​Deus quer, o homem sonha, a obra nasce

O sonho seria nada mais do que a realização de um desejo reprimido

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O tema desse artigo está nos versos do grande poeta Fernando Pessoa. O ser humano é dotado da incrível magia de sonhar. Quando crianças sonhamos com aquele brinquedo da vitrine, na adolescência com o amor proibido, na juventude com a faculdade e quando adultos, geralmente, sonhamos com um casamento feliz, com a casa própria, com o carrão na garagem e com uma família harmoniosa.

Sonhos! De onde eles vêm? Por que sonhamos?

São vários os estudos e diferentes respostas. A psicanálise explica o sonho como uma busca de solucionar conflitos e anseios que não foram plenamente satisfeitos no dia-a-dia. Freud acreditava que o sonho é uma forma particular de pensamento, que só se torna possível devido as condições favoráveis do sono. Resumindo, o sonho seria nada mais do que a realização de um desejo reprimido.

Mas espera um pouco. O que estou a escrever? Eu não quero ocupar um espaço com um artigo científico sobre sonhos, na verdade, eu quero é mostrar o lado bom do sonho.

Você sabia que tem gente que sonha alto? É isso mesmo, tem gente que sonha com a paz mundial, com a erradicação do analfabetismo, com empregos, moradias e comida para todo mundo. Tem gente que sonha em se tornar presidente para deslumbrar os sonhos descritos se tornarem reais, mas, neste caso, basta pouco tempo para isso tudo se tornar pesadelo...

Qual é o tamanho do seu sonho?

Qual é o seu? Ele é pequeno, médio, grande e parece impossível? Não importa o tamanho, mas que ele seja colorido. É isso aí, abuse, sonhe bastante, voe alto e sinta a alegria de como seria ver seu sonho realizado. Eu sempre digo um ditado: “Para sonhar, não se paga nada”, pelo menos por enquanto.

Certo poeta se perguntava: Vale a pena sonhar? Pensar que determinada coisa nos fará ser mais feliz, mas e se ela não se realizar? O sonho viraria frustração?

Só sei que deixar de sonhar é como deixar para trás a razão de viver, é não viver... só não deixemos esse sentimento morrer, pois é por ele que sonhamos, que vivemos!

Sonhos!

​O trânsito de Franca é o bicho!

Retrovisor! Seta! Acelerador! Embreagem! Freio! O francano não conhece bem essas funções.

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Retrovisor! Seta! Acelerador! Embreagem! Freio! 

Tenho certeza que esses nomes remetem a um carro ou ao simples ato de dirigir, não é? Mas se tratando do trânsito de Franca, a coisa não é tão simples assim. Como diz um amigo meu, tem gente que usa o retrovisor só para passar batom.

Xiiiii!!! Lá vem um daqueles discursos em que as situações caóticas do trânsito são colocadas como responsabilidade das mulheres. Fique tranquilo(a), o buraco é mais embaixo.

A falta de atenção do motorista francano é incrível. Tucanaram a barbeiragem! Alto lá! Quem nunca deu uma “barberadinha” que atire a primeira pedra...

Alguns motoristas dirigem pelas ruas da mesma maneira quando a cidade possuía um número de carros muito inferior aos dias de hoje. Meu pai é um bom exemplo, ele acredita que a responsabilidade de estar atento é de quem está conduzindo o veículo de trás, ou seja, se o motorista da frente atrapalhar o trânsito, seja trafegando lentamente pelo lado esquerdo, formando fila indiana em ruas largas que permitem fila dupla ou simplesmente esquecendo de usar a seta, o problema é inteiramente de quem vier atrás. Sinistro não? Por isso que, penso eu, meu pai já não dirige mais. Ufa! Menos um!

Falando no uso da seta, tem condutor que acredita que o famoso pisca-pisca só deve ser usado no período natalino. Ninguém merece! A gente tem que andar com uma bola de cristal para tentar desvendar a trajetória do (in) feliz motorista que perambula com a família dentro do carro, achando que está fazendo a coisa mais certa do mundo. Isso é o pior, no trânsito, os valores de certo e errado estão invertidos.

Falando em família, me vem à mente as (in) felizes mamães levando seus pimpolhos para as escolas, principalmente as particulares, penso que muitas acreditam que o espaço da rua também consta na mensalidade escolar, é incrível o que a gente vê! O duro é pensar que tudo isso é feito em prol da segurança das crianças. Pobre pimpolhos, que já estão sendo mal educados, pelo menos no quesito educação no trânsito.

E o que dizer dos que falam no celular, esquecem do volante e ficam “ziguezagueando” na rua. Bom, tem também os que ficam parados no semáforo mesmo depois dele ficar verde. Claro, é o momento de dar um beijo na namorada, mudar a frequência do rádio.

Queria terminar sem falar deles, os motoqueiros, aqueles que te cortam pela direita, no período noturno andam com o farol desligado e com aquele escapamento destruidor de tímpanos. Esses mereceriam não um artigo, mas uma tese de doutorado.

Ah! E o que dizer dos ciclistas que andam em fila, mas para o meio da rua. Fora os carros que vão do início ao fim da Av. Brasil, no meio da pista, tipo Martinho da Vila, “devagarzinho”.

Oh! E nem tente ultrapassá-los, pois sua mãe será homenageada e você será considerado estressado. Falando nisso, Chega! Ufa! Fala sério! O trânsito de Franca é o bicho!

​Marqueteiro político: uma espécie em extinção?

Deixa o campo o marqueteiro e entra o estrategista digital

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Pelo que tudo indica o marqueteiro político – o que possui perfil maquiador e manipulador) deve ficar de fora das eleições de 2018. Pelo menos na forma que a gente conhece. Será mesmo?

O título do post é polêmico, um tanto quanto forçado, ou não, se pensarmos no marqueteiro político no estilo João Santana, do PT, – o que senta na mentira e faz coisas que até o diabo dúvida. Ele e sua mulher Mônica Moura estão PRESOS pelos crimes de lavagem de dinheiro durante a 23ª fase da Lava Jato.

Evidentemente que por esse Brasil sem fronteiras ainda tem gente que contrata a peso de ouro marqueteiros que tendem a recorrer a recursos duvidosos para verem eleitos seus “bonecos de ouro”. Afinal, ainda há quem compre PIRITA (o ouro dos tolos) por aí.

O certo é que, a cada eleição, os eleitores seguem buscando informações sobre seus candidatos na internet. E é aqui que se abre um espaço para o ESTRATEGISTA DIGITAL.

Eleições 2018 serão as mais complexas da história?

O momento político do Brasil é dos mais complexos e complicados e certamente isso irá refletir nas Eleições de 2018.

Vivemos uma onda de rejeição à maioria dos políticos, desde os de carreira, passando pelos da bancada ruralista e religiosa. A previsão é de que haja uma renovação dos congressistas.

E aí entram os novos candidatos – com os bônus e ônus -, de empresários a artistas. Que vão pleitear as cadeiras do congresso.

Marketing Digital Político – uma estratégia para chegar lá

O marketing político nas redes digitais é possível ser realizado com antecedência - já tem alguns que começaram viu! - , já que não é preciso ser candidato para que suas ações populares sejam divulgadas, desde, claro, que ele não se coloque como candidato, o que é proibido antes dos 45 dias do pleito.

O futuro candidato, já nessa fase, precisa ter uma história de dedicação ao serviço público, em projetos sociais e de cidadania. Não dá mais pra construir uma história num banco de areia, caso contrário, mais na frente, qualquer embate e a construção do candidato vai ao chão.

É possível, desde já, usar o Twitter, o Youtube e o Facebook e Instagram e impulsionar (com grana, claro) essas histórias (reais) para um processo contínuo de construção da imagem do candidato.

Marketing Digital Político segundo o TSE

O candidato só poderá se apresentar como tal nos 45 dias que antecedem o pleito, definidos oficialmente pelo TSE nas últimas eleições.

As regras do pleito de 2016 certamente seguem valendo, ou seja, menos poluição sonora e visual, nada brindes ou showmícios e pouco investimento. Veremos se haverá novidades para 2018.

Resta ao candidato um forte investimento em estratégia digital, utilizando-se de infográficos, bom site, vídeos, textos que permitam bom ranqueamento no Google, uma boa base de e-mail marketing, entre outras estratégias.

Tudo isso, claro, pensando sob o ponto de vista do MÓBILE, afinal, 70% a 80% da assimilação de conteúdo se dá via celulares.

​Sua empresa não está nas redes sociais?

Investir em redes sociais não é um custo a mais; é uma obrigação para seguir bem com o negócio

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Estar na rede é obrigatório. São 3,6 bilhões de internautas. 2 bilhões são usuários ativos de redes sociais via celular.

A publicidade digital continua crescendo, nos EUA, deve ficar maior do que a da televisão ainda este ano e o investimento no mobile já ultrapassou o no desktop. Mas é um mercado concentrado: 85% do faturamento, lá, está nas mãos de Google e Facebook.

Como disse Caio Túlio Costa, consultor nas áreas de Comunicação Estratégica e Comunicação Digital, “no caso das marcas, a regra de ouro é sair da simplória autocomunicação para uma comunicação muito mais expressiva, a chamada business-related conversation, conversação orientada para negócios”.

Há uma série de requisitos para que a empresa estejam bem presente nas redes sociais. Há um trabalho bem orquestrado por uma boa equipe a ser feito. Uma pergunta simples (com respostas complexas) que sua empresa precisa fazer é: “Quais as melhores práticas e o que podemos tirar de proveito na utilização de canais digitais, enquanto ferramenta de comunicação e marketing?”.

E, convenhamos, investir nas redes sociais não é um custo a mais pra a sua empresa; é uma obrigação para qualquer um que queira se mover com sucesso no mundo em que vivemos. Caso contrário, sinto em lhe dizer, sua marca/empresa tende a não resistir a um mundo cada vez mais digital.

​Boris Casoy, o prêmio personalidade e eu

Conheci um Boris “ser humano” recebendo, todo emocionado, a homenagem aos seus 60 anos de profissão.

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Essa semana escrevo a coluna da capital Paulista. Estou em SAMPA participando, pela décima segunda vez, de um dos maiores congressos de Comunicação Corporativa do Brasil, o da Mega Brasil Comunicação. Pela quarta vez como integrante do time de profissionais que cobrem o evento. Minha responsabilidade é com postagens nas redes sociais da MEGA.

É sempre emocionante estar nos bastidores de um evento de comunicação. Usufruir da sala VIP de imprensa tem lá seus benefícios, como beber da fonte rica de conhecimento dos palestrantes que passam por ela – antes mesmo de seguirem para o palco da palestra. (na foto abaixo: Claudio Santos (Macho do século XX); Bia Granja (YouPix) e Pondé (Filósofo).

Todos os anos uma personalidade recebe o “Prêmio Personalidade da Comunicação”. Já vi feras da política, da educação, da cultura e da comunicação recebendo a homenagem. Umas delas foi a colunista do Jornal O Globo, Miriam Leitão, que se emocionou e emocionou a todos falando sobre a sua família e vida durante a cerimonia de homenagem em 2014.

Desta feita conheci e conversei com Boris Casoy. Ele não estava no seu personagem “sisudo” de jornalista. Era o Boris “ser humano” recebendo, todo emocionado, a homenagem aos seus 60 anos de profissão. S-E-S-S-E-N-T-A anos, capisce?

Nos altos dos seus 76 anos de idade, Boris recebeu a todos com singeleza e amabilidade, seja para as selfies, a tietagem ou uma rápida conversa sobre a política nacional, raro momento em que ele incorporava uma fisionomia mais séria.

Discurso de Boris Casoy durante o Prêmio Personalidade do ano

Tive o prazer de ser “presentado” pelo jornalista com o seu discurso feito durante a cerimônia de homenagem.

Iniciou agradecendo o prêmio e logo o discurso tomou rumo e ritmo político, que é a cara do jornalista. Abaixo disponibilizo algumas aspas de seu pronunciamento.

“O evento de hoje acontece num momento grave para o Brasil. O país – todos sabemos – está assolado por uma crise política e econômica sem precedentes... não vislumbramos soluções para os males...”

“... a impunidade está sendo combatida a partir da Operação Lava Jato, aliás, ultimamente fustigada e alvo de diversas tentativas de destruição por parte de corruptos de todos os matizes, tanto políticos, como representantes do crime organizado travestidos de empresários”.

“ O país, reconheçamos, discute muito, mas quase nada faz pela educação. A resultante tem sido verdadeiras fábricas de analfabetos funcionais. Não há país que evolua social e economicamente sem um processo educacional minimamente eficiente”.

“Com todos os defeitos que a imprensa brasileira possa ter, nossa atuação tem sido inequivocamente no sentido da busca de um país econômica e socialmente melhor e do aprimoramento da democracia. Exceções existem em todos os setores”.

Boris Casoy: É preciso passar o Brasil a limpo

Durante seu discurso, em nenhum momento Boris usou o seu bordão mais famoso “Isto é uma vergonha!” Mas finalizou com um outro: “É preciso passar o Brasil a limpo!”

​Liderança: caráter, poder e corporações

Estamos num momento em que líderes, corporações e políticos, numa só frase, é notícia policial.

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"Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder”. Nada melhor do que a frase de Abraham Lincol, o político estadunidense que liderou o país de forma bem-sucedida durante a Guerra de Secessão, preservando a União e abolindo a escravidão, para iniciar esse artigo.

O artigo, chega num momento em que líderes, corporações e políticos, numa só frase, faz parte de notícia de editoria policial. Aliás, convenhamos, esse caso de "atração perigosa" é bem antigo, mas isso é assunto para um outro texto.

Há um ditado que diz: “de um homem tudo se pode esperar, amor, compreensão e corrupção, inclusive de caráter". Mas é possível se manter íntegro em ambiente tão competitivo como o das empresas? Mais uma vez faço uso das palavras de Lincoln: “O caráter é como uma árvore e a reputação como sua sombra. A sombra é o que nós pensamos dela; a árvore é a coisa real. “As mais belas qualidades tornam-se inúteis, quando a força do caráter as não sustenta”, disse Théophile Gautier.

As corporações procuram - ou deveriam - por grandes lideranças com autoridade suficiente para comandar ou coordenar, mas de maneira ética e correta para inspirar, motivar e conseguir os melhores resultados da sua equipe. Mas é esse cenário que comumente nos deparamos na empresa? Não é raro encontrarmos lideres ou pessoas que almejam a função que intimidam e tentam controlar os outros. Mas bons gestores agem como pacificadores e neutralizadores. Ao invés de aguçar, acalmam e tranquilizam.

Algumas características dos grandes líderes levantadas no site Administradores: permitem que os outros sejam expressivos em suas opiniões e voltados para desafios e oportunidades; não estão ocupados demais para ouvir e sabem entender as necessidades, desejos e expectativas de cada um; não se sentem ameaçados sem ter o poder e o controle total de uma situação; não temem que seus lugares sejam ocupados, pois sabem que há espaço para mais gente excelente; acreditam em um ambiente de trabalho feliz, saudável e produtivo; dedicam tempo para conversar com cada colaborador sobre as funções, sobre quem eles são e como podem ajudar uns aos outros dentro da empresa; sabem o impacto e o valor da honestidade e da autenticidade; acreditam em parcerias e alianças, criam relações “ganha-ganha”.

Grandes líderes, de verdade, não têm grandes egos e se preocupam com os outros, passam despercebidos na equipe e sempre valorizam os resultados do grupo.

As sabias palavras de Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço e fundador da psicologia analítica, encerram a reflexão: "Onde reina o amor, não há vontade de poder, e onde domina o poder, falta o amor. Um é a sombra do outro."

​Drops da política nacional | Lula X Moro

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Não tinha como não ser diferente. Na coluna de hoje tem política sim senhor, afinal, não podemos ficar aquém de momentos da nossa história que podem definir o futuro do país, para melhor ou para pior. .

Imprensa  X militância

No geral, imprensa e militância do PT fizeram questão de transformar em show ou ringue o depoimento que o ex-presidente Lula deu ao Juiz Sergio Moro. Ficou um Fla X Flu, um Lula X Moro.

Empate técnico

Para alguns deu empate técnico. Em alguns momento Lula usou sua verborragia peculiar e ao invés de provar, atacava com ironias e jogava com palavras que a torcida queria ouvir. Em outros momentos Moro encurralava Lula e deixava o ex-presidente com cara de menino que fez coisa errada.

Lula deu um 7 x 0 pra cima de Moro

Para a militância cega e paga (seja na Imprensa ou fora dela) Lula detonou o Juiz Sergio Moro. Suas ironias seriam verdades que a Lava Jato e a imprensa PIG precisavam ouvir.

Moro detonou Lula

Juridicamente e tecnicamente, para muito, Moro encurralou Lula, deixando-o sempre com aquela cara de menino que fez coisa errada e sobrando o famoso “Eu não sabia”; “Eu não conheço” e “isso era coisa da Marisa”. Utilizar-se desses jargões que sempre deixaram Lula com cara de culpado e ainda jogar a culpa para a saudosa primeira dama foi algo que “entregou” o presidente e fez gerar memes sarcásticos em toda a internet.

A verdade sobre Lula X Moro

Não existe confronto. Existe o judiciário. Apesar de parte da imprensa e a militância desejar esse MMA durante o depoimento, não houve um debate por que o depoimento faz parte de um processo onde Lula já e RÉU e o Juiz Sergio Moro está dando a oportunidade de Lula se defender, o que ele não fez.

Há provas circunstanciais e testemunhais suficientes. O que não há é uma explicação para elas existirem que absolva Lula.

A militância (cega) do PT precisa parar de exigir uma prova cabal da propriedade do triplex por parte de Lula. É constrangedor. Pega mal. A acusação é de OCULTAÇÃO de patrimônio.

Eles querem um papel que tenha a assinatura de Lula. Mas quem disse que qualquer ladrão profissional e, principalmente, de colarinhos brancos vão ter escritura, extrato ou “papel passado” do produto do roubo? Mas algum rastro sempre aparece. E esses rastros estão aí, fazendo suas delações, inclusive pessoas ligadas ao PT. Vide depoimento do marqueteiro petista João Santana, que disse sobre os repasses de caixa 2 que atrasavam durante a campanha de Dilma em 2010. “Nestas oportunidades, tanto Lula como Dilma se comprometeram a resolver o impasse e, de fato, voltavam a ocorrer”, ele declarou. Do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, o publicitário diz ter ouvido que tudo dependia “da palavra final do chefe”, referindo-se a Lula. Foi Palocci quem primeiro lhe perguntou se teria conta no exterior e determinou que os pagamentos, via Odebrecht, seriam feitos por lá “para segurança de todos”. Certa vez, Santana ouviu de Lula, em tom de brincadeira, a pergunta: “E aí, os alemães têm lhe tratado bem?”. Referia-se aos Odebrecht. (Estadão)

Os fins justificam o meio

Eu, como eleitor que fui de figuras do PT, como o próprio Lula, Suplicy e Mercadante - os únicos do Partido dos trabalhadores que ainda não foram presos - creio que a militância (cega) está imbuída de uma ira nada sagrada e acha que os fins justificam os meios. Ou então, alguns, pertencem ao grupo que se beneficiou desses esquemas, direta ou indiretamente . Ou seja, estão legislando em causa própria ou ainda acreditam que exista o PT do estatuto, ou seja, que se preocupa pelo social e faz algo pelo povo, livre de corrupção e sendo a pessoa/partido mais honesto do Brasil.

Conspiração monstruosa

É incrível como a militância (cega) acredita numa conspiração monstruosa, envolvendo uma multidão de promotores, policiais, juízes, repórteres e, principalmente, dezenas de executivos de diferentes empresas com histórias semelhantes, que provavelmente se reuniram antes em um sítio de Ibiúna e combinaram: "OK, pessoal, vamos quebrar nossas empresas, pagar multas de bilhões, devolver todo o dinheiro que roubamos e talvez pegar algum tempo de cadeia, mas desta vez ferramos o Lula, para que nunca mais um nordestino semianalfabeto ouse melhorar a vida dos pobres do Brasil", como disse um leitor do blog do Josias.

Somente Renato Duque devolveu mais de R$ 260 milhões aos cofres públicos. No total da lava a jato já passou de R$ 1 bilhão. Só faltam afirmar que os inimigos políticos é que fizeram os depósitos bilionários para incriminar a alma mais honesta nunca vista nesse país. Haja colírio alucinógeno, diria Simão, o macaco.

Lula, claro, segue cumprindo o roteiro do ator que lhe resta, já que não pode fazer um mea culpa a esta altura dos acontecimentos. Existem atores extraordinários e atores ordinários. Os extraordinários imortalizam personagens. Os ordinários não convencem ninguém, mas conseguem fazer a alegria de sua plateia amestrada.

Mas como diria o grande Fellini (cineasta): "Cinema-verdade? Prefiro o cinema-mentira. A mentira é sempre mais interessante do que a verdade". e parece que militantes (os cegos) adoram levar isso ao extremo.

​Que tal viver uma VIDA MINIMALISTA?

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Você sabe o que é uma VIDA MINIMALISTA? Sabia que há pessoas no mundo todo que adotaram e estão tentando adotar viver uma vida assim?

Como estilo de vida, minimalismo nada mais é do que o princípio de reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos no nosso cotidiano. É reduzir o consumo excessivo.

Você conseguiria viver em outro país e trabalhar nele durante seis meses com seis trocas de roupas e dois pares de sapatos?

Foi o que ocorreu com a participante (eliminada) do Masterchef (BAND) Caroline Martins. Ela foi muito criticada durante sua participação no programa porque usava sempre um vestido azul e um par de botas. (abaixo a explicação que ela deu às pessoas)

Ela, que é Pesquisadora do Instituto tecnológico da Aeronáutica (ITA), resolveu explicar o motivo em suas redes sociais. O relato dela nos surpreende e nos convida a uma reflexão, principalmente para quem sempre está dizendo: “só serei feliz quando (conquistar isso e aquilo e mais aquilo…”? O tempo passa as conquistas vão ocorrendo e você e sua felicidade ficam dependendo de conquistas esporádicas que não têm fim.

Mas por que não ser feliz agora, com o que você é, com o que você tem, ao lados de seus queridos?

Gostei do testemunho de vida dela, que é basicamente deixar as neuras para sustentar aparências. Demolir ditaduras sazonais da moda escravista - há um termo no vocabulário da moda chamado ARMÁRIO DE CÁPSULA, que pede um guarda-roupas sem excessos.. Enfim, o de viver bem consigo é o que vai refletir da sua Alma.

A questão não é deixar de consumir porque, na verdade, é praticamente impossível viver uma vida sem consumo. O consumo faz parte da nossa realidade, gera empregos. Mas isso não significa que não possamos consumir de maneira mais consciente.

​A síndrome de Adão e o ensinamento do apóstolo Paulo

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Há quanto tempo você não reconhece o próprio erro ou vive culpando os outros? Seja no trabalho, na escola, no trânsito, na igreja ou num relacionamento com amigos ou com o parceiro (a). Não, não responda agora! Você pode estar se precipitando.

É certo que cometemos erros... mas reconhecê-los são outros quinhentos! Vejamos uma breve história bíblica para ilustrarmos essa dificuldade de reconhecer o erro e, num outro momento, a grandeza e os benefícios da auto-avaliação.

Adão, aquele criado por Deus, quando caiu em pecado — ele comeu o único fruto que Deus proibira, oferecido por Eva, sua companheira. — se escondeu com medo do que poderia lhe acontecer. Então Deus foi ter com ele no paraíso e lhe disse:

- ...Comeste do fruto de que te ordenei que não comesses?

Adão respondeu:

- A mulher que me destes por companheira deu-me e comi.

“A mulher que me destes”! Com estas palavras Adão queria eximir-se da culpa do fato ocorrido. Mas pensemos: Adão não tinha razão? A serpente enganara Eva primeiramente, e esta por sua vez foi quem ofereceu o fruto a Adão. Mas ficam aqui perguntas a serem analisadas: Adão não poderia ter rejeitado? Um erro justifica o outro?

O erro é sempre do outro

Eis aí a síndrome de Adão. O erro é sempre do outro. Estamos cheios da razão! E neste caso, Adão quis culpar até Deus, “a mulher que Tu me destes” e, claro, a própria Eva.

Um psicólogo disse-se uma vez que o ato de culpar o mundo, as pessoas, o destino e até a Deus por situações difíceis que vivemos, “tem no âmago a insegurança que sentimos em relação às nossas próprias certezas” . Esta insegurança, quase sempre inconsciente, baseia-se no sentimento infantil de onipotência e de perfeição, desenvolvido como instrumento de sustentação de um pseudo equilíbrio.

Culpar os outros e não reconhecer os próprios erros é uma espécie de auto-defesa. Temos medo da avaliação e rejeição das outras pessoas em relação às nossas falhas. E isso tudo acontece de uma maneira natural.

A importância da autoanálise

Bom, sigamos um pouco mais à frente e vamos conhecer a lição que o apóstolo Paulo nos deixou através da carta enviada à Igreja de Coríntios. Com referência à Santa Ceia do Senhor, Paulo escreve.

“Examine-se o homem a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice...”

Estas palavras não necessitam de explicação. Está clara a intenção do escritor. Para participar desta grande festa de celebração que reúne toda comunidade cristã em lembrança ao sacrifício vicário do Senhor Jesus é necessário que cada um analise a si mesmo.

Não é possível comungar do corpo e do sangue de Cristo apontando e culpando os outros, ou seja, achar que só os outros erram e que eles não podem participar da festa ou de qualquer benção de Deus.

E você... quantas vezes já feriu alguém?

O problema é que agimos como Adão e achamos que nunca erramos, que a culpa é sempre do outro. Ninguém quer expor suas limitações e ficar por baixo na relação: Eis outro problema — orgulho ferido.

Como ainda me confessa o psicólogo: “são poucas as pessoas que conseguem enfrentar a realidade de que somos arquitetos do nosso destino e que tudo o que nos acontece é fruto de nossas próprias ações. O amadurecimento individual passa pela consciência de que colhemos o que plantamos e somos os únicos responsáveis pelas nossas alegrias e tristezas”.

Oxalá que ajamos de acordo com as recomendações do grande apóstolo, “Examinar a nós mesmos e assim...”, pois desta maneira, deixaremos de nos comportar como vitimas de uma grande conspiração. E, as coisas chegarão no seu devido lugar. A igreja cresce, o trabalho rende, os amigos se aproximam e o amor toma conta do relacionamento.

O perdão e o reconhecimento são passos para uma vida melhor e mais feliz. Pode crer!

​A força do perdão

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Há uma passagem no evangelho de Mateus que Pedro questiona a Jesus: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. [Mateus 18:21,22]

A conta de multiplicação aqui é simples: 70 x 7 = 490. O número 7 na Bíblia tem significado de totalidade, plenitude, complementação, portanto, o resultado final que se espera desse ensinamento de Jesus é o perdão sem limites, incondicional e capaz de romper a espiral da violência física, espiritual e mental que há por detrás da falta de perdão.

Perdoar, perdoar, perdoar...

Perdoar não é sinal de fraqueza, assim como também não é sinônimo de esquecer. Perdoar não é indiferença.

O perdão deve ser praticado e ocorrer como um ato de vontade verdadeira e de lucidez e acolher o outro assim como ele é, apesar do mal que nos tenha feito. O perdão não consiste em responder a uma ofensa com outra ofensa, mas em fazer aquilo que diz o apóstolo Paulo: “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.

É fácil perdoar alguém que fez mal a nós, à nossa família, aos nossos filhos ou algum ente que nos é querido? Claro que não.

Mas o certo é que o perdão oferece a oportunidade de estabelecer um novo relacionamento com você mesmo e com o outro, de recomeçar a vida e de ter dias melhores em que a dor, o rancor e o mal não falem mais alto.

Quem não perdoa:

· Destrói a Ponte que um dia vai precisar usar.

· Desenvolve um câncer na alma.

· Nunca vai experimentar o milagre da transformação em sua Casa.

· Não tem Paz.

· Abre uma brecha enorme na alma para a depressão.

· Não tem suas emoções conquistadas.

· Vive como um prisioneiro dos sentimentos negativos.