Falem bem ou mal, mas falem do voluntariado.

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Tenho participado de vários eventos virtuais, palestras para vários países, sempre falando de voluntariado e é incrível como tem gente ainda que desconhece o tema, não só as qualidades do trabalho voluntario, como a legislação existente, os ganhos que se tem ao realizar um trabalho, a diferença que pode exercer na organização que recebem seu trabalho e quanto isso pode contribuir para sua vida profissional e para a sociedade.

Por isso falem bem ou mal, mas falem do voluntariado, pode ser uma ferramenta imprescindível para a sua transformação e de seu entorno.

A grande maioria das pessoas já ouviu falar de voluntariado, mas sem conhecer profundamente o que este trabalho representa para a sociedade e para os que recebem e os que o realizam, por isso muitos, pela falta de conhecimento, criticam o trabalho voluntário, dizendo que trabalhamos de graça para organizações. Sim é até verdade que trabalhamos de graça, pelo menos no que diz respeito a ganhar algum valor material, desconsiderando o imaterial e o resultado para a sociedade e para o voluntário, do trabalho realizado.

Sem contar que trabalhamos de “graça” para organizações que prestam serviços de graça para parcelas da sociedade que estão desassistidas pelo poder público e pelas empresas privadas, sendo que estariam a própria sorte se não tivessem uma organização social lhe dando o mínimo auxílio para sua sobrevivência e avanço na vida.

Por isso a insistência minha em falar do voluntariado pelos 4 cantos do mundo onde é possível e também onde é impossível, pois nos possíveis são fáceis, mas os impossíveis são os desafios para enfrentar e desatar as complicações para não só falar mas fazer com que as pessoas compreendam a importância deste trabalho para o mundo.

Só no Brasil são em torno de 25.000.000 (vinte e cinco milhões) de pessoas que dedicam parte de seu tempo e seu talento para causas voluntárias espalhadas por este país que é quase um continente.

Por que o Voluntário está sendo valorizado?

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Já não é de hoje mas tem se intensificado a busca por pessoas que são ou foram voluntários e não estou me referindo somente a organizações sociais, mas empresas buscam contratar pessoas que tem o diferencial de ser  ou ter trabalhado como voluntario em qualquer tipo de atividades e tem um motivo muito forte para que este fenômeno aconteça.

Habilidades adquiridas, este é o motivo, quando a pessoa se dispõe a apoiar ou ajudar o seu próximo, de forma instintiva, orgânica, natural acontece a transformação de quem faz este tipo de ação. Transforma como se vê e como percebe o mundo a sua volta, transforma suas reações, se torna mais critico e muito mais preocupado com a sociedade onde esta inserido, preocupado em se fazer entender e colocar seus pontos de vista de forma não violenta, passa a gostar de ouvir, entre muitas outras fantásticas transformações que o trabalho voluntário traz para nos seres humanos normais. Esta é a resposta pelo qual as organizações e empresas buscam este tipo de pessoa, que é ou prestou algum tipo de serviço voluntário, por ser uma pessoa diferente e com seu quociente emocional elevado e bem preparado para enfrentar os mais diversos tipos de situação.

Perceba então que até mesmo o mercado formal de trabalho, entende e valoriza a atividade voluntária, pelas habilidades que são conseguidas pela prática, obviamente que não é uma simples ação que tudo isso vai ser conseguido, tem a necessidade de ser uma ação mais constante para poder aproveitar todos os benefícios, tipo doses homeopáticas, devagar, mas constante.

Esta é a importância do trabalho voluntário em nossas vidas, em primeiro lugar, depois ainda tem todos os benefícios levados aos nossos mais próximos, que são incomensuráveis.

Espero que possa provar de toda esta panaceia que faz tão bem a tantos.

Habilidades

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Quanto você pagaria para aprender novas habilidades?

Habilidades importantes, como criatividade, trabalho em equipe, condução de projetos, entre outros. Você pagaria para ter estas habilidades incorporadas a sua descrição profissional?

E se eu apresentasse a você uma possibilidade de aprender ou praticar estas e outras habilidades sem que você tenha que pagar por isso, você teria interesse?

Sem querer ser vidente, eu arrisco dizer que boa parte das pessoas que leram até aqui disseram que sim, teriam interesse em conseguir tais habilidades.

Portanto agora vou te apresentar este caminho e indicar como fazer para conseguir estas habilidades de forma gratuita e ainda ajudar causas sociais. 

O trabalho voluntário é o caminho, sem riscos ou pegadinhas para você conseguir gratuitamente estas já citadas e muitas outras habilidades que podem inclusive auxiliar o seu desenvolvimento profissional, pois são expectativas dos empregadores ter colaboradores com estas e muitas outras habilidades.

O trabalho voluntário é uma formação completa e eu diria que você consegue, dependendo da atividade que escolha para desenvolver, até 09 novas habilidades de forma muito rápida e ainda tem um resultado social que você disponibiliza para a causa escolhida para fazer sua atividade voluntária.

Não sei se existe uma forma melhor de aprender e ainda ajudar outras pessoas, mas se existe eu ainda não fui apresentado.

Por isso mais uma vez convido você a conhecer e se juntar a mais de 7.000.000 de brasileiros que já fazem algum tipo de trabalho voluntário e não só faça a diferença para o próximo, mas para sua própria vida também. Será uma grande alegria ver você aprendendo e ajudando a causas que precisam do seu tempo e do seu talento.

Experimente e deixe se for capaz.

Crises

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​Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Dizer que tem alguem ou alguma coisa em crise é chover no molhado, visto que o mundo está passando por algo não pensado nem pelos mais pessimistas, uma paralização da economia e da sociedade somente visto em épocas de conflitos mundiais.

Mas como tudo isto também passará e o voluntariado esta ai presente nesta batalha em todos os cantos do mundo, de forma individual, silenciosa ou de forma institucional, ligado a organizações ou empresas, realmente está mostrando sua cara de forma combativa e apoiando os mais diversos locais e situações para minimizar os problemas causados por esta crise, que infelizmente não é a primeira e não será a última.

Mas este preambulo, me leva a constatar e para alguns informar que o trabalho voluntário é uma grande ferramenta de apoio nas crises do mundo, ambiental, de saúde, naturais, econômicas, criminais, entre outras, sempre veremos um voluntario prestando apoio e solidariedade, que me muitos caos é o que podemos fazer, ser solidários, estender uma mão para que a pessoa se levante e oferecer  um ombro para um choro de dor ou alivio, mas que em muitos destes momentos é tudo o que importa e precisa para estas pessoas.

O trabalho voluntário é uma potente ferramenta de empatia, mostrar ao outro que nos importamos com ela, mesmo sem conhecê-la, mas que estamos ali de braços abertos para acolhê-la em suas mínimas necessidades.

Quando em muitos de meus textos insisto na capacitação de voluntários de todos os tipos, não insisto para termos melhores voluntários, insisto para que as pessoas entendam o que é ser voluntário, pois muitas vezes queremos fazer muito e o  que é necessário é pouco, portanto é saber ser empático e entender o momento, assim insisto na capacitação de voluntários para que possam ser melhores seres humanos e por isso creio que um mundo com mais voluntários, muito mais voluntários, seria melhor para todos, pois quanto mais pessoas olhando para o seu próximo sem desconfiança, mais paz teremos e menos rancores.

Torço por mais voluntários no mundo, para o mundo continuar sendo a casa onde escolhemos viver.

Conhecendo o trabalho voluntário

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

O trabalho voluntário há décadas é visto como algo superficial, paliativo e emergencial, mas a cada dia que passa tem se tornado importante, primeiro na vida de muitas pessoas, que fazem e que recebem auxilio através dele e para a sociedade que se ve atendida e mais “olhada” por outra parcela desta mesma sociedade, dando ares de que ainda temos chance de continuar a existir como uma “sociedade”.

Em todos os campos se ve a mão do trabalho voluntário, desde o mais básico e necessário que é o suprimento de alimentação para pessoas em situação de rua, populações ribeirinhas em estado de abandono entre outros como educação, cuidados com a natureza, cuidado com os animais, idosos, crianças, limpeza, saúde, nas grandes cidades como São Paulo até os pequenos vilarejos totalmente desconhecidos na floresta amazônica.

Quando falam de uma atividade inclusiva, de uma atividade educativa, de uma atividade universal, me vem imediatamente a cabeça o trabalho voluntário, pois não consigo enxergar outra atividade com mais ganhos e conquistas do que esta.

Mas por que esta defesa toda do trabalho voluntário sem ser uma data comemorativa alusiva ao tema?

É simples, quero convencer você leitor a conhecer mais sobre esta atividade, não precisa ser um voluntário, se não quiser, mas quero que conheça, que saiba sua importância e seu papel dentro de nosso país, saiba que desde a década de 80 passou a intervir de forma afirmativa e positiva onde o estado não conseguia suprir as necessidades e infelizmente ainda é assim, onde o poder publico não consegue colocar seus braços protetivos aos mais vulneráveis, existe uma força atrativa ao trabalho voluntário e la ele se manifesta e atua.

Portanto você conhecendo o trabalho voluntario poderá ser de grande utilidade na sua defesa, na critica construtiva e na possibilidade de ser um voluntário em algum momento.

O voluntário no Brasil e no mundo vem exercendo uma função primordial de ajudar a manter a dignidade de muitos e a diminuir o abismo social existente.

Não devemos julgar ninguém, mas se for preciso, faça com conhecimento, por isso conheça mais sobre o trabalho voluntário.

De mãos dadas com o voluntariado

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​Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Tenho feito muitas conversas virtuais com gestores de organizações sociais do Brasil e da américa latina e em todas o assunto obviamente foi o voluntariado, observo um pequeno aumento de interesse pelo assunto, o que acho fantástico, percebo grandes atuações de grupos de voluntários fazendo acontecer  ações incríveis dos mais variados portes e modalidades, mostrando as possibilidades de diversidade do trabalho voluntário e o mais importante a possibilidade de inclusão. 

O trabalho voluntario não só em minhas conversas virtuais mas em diversas outras matérias que a mídia, principalmente a digital, tem apresentado sobre o tema, tem mostrado esta flexibilidade e união frente aos desafios, isto prova de forma contundente de que é uma das ações sociais mais agregadoras que temos disponível no momento.

Isto tudo me alegra, mas ainda falta algo, que também foi unanime, tanto no Brasil como em outros países, a possibilidade de uma plataforma mais global de conversação e troca sobre o assunto, ainda estamos, nós os voluntários e gestores de trabalhos voluntários, muito esparramados e preocupados, com toda razão, a seus grupos e territórios. Falta uma gestão maior, falta um chamamento maior para que mais pessoas possam fazer parte deste movimento, mostrando sua força e potencialidade para a sociedade e para as pessoas.

Sou um dos que procura dar uma união, criar sinergia de toda esta galera que cede com qualidade seu tempo e talento para as mais diversas causas no Brasil e no mundo, precisamos de mais pessoas para fazer isso e mais conscientização do poder público da importância deste trabalho, não estou pedindo para o poder publico se envolver, mas que reconheça e apoie, pois isto já é bastante interessante e importante, na minha concepção o poder público já tem o bastante para se preocupar e esta ação mais global tem que ficar na mão da sociedade civil, que tem mais bagagem e menos vícios para esta gestão.

Aqui quase foi um desabafo, mas é um chamamento para que a sociedade reconheça e apoie os trabalhos feitos por voluntários na sua comunidade, pois muitos são essenciais e se não fosse os voluntários provavelmente não existiriam. Vamos juntos fazer este trabalho voluntário de apoio e divulgação dos trabalhos que você conhece.

Olhar voluntario

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Mundo novo, novo normal, nova realidade, realidade diferenciada, não importa muito o nome, mas temos uma vida diferente acontecendo neste momento, mas o engraçado para não dizer trágico é ver grande parte da população achando que tudo já passou.

Qual a relação do parágrafo inicial com o nosso tema cotidiano que é o voluntariado?

Tem muita relação, pois em uma entrevista recente que dei para uma rádio paulista, a pergunta foi: Por que você insiste em que temos que ter mais pessoas praticando o voluntariado?

Na minha resposta esta a relação do momento atual com o voluntariado, que foi a seguinte: o voluntariado ensina as pessoas a serem melhores cidadãs, as ensina a não ver o seu semelhante como inimigo, ensina a cuidarmos uns dos outros e não querer pisar no outro para ter sucesso ou ganhar de qualquer forma, nos ensina que quando queremos o melhor para o outro isso reflete em nossa vida, de forma que o melhor chegue para nós também, quando passamos a enxergar a realidade da sociedade que nos rodeia, nos tornamos mais amáveis com esta sociedade e não vamos querer esconder ou acabar com ela, de forma geral é isto que o voluntariado nos traz e  uma sociedade com mais gente pensando assim, só pode ser uma sociedade melhor para todos vivermos e criarmos nossas famílias.

E o voluntariado nos mostra isso de forma natural, por isso a experiencia se torna marcante.

O voluntário tem uma visão mais clara e consciente do que ocorre a seu redor, se torna mais crítico e busca sem o olhar da paixão fazer análises sobre o  que acontece a sua volta, sem apontar dedos se um ou outro esta errado, mas o que pode, individualmente fazer para resolver a questão ou pelo menos colaborar para minimizar, visto que nem tudo é possível de ser sanado.

Este é o olhar voluntário tão importante para uma sociedade melhor para todos, por isso quanto mais voluntários no mundo, um mundo melhor teremos.

Vamos juntos fazer este mundo melhor? 

O voluntariado cresceu

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Sim em tempos de pandemia quem diria, o voluntariado aumentou quase 10% em relação a base anterior, chegamos próximos de 22% da população fazendo atividades voluntárias.

Isso é bom? Sempre é muito bom quando se fala de aumento de participação voluntária das pessoas na sociedade, mas isso irá perdurar pós pandemia ou se preferirem no normal com a pandemia?

Esse já é um palpite difícil de se dar, mas conhecendo um pouco o perfil do voluntario brasileiro, eu com dor no coração, diria que não irá perdurar todo ele.

O brasileiro é um povo muito solidário, povo admirado pelo restante do mundo por sua amistosidade, color humano, amizade e solidariedade, isto ninguém tira de nosso povo, mas quando se trata de compromisso, aí a conversa começa a mudar de rumo.

O povo brasileiro também é muito conhecido por sua malemolência, gosto por festas e por conseguir coisas de forma fácil, o que não são títulos tão nobres, na minha humilde opinião.

Assim, o trabalho voluntário que exige compromisso, regramento, talvez não esteja dentro das coisas mais divertidas para serem feitas ou assumidas pelo brasileiro e isto é triste.

Com o exposto, espero estar errado, o voluntariado tende a ser deixado de lado após uma maior normalização de nossa vida e a volta das atividades sociais de forma mais intensa e o esquecimento de muitos dos problemas sociais que enfrentamos agora durante, mas também enfrentávamos antes da pandemia e o pior vamos continuar com eles após a volta da nova normalidade.

O brasileiro tende a esquecer as mazelas que estão a nossa volta muito rapidamente, talvez até como uma proteção individual, mas não é possível fechar os olhos a tantas oportunidades de fazer a diferença na vida de tantos que precisam e aqui não faço referencia somente as pessoas, mas temos o meio ambiente e os animais que também precisam e passam por dificuldades.

Torço de verdade que este índice de trabalhadores voluntários aumente sempre e para isso que trabalho, pois com mais voluntários teremos um país e um mundo mais solidário e mais acolhedor, sem ter que esperar uma tragédia para isso.

28 de agosto

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Esta é uma semana importante para quem gosta do tema, pois dia 28 de agosto é o dia nacional do voluntariado brasileiro e fico feliz em poder comemorar ou na verdade lembrar deste dia, que ainda não é muito comemorado, pelo menos da forma que deveria ser no meu entendimento.

Antes que eu esqueça e comece a escrever sem parar, felicito os voluntários e desejo saúde, muitas alegrias e aprendizados para todos e desejo profundamente que nunca desistam, não desanimem por mais obstáculos que o tempo traga no trabalho voluntario de vocês.

Feito isto volto a importância de se lembrar e comemorar esta data, pois é um momento de reforçar o carinho aos voluntários que estão na ativa e dar mais ferramentas para automotivação e fazer aquele chamamento bem feito para os que ainda não descobriram o trabalho voluntário.

Chamar pessoas para o trabalho voluntário deve ser uma tarefa feita com muito carinho, pois ao contrário do que se pensa este é um dos momentos mais importantes de todo o processo com o trabalhador voluntário. Você tem que explicar com detalhes a ação que será executada, apresentar a organização, restrições, horários e fundamental qual o resultado que o trabalho daquele voluntário trará a organização e ao público atendido.

Com isso as organizações correm o risco de ter voluntários mais engajados, mais presentes e permanentes, lembro que isto é só uma das etapas do processo, mas uma das mais importantes, pois tem muitos convites que são feitos de forma despreparada e frias, o que torna mais difícil conseguir bons candidatos. Por que estou falando de candidatos e não voluntários? Isto é uma outra história, as organizações no meu modo de entender o trabalho voluntário, deve ser bem convidado e bem selecionado, sei que tem gente que torce o nariz para isso, mas é o meu modo de ver o voluntariado. Felicidades aos voluntários de todo o Brasil e que prosperemos no número de voluntários.

Aprender Sempre

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Roberto Ravagnani é palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor especialista em voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, da IPA Brasil e da AFINCO, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea, criador e gestor de eventos filantrópicos, porta voz pela ONU, Membro Hub One, Líder Internacional de Yoga do Riso, Conselheiro de Relações Sociais e Familiares do Instituto i. s. de desenvolvimento e sustentabilidade Humana e Diretor da rádio Tom Social. www.robertoravagnani.com.br

Em uma live realizada esta semana, pude compartilhar e aprender, como sempre, muito sobre o trabalho voluntário e em uma das ponderações realizadas, que me surpreendeu por não ter pensado antes nessa possibilidade, foi que, só será voluntário um dia quem estiver com esta atitude dentro de si, que da mesma forma que pouco ajuda palestras de motivação, pois também para se motivar isto tem que estar dentro de si, mas, ainda bem que existe um mas para quase tudo, podemos dar ferramentas de reflexão, para que estas pessoas criem este incentivo interno para o trabalho voluntario assim como para a motivação diária.

Ufa que susto, pois caso não existisse o mas, estaríamos fadados a ter o que temos de voluntários, pois nossa cultura não nos ajuda na criação de mais voluntários, vivemos ainda uma cultura do “deixa que alguem resolve”, pais, estado, empresas, marido, esposa, entre outros, um ciclo vicioso difícil de ser quebrado ou extinto, depende de muita insistência e dedicação para isso, mas felizmente estamos aqui, bravos (nem tanto), guerreiros (da paz), incansáveis (nada disso), persistentes (ai sim) na labuta diária para falar e fazer o trabalho voluntario acontecer e ser conhecido e reconhecido. A motivação, esta dentro de cada um que incentiva este tipo de ação e que participa e faz diversas palestras de motivação, mas com o intuito de levar ou entregar o que de melhor tem nelas, ferramentas para nos motivar todas as manhãs a continuar e batalhar pelos nossos ideais.

O meu, levar o trabalho voluntário aos 4 cantos do país e de outros países, se torna um desafio e todos os dias acordo com ele tocando a sineta que estou atrasado, deveria ter começado esta corrida la nos idos de meus 20 anos de idade, mas la se vai tempo e falta de maturidade  e entendimento de quão poderosa é esta ferramenta, mesmo que tardiamente aprendida, com resultados incomensuráveis.

Outra coisa positiva do trabalho voluntário, não tem idade, portanto, nunca é tarde demais para começar e entender. Convido, como sempre faço, para juntos desempenharmos esta missão, uma andorinha solitária não faz verão.