​A síndrome de Adão e o ensinamento do apóstolo Paulo

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Há quanto tempo você não reconhece o próprio erro ou vive culpando os outros? Seja no trabalho, na escola, no trânsito, na igreja ou num relacionamento com amigos ou com o parceiro (a). Não, não responda agora! Você pode estar se precipitando.

É certo que cometemos erros... mas reconhecê-los são outros quinhentos! Vejamos uma breve história bíblica para ilustrarmos essa dificuldade de reconhecer o erro e, num outro momento, a grandeza e os benefícios da auto-avaliação.

Adão, aquele criado por Deus, quando caiu em pecado — ele comeu o único fruto que Deus proibira, oferecido por Eva, sua companheira. — se escondeu com medo do que poderia lhe acontecer. Então Deus foi ter com ele no paraíso e lhe disse:

- ...Comeste do fruto de que te ordenei que não comesses?

Adão respondeu:

- A mulher que me destes por companheira deu-me e comi.

“A mulher que me destes”! Com estas palavras Adão queria eximir-se da culpa do fato ocorrido. Mas pensemos: Adão não tinha razão? A serpente enganara Eva primeiramente, e esta por sua vez foi quem ofereceu o fruto a Adão. Mas ficam aqui perguntas a serem analisadas: Adão não poderia ter rejeitado? Um erro justifica o outro?

O erro é sempre do outro

Eis aí a síndrome de Adão. O erro é sempre do outro. Estamos cheios da razão! E neste caso, Adão quis culpar até Deus, “a mulher que Tu me destes” e, claro, a própria Eva.

Um psicólogo disse-se uma vez que o ato de culpar o mundo, as pessoas, o destino e até a Deus por situações difíceis que vivemos, “tem no âmago a insegurança que sentimos em relação às nossas próprias certezas” . Esta insegurança, quase sempre inconsciente, baseia-se no sentimento infantil de onipotência e de perfeição, desenvolvido como instrumento de sustentação de um pseudo equilíbrio.

Culpar os outros e não reconhecer os próprios erros é uma espécie de auto-defesa. Temos medo da avaliação e rejeição das outras pessoas em relação às nossas falhas. E isso tudo acontece de uma maneira natural.

A importância da autoanálise

Bom, sigamos um pouco mais à frente e vamos conhecer a lição que o apóstolo Paulo nos deixou através da carta enviada à Igreja de Coríntios. Com referência à Santa Ceia do Senhor, Paulo escreve.

“Examine-se o homem a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice...”

Estas palavras não necessitam de explicação. Está clara a intenção do escritor. Para participar desta grande festa de celebração que reúne toda comunidade cristã em lembrança ao sacrifício vicário do Senhor Jesus é necessário que cada um analise a si mesmo.

Não é possível comungar do corpo e do sangue de Cristo apontando e culpando os outros, ou seja, achar que só os outros erram e que eles não podem participar da festa ou de qualquer benção de Deus.

E você... quantas vezes já feriu alguém?

O problema é que agimos como Adão e achamos que nunca erramos, que a culpa é sempre do outro. Ninguém quer expor suas limitações e ficar por baixo na relação: Eis outro problema — orgulho ferido.

Como ainda me confessa o psicólogo: “são poucas as pessoas que conseguem enfrentar a realidade de que somos arquitetos do nosso destino e que tudo o que nos acontece é fruto de nossas próprias ações. O amadurecimento individual passa pela consciência de que colhemos o que plantamos e somos os únicos responsáveis pelas nossas alegrias e tristezas”.

Oxalá que ajamos de acordo com as recomendações do grande apóstolo, “Examinar a nós mesmos e assim...”, pois desta maneira, deixaremos de nos comportar como vitimas de uma grande conspiração. E, as coisas chegarão no seu devido lugar. A igreja cresce, o trabalho rende, os amigos se aproximam e o amor toma conta do relacionamento.

O perdão e o reconhecimento são passos para uma vida melhor e mais feliz. Pode crer!

​A força do perdão

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Há uma passagem no evangelho de Mateus que Pedro questiona a Jesus: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete. [Mateus 18:21,22]

A conta de multiplicação aqui é simples: 70 x 7 = 490. O número 7 na Bíblia tem significado de totalidade, plenitude, complementação, portanto, o resultado final que se espera desse ensinamento de Jesus é o perdão sem limites, incondicional e capaz de romper a espiral da violência física, espiritual e mental que há por detrás da falta de perdão.

Perdoar, perdoar, perdoar...

Perdoar não é sinal de fraqueza, assim como também não é sinônimo de esquecer. Perdoar não é indiferença.

O perdão deve ser praticado e ocorrer como um ato de vontade verdadeira e de lucidez e acolher o outro assim como ele é, apesar do mal que nos tenha feito. O perdão não consiste em responder a uma ofensa com outra ofensa, mas em fazer aquilo que diz o apóstolo Paulo: “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”.

É fácil perdoar alguém que fez mal a nós, à nossa família, aos nossos filhos ou algum ente que nos é querido? Claro que não.

Mas o certo é que o perdão oferece a oportunidade de estabelecer um novo relacionamento com você mesmo e com o outro, de recomeçar a vida e de ter dias melhores em que a dor, o rancor e o mal não falem mais alto.

Quem não perdoa:

· Destrói a Ponte que um dia vai precisar usar.

· Desenvolve um câncer na alma.

· Nunca vai experimentar o milagre da transformação em sua Casa.

· Não tem Paz.

· Abre uma brecha enorme na alma para a depressão.

· Não tem suas emoções conquistadas.

· Vive como um prisioneiro dos sentimentos negativos.

​Dicas do Facebook para identificar notícias falsas

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Já alertei nas minhas diversas redes sociais sobre o perigo de disseminar notícias falsas, principalmente em época de eleição. Só aqui para a minha coluna do Jornal da Franca já escrevi dois artigos sobre o assunto: Por que compartilhamos mentiras? (clique aqui para ler) e Notícias falsas na Internet (clique aqui para ler)

Agora, o Facebook também alertou sobre esse tema por intermédio de uma mensagem, que os usuários da rede receberam ao entrar no feed de notícias. Quem clicou pode conferir as dicas que a rede social de Mark Zuckerberg deixou.

São dicas que com o apoio do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

Confira algumas dicas do Facebook de como identificar notícias falsas

Seja cético com as manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Se alegações chocantes na manchete parecerem inacreditáveis, desconfie.

Olhe atentamente para a URL. Uma URL semelhante à de outro site pode ser um sinal de alerta para notícias falsas. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos fazendo pequenas mudanças na URL. Você pode ir até o site para verificar e comparar a URL de veículos de imprensa estabelecidos.

Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se a história for contada por uma organização não conhecida, verifique a seção "Sobre" do site para saber mais sobre ela.

Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Redobre a atenção na leitura se perceber esses sinais.

Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio.

Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas.

Verifique as evidências. Verifique as fontes do autor da reportagem para confirmar que são confiáveis. Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas.

Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa. Se a história for publicada por vários veículos confiáveis na imprensa, é mais provável que seja verdadeira. (ainda assim é importante verificar, vide o que escrevem alguns portais e colunistas (renomados), mas ligados a partidos e políticos e, portanto, com interesses, muitas vezes escusos) <= grifo meu

A história é uma farsa ou uma brincadeira?

Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira. (que tal usar sites como o Boatos.org ou o E-farsas para pesquisar se a notícia é falsa?) <= grifo meu

Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verossímeis.

​Os números atuais das redes sociais no mundo

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Os números crescem, amigos, até quando não sabemos. Há redes sociais para tudo quanto é gosto. Seja para conhecer outras pessoas, uma namorada, um marido ou para conversar de forma mais ágil ou ainda, publicar fotos e gravar um vídeo mostrando todo o seu talento.

O Facebook segue líder absoluto em número de usuários no mundo. A rede social de ​Mark Zuckerberger está antenada com as tendências e hábitos dos usuários e buscando sempre a renovação, (copiando atrativos de outras redes) para que não ocorra algo como o Orkut, o Google Plus e outras redes que já fecharam as portas ou que estão como uma cidade fantasma.

O ranking* abaixo foi elaborado a partir dos dados do portal de estudos e estatísticas Statista. *Há bastante variações de pesquisa para pesquisa.

Ranking das redes sociais mais utilizadas no mundo

Por que as pessoas usam redes sociais?

Hoje as pessoas querem ser mais emissoras do que receptoras. Elas querem projetar no mundo real determinada imagem de si próprias, esperando receber em troca uma “confirmação” de que o mundo se parece com elas. É possível criar fantasias nesse mundo e uma imagem daquilo que gostaríamos de ser. As pessoas gostam de se relacionar e de contar aspectos de sua vida particular às outras e a web potencializou esse comportamento.

​Cliente bom é cliente que reclama

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Cliente bom é cliente que reclama. Convenhamos, nem todo empresário acredita nessa máxima, não é?

Nos tempos de redes sociais - cada cliente tem o seu próprio canal de reclamação - com sites como o Reclame Aqui, muitos ficam bravos quando o cliente usa os espaços para reclamar do produto, do serviço, da marca.

Muitas empresas já possuem o SAC 2.0 e outras o SAC 3.0 e respondem às solicitações e reclamações dos clientes. Mas o que, de fato, a empresa está fazendo com todo esse retorno?

Afinal, o que é feito quando chega uma reclamação? Fica nervoso e com raiva ou aproveita a oportunidade para fortificar a relação com aquele cliente e, principalmente, em casos de reclamação expandida, revê a cadeia criativa (design), produtiva, qualitativa e até de precificação dos produtos e serviços?

Crie indicadores de performance (KPI), faça avaliações internas e acompanhe o que está sendo feito em relação à reclamação. Use um software de CRM pra organizar todo o processo de atendimento. Há, inclusive, opções grátis de CRM na web.

Ouvir o outro é uma arte. Estar disposto a se relacionar e a melhorar processos é o passo seguinte.

E isso vale para empresas, pastores e líderes em geral, que precisam aprender a ouvir membros, clientes e colaboradores. Uma sugestão, um comentário ou até mesmo uma crítica podem fazer a diferença para melhorar a igreja, a marca, o produto.

Infelizmente muitos preferem ignorar, rotular e “banir” das listas de preferências, do círculo de amizades, dos departamentos, dos cargos e das oportunidades de crescimento.

O silêncio que preocupa

Eu sempre digo: o silêncio é ensurdecedor. É isso mesmo. O silêncio também é um brado. Muitos se silenciam por não ter a sua voz ouvida em algum (ns) momento (s) e optam por não falar nada.

Não se atentar e/ou ignorar quem age assim é dar sopa ao azar, é estar com um pé no fracasso, é brincar com fogo, é pisar em ovos, é fechar os olhos, dormir em berços esplendidos e achar que está agradando quando, na verdade, está sendo apenas isolado por pessoas que não querem se preocupar, dar murro em ponta de faca ou não estão comprometidas mesmo. [Lembre-se, nesse caso, da história do comprometimento do porco e da galinha]

​O líder que sabia lidar com os diferentes

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Jesus era totalmente comprometido com sua causa - seu objetivo era construir, e não destruir; educar, e não explorar; dar apoio e fortalecer, e não dominar. Iniciou seu ministério com uma equipe de 12 pessoas distintas, com suas habilidades e defeitos, e que estavam longe de serem perfeitas.

Muitos não aceitam as diferenças porque estão (ou exigem) num padrão de perfeição e de dogmas que não foram ensinados por Cristo... e daí, tudo que é o oposto, acaba sendo ignorado, perdendo a oportunidade de usufruirmos do melhor que cada um pode oferecer.

Perfis dos discípulos de Jesus

1. SIMÃO PEDRO - Era pescador de profissão. Tinha pouco estudo. Era impulsivo, amoroso, tímido, explosivo e entendia com dificuldade os ensinamentos

2. ANDRÉ – Irmão de Pedro. Pescador. Foi um homem zeloso, sincero e dedicado em sua tarefa de apóstolo

3. TIAGO – Pescador. Tinha personalidade forte e ambiciosa. Foi um dos mais íntimos discípulos de Jesus.

4. JOÃO – Pescador. A princípio era de espírito exaltado e indisciplinado.

5. FILIPE - Possuía uma personalidade tímida e inicialmente um pouco incrédulo.

6. BARTOLOMEU - Foi uma pessoa em quem não se via dolo, fraude, era honesto.

7. TOMÉ – Pescador. Foi uma pessoa determinada, mas no momento propício não creu na ressurreição de Jesus.

8. MATEUS - Cobrador de impostos (publicano). Homem humilde, educado e provavelmente abastado.

9. TIAGO, de Alfeu – Pescador. Era um galileu tipicamente impulsivo e tempestivo.

10. JUDAS, o Tadeu- Era bastante temeroso e um pouco incrédulo.

11. SIMÃO, o Zelote - Era uma pessoa zelosa e cuidadosa em sua vida e ministério.

12. JUDAS ISCARIOTES - Era egoísta, ambicioso e possuía um espírito egocêntrico.


A Bíblia não dá mais detalhes sobre o “jeito de ser” desses 12 homens. Mas, assim como nos dias atuais, eram pessoas com qualidades e defeitos. E é interessante que, apesar de pouco que se sabe dos perfis dos apóstolos, boa parte é de caráter negativo.

Naquele tempo já era comum olhar mais os defeitos do que as qualidades. Mas o que será que Jesus viu em cada um deles?

A resposta, agora não importa muito, mas como Terrot Reaveley Glover disse: “O maior milagre da história parece ter sido este: a transformação que Cristo conseguiu operar naqueles homens.” Fortalecidos por seus ensinos, pela sua ressurreição e pelo Espírito, saíram a transformar o mundo, e dez deles deram sua própria vida para levar avante aquela divina cruzada.

Que as grandes lideranças, eclesiásticas, empresariais ou sociais, possam estar aptas e receptivas aos diferentes e a entenderem que o importante dessa vida está em compreender as diferenças do próximo e aceitá-las sem querer mudá-las com criticas. Acima da crítica, está o exemplo, o ensino e o amor, esses sim, capazes de mudar a melhorar qualquer perfil e quiçá o mundo.

​E esse tal influenciador digital... funciona?

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Está todo mundo falando, escrevendo e entrevistando pessoas que são consideradas Influenciadores nas redes sociais. Quem são? O que fazem? Vale a pena contratar ou fazer parceria? (as marcas querem saber).

A resposta é SIM e NÃO?

- Hã?!?!

Calma, eu explico.

Antes é bom explicar, para os leigos, o que é esse tal de Influenciador Digital

O que é um INFLUENCIADOR DIGITAL?

É muito simples. Basicamente, o influenciador digital é uma pessoa que, pelo conteúdo que domina e posta - que seja a polêmica (vide Felipe Neto) - se populariza nas redes sociais. Pode ser em uma, em duas ou em várias; do YouTube ao Instagram.

Então ficou fácil... toda celebridade é um influenciador digital ou vise e versa, né?

Não é bem assim!

Há os que são extremamente conhecidos, as grandes celebridades digitais, e tem aqueles que são reconhecidos dentro de um campo específico de atuação ou até mesmod e uma região, estado, cidade.

No mais, há influenciadores com grandes números (likes/seguidores/comentários), mas com baixa conversão (Leia, nesse caso, conversão em vendas de produtos ou serviços).

Passado, presente e futuro do influenciador digital

O influenciador digital é uma realidade. Os números mostram. Pesquisas indicam que 30% dos pais admitem que estão propensos a gastar mais em um produto de roupas para seus filhos se ele foi “induzido” por algum influenciador digital, como uma blogueira, vlogger ou instagrammer e que 92% dos usuários confiam mais em recomendações de outras pessoas --mesmo as que não conhecem - do que em conteúdo publicitário da própria marca.

- Então é só contratar um influenciador com alto números, bom em algum tema, que os seguidores estejam dentro do filtro que a minha marca precisa e pronto?

Não é bem assim. Veja o caso do sueco Felix Kjellberg, dono do PewDiePie, apontado como o maior youtuber do mundo, foi acusado de nazista e antissemita. O The Wall Street Journal fez uma investigação profunda e encontrou nove vídeos postados que apresentavam imagens nazistas ou humor antissemita.

O cara ainda continua um fenômeno, mas com a conta bancaria menor. Duas marcas deixaram de o patrocinar: a Disney Maker Studios e o Google. Para a marca ficou o amargo sabor da velha máxima: “se ficar o bicho pega se correr o bicho come”. Afinal, muitos seguidores deixaram o canal do youtuber, mas muitos não viram nada demais no “deslize” do cara.

Influenciador Digital: O que eu acredito que vale a pena?

O relacionamento com influenciadores, nos moldes digitais, ainda é novo e há muito o que tatear, fazer o teste A-B, sempre com o tal risco calculado na pauta.

Mas creio num modelo de influenciador um pouco diferente. O regional. O local. Ele pode ter menos seguidores, podem não ser uma celebridade, mas ele ainda consegue manter um relacionamento mais próximo com quem o segue, o que dá mais credibilidade ao que ele propaga (sua marca / seu produto).

E essa minha crença está embasada, inclusive, em uma pesquisa. Um estudo financiado pela Expercity concluiu que os micro-influenciadores digitais possuem mais poder de persuasão do que as celebridades digitais.

Mas para isso funcionar, creio que a marcar precisa deixar a coisa fluir de acordo com a região do influenciador. Por exemplo: se você deseja vender seu sapato para cidades do interior de Minas Gerais, deixe o influenciador da região mandar um: - “Óia! Esse trem aqui é bão dimais da conta sô!”.

Dicas para escolher um influenciador

Tenha objetivos claros e mensuráveis: Quais as metas? Quanto quero vender? O que vai acrescentar pra a empresa/marca? O que eu quero? (​Awareness; Brand Perception ou Conversão)

Saber quem é o influenciador e manter um relacionamento: Qual o conteúdo dele? Quem o segue? O conteúdo dele tem a ver com a marca? Ele está a vontade pra falar naturalmente do seu produto/marca/empresa? A maneira como ele fala encaixa o seu produto ou você precisa passar um texto pronto que vai tirar a naturalidade e gerar desconfiança por parte do seguidor? Evite apenas uma oportunidade pontual (não é errado, tá?), mas crie uma relação com o influenciador pelo menos a média prazo, que seja, assim a relação fica mais intima e a credibilidade e a conversão cresce sistematicamente.

Por que compartilhamos mentiras?

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Nos tempos da internet e o fato de compartilhar algo estar a um clique - nas mais variadas plataformas e redes sociais - , infelizmente, pouco importa o que de fato houve (a verdade dos fatos). O que vale nos dias de hoje é o DESEJO de que determinada coisa tenha ocorrido porque ela está alinhada com o que pensamos e acreditamos.

Eu vejo por aí muita militância ideológica (e pessoas comuns que caem em armadilhas ideológicas) compartilhando coisas que já foram desmentidas há muito tempo. Já escrevi vários posts sobre isso nos meus variados blogs que mantenho.

Mas como a pessoa quer acreditar que aquilo é verdadeiro, para desbancar/desmerecer ou ainda atacar adversários não importando como (assista Scandal ou House of Cards - NETFLIX), então ela coloca uma venda e compartilha/fabrica tal informação com o desejo de que realmente seja verdadeira.

E, pasmem, isso não é algo inerente apenas aos menos avisados. Não! Tem imprensa agindo assim, Tem professores e doutores de alta calibre. Tem religiosos sendo assim. Uns por má fé, outros por ideologia cega e outros ainda fazendo sentido à expressão "Maria vai com as outras".

Portanto, desconfie, sempre daquela notícia, daquele post que "endosse" a sua ideologia. Pesquise mais. Análise mais! Não fique numa bolha.

Não sou do tipo que acredita em teorias da conspiração generalizadas, mas veja outras fontes (e desconfie delas também).

​Herrar é umano

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O erro no título do artigo de hoje foi proposital, claro. Um risco calculado. Mas quantas vezes o medo da repercussão de uma falha fez com que recolhêssemos as asas da imaginação e com os pés no chão buscássemos o lugar comum, algo mais seguro?

Vivemos tempos de nos mostrarmos perfeitos 24h. Aplicativos para retocar a selfie não faltam. Ando até com medo de passar pela pessoa que sou amigo no Facebook e não a reconhecer.

Ah! Mas se alguém coloca os verdadeiros sentimentos para fora vem logo uma mensagem inbox dizer que não podemos ser tão sinceros assim, que há headhunters de olho no que publicamos nas redes sociais.

Elbert Green Hubbard foi um filósofo e escritor norte-americano. Famoso por ser o autor do famoso ensaio Mensagem para Garcia, disse certa vez que "o maior erro que você pode cometer, é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum".

Antigamente, se você fazia uma piada e ela não era boa, no dia seguinte ninguém mais se lembrava dela. Hoje a piada ruim fica tatuada na internet (nos prints) e você levará consigo a marca do erro, mesmo daqui a 10 anos, quando a vida lhe trouxer mais maturidade e você desejar não ter feito aquela piada ruim.

Mas somos humanos. E errar é humano (grafia certa, agora). Então temos que ter cuidado antes de começar a atirar pedras em todos. Se a pessoa fez algo errado, ou disse algo desastroso, não a reduza a pó. Aliás, você já leu esse meu artigo sobre "As dificuldades da sociedade atual em assumir os seus erros"?

Ninguém merece, por um erro, ser reduzido, diminuído. Não se coloque como juiz dos outros, mas antes, examine-se a si mesmo. E fazendo uso de outra expressão Bíblica: Não julgueis para que não sejais julgados.

O erro, o acerto e os riscos andam juntos, claro.

E quando falamos em inovação e novos produtos existe uma fase BETA para testes A-B. E se o A não deu certo não significa um erro, mas um indicativo que você testar o B..,talvez o C ou o D.

A gente ouviu dos pais é que ‘errando que se aprende’. Mas como incentivar nossas crianças a serem criativas a fazerem algo novo se estamos sempre as corrigindo sem antes mesmo delas tentarem fazer a mesma coisa de maneira diferente?

O erro não é o mesmo que fracasso. O erro é um caminho para o acerto. Na verdade, aprender a “cultura do errar” faz com que você tenha mais chances de ser bem sucedido na sua próxima tentativa.

​O impressionante é rir de si mesmo

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Aprendi a rir dos meus defeitos e erros. Aprendi a rir com quem aponta os meus defeitos. Muitas vezes tiro sarro de mim mesmo. Eu sou a piada.

Geralmente, quando a pessoa consegue encarar com bom humor alguma característica ou condição que antes era encarada como um problema, mostra que ela aceitou e está de bem com o que já foi capaz de causar sofrimento em algum momento de sua vida.

E quase sempre me pego fazendo críticas à minha pessoa. Alguns vão dizer que sou pessimista ou outra coisa que o valha.

Mas sigo crendo que para mudar o mundo devo começar por mim. Se for criticar alguém (por mais que mereça) preciso fazer autoanálise diariamente e melhorar. Quando se tem uma visão mais positiva dos acontecimentos, é mais fácil se concentrar nos talentos ao invés dos defeitos.

É preciso ser autoconfiante para saber rir de si mesmo e fazê-lo sem se humilhar. Essa percepção é muito importante. Portanto, rir das próprias desgraças não é flagelo ou auto bulling, mas é dar um drible na vida e aplicar o famoso "rodar a baiana e dar a volta por cima".

Eu sou assim! É tão bom ser eu!