantes do espaço passam do dia em cadeiras e sofás colocados na calçada, que deveria ser passagem para pedestres, selecionam o que querem do lixo, como materiais recicláveis, armazenam da calçada e dormem por ali mesmo.

O consumo de álcool é comum entre eles, assim como o acúmulo de sujeira e mau cheiro, o que vem trazendo outro problemas para os moradores de um condomínio de prédios que fica próximo, com o surgimento de bichos como ratos, baratas e escorpiões.

Este é um problema antigo, que vem sendo relatado pelo Jornal da Franca há meses, as sendo ignorado pela administração municipal do prefeito Gilson de Souza, que se limita a, de tempos em tempos, fazer uma faxina, quando o ideal seria, no mínimo, cercar o terreno e impedir que os moradores de rua fizessem barracos em plena calçada.


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