5 erros mais comuns no início de uma rede de franquias

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No início do caminho, deve-se lembrar que a criação ou a transformação de um negócio em uma franquia bem-sucedida envolve muito mais do que uma subida ascendente

O ramo de Franchising é, talvez, uma das formas mais sólidas de se expandir um negócio e, esta forma de crescimento, atrai empresários de todos os nichos de mercado. Quando se tem uma ideia fantástica ou já estabeleceu um negócio bem-sucedido, por que não o tornar ainda maior e melhor ao transformá-lo em uma franquia?

No início do caminho, deve-se lembrar que a criação ou a transformação de um negócio em uma franquia bem -sucedida envolve muito mais do que uma subida ascendente. Deve haver preparação e as ferramentas certas para esta escalada.

Durante o caminho, há muitas armadilhas e grande parte dos empreendedores tende a sofrer os mesmos percalços e cometer os mesmos erros. A boa notícia é que eles são evitáveis ​​se planejados com antecedência. Usar recursos com sabedoria e trabalhar com as pessoas certas pode ajudar muito em um crescimento saudável e consistente. Abaixo seguem os 05 erros mais comuns no início de uma rede de Franquias.

Esquizofrenia Comercial

“Esse franqueado está fazendo muitas perguntas”, “Ele quer saber demais”, “estou desconfiado de que é um espião do concorrente”.

Sim, inacreditavelmente, já ouvi essas mesmas frases de franqueadores em início de operação. A replicação de um negócio envolve muitas etapas. Podemos simplifica-las na transferência dos 3 “ps” – Produto, Processo e Pessoa. Os franqueados terão acesso ao seu know-how. Mesmo que a distribuição seja feita pela Franqueadora e mesmo que ele não tenha acesso a algumas “receitas”, o Franqueado deve estar presente em toda atmosfera do negócio. Por este motivo, se você não está preparado para abrir as portas de sua casa, não replique seu negócio. Para ganhar em grande escala, uma empresa tem que replicar a “receita do bolo”. Os franqueados precisam se sentir conectados ao espírito da marca, e a melhor maneira de fazer isso é fazendo-os participar dos processos e planejamento.

Posicionamento da marca

Quando vejo pessoas dizendo que “formataram uma franquia” apenas com a orientação de advogados, sei que a possibilidade de insucesso desta marca cresce consideravelmente. A marca de uma empresa é o seu maior ativo, mas isso só é uma realidade para as organizações que sabem construí-la. Marcas confusas ou mesmo que transformam o negócio em um nicho limitado, podem atrapalhar o crescimento da empresa até em questões como amplitude de Mix de Produtos. Usando apenas um dos exemplos da atualidade, marcas que usam expressão “Mini Salgados”, “Açaí”, “Paletas”, entre outros, dificilmente conseguirão, sem alterações de posicionamento, ampliar seu mix de produtos e se tornarem sustentáveis, além, é claro, da dificuldade de fixação da marca ao público-alvo. Mas não é apenas está a questão. Um bom posicionamento de marca é uma ação de diferenciação de uma empresa, produto, marca ou serviço por meio de atributos tangíveis ou intangíveis. Ou seja, ele é a primeira impressão de seu público alvo, é o primeiro contato que seus clientes têm com seus diferenciais competitivos antes mesmo de conhecê-los. A clareza e amplitude devem andar juntas.

Legalização

Na formatação de uma franquia, ter um conselho jurídico de qualidade não é negociável. As documentações de sua franquia devem ser impecáveis. A Circular de Oferta de Franquias deve ser redigida como um documento jurídico/comercial, já que o Candidato terá ali uma base das políticas e normas de sua empresa e, não, não é um documento padrão. Sempre digo que Cof, Contrato de Franquia, Políticas comerciais, entre outros documentos, são instrumentos de previsão. Os documentos de sua franquia não são criados apenas para estarem dentro da lei. Isto também, porém, tais documentos devem prever acontecimentos rotineiros ou não que possam vir à tona durante o tempo de relacionamento contratual, em média, 05 anos. Bastante tempo para cometer erros que possam afetar a rede durante todo o período, não é mesmo? Cuidado com aconselhamentos jurídicos baratos ou inexperientes. No fim, sua rede pode se tornar um castelo de cartas.

Flexibilidade

Alguns empresários referem-se aos negócios deles como um bebê e com razão. As empresas precisam de atenção e cuidados constantes, e esse tipo de esforço só pode ser entregue quando somos profundamente apaixonados por um conceito. No entanto, a paixão pode levar a uma visão em túnel, o que traz uma grande dificuldade em ouvir conselhos sobre os caminhos de uma marca. É importante entender que às vezes é PRECISO MUDAR. Seja apaixonado, mas não rígido. Isso não significa estar sempre seguindo o fluxo, mas se você receber feedback insistente, esteja aberto para permitir que sua marca se desenvolva.


Território

Franquias são projetadas para expansão. Sim, nos sentimos muito felizes quando nossa marca está presente em várias localidades, mas é mais saudável começar a musculação levantando 10 quilos e aumentar aos poucos com um plano do que tentar levantar duzentos quilos em sua primeira visita à academia. Em vez de tentar conquistar todo o país ou o globo com um só golpe, quebre a meta em peças gerenciáveis ​​e aprenda a delegar. Franquias inteligentes são divididas em territórios gerenciados por desenvolvedores regionais que podem recrutar novos franqueados e apoiar unidades em desenvolvimento. Dividir o crescimento em territórios também ajuda o negócio.

Fonte: http://www.administradores.com.br


*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

Há 20 anos em operação, Google investe em ferramenta de busca por voz

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Segundo o engenheiro Bruno Pôssas, responsável pela equipe de pesquisas da empresa em Belo Horizonte, de 5% a 10% das consultas, em todo o mundo, já são feitas sem digitação

O buscador mais usado no mundo, o Google, completa 20 anos de operação em 2018. A ferramenta de pesquisas continua sendo a principal fonte de receita da multinacional, respondendo por cerca de 90% do faturamento da companhia norte-americana. No início dos anos 2000, o sistema se destacou por conseguir hierarquizar as páginas, definindo o que era mais relevante, apresentando resultados mais satisfatórios do que só concorrentes. Atualmente, o desafio é se adaptar às exigências dos usuários de internet por celular.

“Para chegar a uma resposta com o laptop, é muito mais rápido do que com a conexão 3G”, exemplificou o diretor de engenharia para América Latina do Google, Berthier Ribeiro-Neto, durante a entrevista coletiva que apresentou as evoluções do buscador em duas décadas, como o aprimoramento pela busca de voz. O acesso móvel apresenta, segundo o engenheiro, uma série de complexidades em comparação com os computadores de mesa, como a tela menor e a movimentação do usuário durante as consultas, dificultando, inclusive, a digitação.

O usuário brasileiro revela suas preferências no buscador. No ranking de palavras pesquisadas na última semana, lideram os termos: Youtube, previsão do tempo e o próprio Google, seguido por Banco do Brasil, BBB 18 e Peppa Pig.

Segundo o engenheiro Bruno Pôssas, responsável pela equipe de pesquisas da empresa em Belo Horizonte, de 5% a 10% das consultas, em todo o mundo, já são feitas sem digitação. O sistema é aprimorado com o uso de ferramentas de inteligência artificial que vai identificando os padrões e as necessidades a partir da interação com os usuários. “O componente principal que fez possível fazer busca por voz no Google é a qualidade do que a gente consegue através do uso de machine learning [aprendizado automático]”, destacou o engenheiro.

As máquinas têm permitido, de acordo com Pôssas, uma evolução rápida e contínua da ferramenta. Segundo ele, em um ano, a taxa de erros do sistema de pesquisas por voz caiu 50%. A experiência também é aprimorada com a melhora da qualidade da pequisas que tenta, cada vez mais, entender o que a pessoa está buscando, mesmo que não saiba escrever corretamente os nomes do que quer encontrar ou tenha poucas informações para iniciar a pesquisa. Para isso, o Google se vale de informações como a localização do usuário e a trajetória anterior de buscas, a chamada “jornada”. Apesar de armazenar essa grande quantidade de dados pessoais, a empresa nega comercializar esse material.

Fake News


O buscador tem procurado estratégias para evitar a difusão de informações falsas, sem fazer uma censura prévia do que é veiculado na rede. “O Google não vai tentar identificar de forma nenhuma os conteúdos que são fake dos conteúdos que são verdadeiros. Até porque a linha entre essas coisas é muito tênue. Então, o que o Google tenta fazer para melhorar a qualidade dos resultados é fazer com que sites autoritativos sejam os retornados para essas buscas mais complicadas”, explicou Pôssas.

As páginas consideradas autoritativas, ou seja, confiáveis, são definidas, segundo o engenheiro, a partir de uma série de critérios que, não necessariamente, classifica automaticamente os grandes portais de notícias e os canais governamentais. “Vários dos sinais partem de interação dos usuários daqueles sites e quantas notícias falsas eventualmente foram veiculadas por aquele site”, exemplificou.

A empresa tem apostado também em parcerias com páginas que fazem a verificação de informações que circulam na rede como antídoto contra as notícias falsas.

Fonte: http://www.administradores.com.br


*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

11 formas de manter seus relacionamentos profissionais fortes

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Várias pessoas sentem, todos os dias, medo de ir trabalhar. Não é porque elas odeiam seus trabalhos, e sim porque elas não gostam das pessoas com quem trabalham

Relacionamentos pessoais não são os únicos que importam.

Afinal, você passa nada menos do que 40 horas por semana com pessoas que não têm parentesco com você. Algumas delas sequer são seus amigos.

Você precisa trabalhar com elas, conversar e tolerar pessoas que fizeram todo tipo de escolhas na vida e com diferentes personalidades.

Por vezes, isso pode ser desafiador, quando não torturante.

Você não é o único a passar por essas situações.

Várias pessoas sentem, todos os dias, medo de ir trabalhar. Não é porque elas odeiam seus trabalhos, e sim porque elas não gostam das pessoas com quem trabalham ou não entendem as pessoas com quem trabalham.

Mas não precisa ser desse jeito. Com um pequeno esforço, a vida profissional fica mais fácil de ser suportada.

Leia abaixo algumas maneiras de desenvolver relacionamentos profissionais que levem você para mais perto do sucesso.

1. Seja pessoal

Ter um chefe ou colega de trabalho com quem é fácil conversar torna o trabalho bem mais fácil. Então tente ser assim com outras pessoas.

Escute o que eles têm a dizer e resista à necessidade de falar de si mesmo -- mesmo que a história que você esteja compartilhando seja relativa ao seu interlocutor. Deixar claro aos outros que você está escutando e que se importa é um ótimo caminho para desenvolver relacionamentos no trabalho.

Não tem problema discutir seus interesses e hobbies no trabalho, mas deixe seu drama pessoal em casa ou nos ouvidos de um amigo próximo. Não no escritório.

2. Demonstre consistência

Seja consistente quando precisar mudar as dinâmicas e procedimentos no trabalho.

Se você mudar semanalmente a maneira como faz as coisas e como espera que as coisas sejam feitas, você não apenas frustra seus funcionários, como também tira a oportunidade de eles aperfeiçoarem o sistema de trabalho.

Desse jeito, você nunca vai saber o que funciona. Além disso, você não quer ouvir funcionários dizendo entre si "não trabalhe, na próxima semana tudo vai mudar" a cada vez que você tenta melhorar o sistema.

Dê ao seu plano um tempo para funcionar. Se não estiver funcionante, sinta-se livre para tentar algo novo.

3. Aprecie o trabalho dos colegas

Não há dúvidas de que, quando as pessoas reconhecem suas conquistas e agradecem pelo seu trabalho duro, você quer conquistar mais e trabalhar mais.

Vários funcionários não pensam que precisam agradecer aos outros por fazerem os trabalhos para os quais são pagos. Nada está mais longe da verdade.

Todos amam uma tapinha nas costas por um trabalho bem feito. As pessoas se sentem bem quando alguém aprecia o trabalho delas. O local de trabalho fica mais feliz e os funcionários e colegas ficam mais satisfeitos.

E não é isso o que todos queremos?

4. Seja profissional

Você ajusta o tom para as pessoas ao seu redor. Não importa se você é o dono, o gerente ou o funcionário. A maneira como você se comporta impactará diretamente aqueles que trabalham com você.

Se você for sempre profissional, respeitoso e fizer apenas comentários apropriados, você ajusta o padrão para a maneira como espera ser tratado e espera que os outros ao seu redor se comportem. Se você é falastrão e tem pavio curto, os outros vão seguir esse padrão.

Definir um padrão respeitoso para seu negócio também minimiza os conflitos, uma vez que aqueles no escritório saberão que não serão tolerados e qual comportamento é esperado deles em meio aos problemas.

5. Foque na qualidade, e não na quantidade

Não se trata do quando você consegue fazer no menor período de tempo possível, se você está disposto a sacrificar a qualidade do seu trabalho.

Você quer ganhar a maior quantidade de dinheiro o mais rápido possível. Baixa qualidade, produção rápida e vendas baratas parece ser o modelo de negócios hoje em dia. Especialmente para grandes lojas. Mas a maioria das pessoas sabem que elas levam aquilo pelo que estão pagando.

Portanto, mesmo que você cobre mais por um produto ou serviço sólido e de alta qualidade, as pessoas prontamente pagarão se você tiver uma reputação por produzir produtos e serviços de alta qualidade. Portanto, não sacrifique a qualidade.

6. Admita quando você ferrou com tudo

Você deve não apenas admitir quando você ou alguém na sua empresa comete um erro, mas deve também admitir o mais rápido possível.

Não há nada pior do que deixar um cliente de molho em um erro cometido por sua empresa.

Quando mais eles esperam por uma resposta, mais irritados ficam.

Entre em contato rapidamente e explique o que aconteceu -- se você souber. E diga a eles o que você fará para resolver o problema.

O que você nunca deve fazer é apontar o dedo para alguém. Você não pode se desculpar por um problema pelo qual não assume a responsabilidade. Mesmo que um vendedor secundário tenha provocado a situação, foi você quem o contratou. Essencialmente, você é o culpado.

Assuma a culpa. Salve o relacionamento. Siga em frente.

7. Dê e receba feedbacks produtivamente

Sempre haverá uma outra perspectiva. E nem sempre você vai gostar dela.

Você deve receber críticas com maturidade e criticar da mesma maneira. As pessoas cujo trabalho é fazer o seu negócio se desenvolver nunca deveriam se sentir pequenas, insignificantes ou ter suas ideias descartadas.

De forma inata, as pessoas reagem com maior força aos feedbacks negativos do que aos positivos.

Clientes são três vezes mais propensos a postar um review negativo do que um positivo em qualquer dia. Por que? Por que a negatividade deixa um gosto ruim nas nossas bocas.

Tente, portanto, dar feecbacks positivos.

8. Converse com as pessoas face a face

Da mesma maneira que um encontro romântico pode dar errado, relacionamentos de negócios podem sofrer o mesmo destino.

Ninguém pode ler a linguagem corporal de uma pessoa por telefone ou por e-mail. Não é possível olhar para o rosto, ver os olhos. Você não sabe se a pessoa está sendo verdadeira ou absolutamente desonesta. E elas não sabem isso de você.

Sempre que possível, marque um encontro pessoal rápido com clientes em prospecção. Mesmo quinze minutos podem abrir uma porta que estava trancada antes de qualquer esforço.

9. O lento e persistente vence a corrida

Se você encontrar alguém com quem queira trabalhar, mas não está acontecendo no ritmo que você gostaria, continue e seja persistente.

A maioria das pessoas joga a toalha no primeiro "NÃO".

Mantenha o contato. Desenvolva o relacionamento. Deixe claro que você tem algo de valor a oferecer. Diga que você está disposto a ajudar. E então, esteja realmente disposto quando a hora certa chegar.

10. Conecte-se

Seja uma plataforma de comunicação como Slack para os seus funcionários, um grupo no Facebook para seus clientes ou um e-mail para os seus clientes em prospecção, comunicação é a chave.

Fique em contato, a par dos acontecimentos e participando ativamente de cada comunidade da qual você faz parte.

Você não quer fazer parte do grupo dos "invisíveis e esquecidos" que só aparece quando quer que alguém compre alguma coisa de você, quando você quer trabalhar com alguém ou quando você precisa de alguma coisa.

Permaneça ativo. Mantenha seu nome nos lábios das pessoas e sua imagem em suas mentes.

E, pela caridade, use uma imagem do seu rosto, e não de algum super herói na sua apresentação online.

11. Agende um brainstorm

Agendar um horário para brainstorm é um elemento-chave para relacionamentos profissionais bem sucedidos.

Reuniões curtas no escritório para esclarecer suas necessidades e ideias não apenas ajudam aqueles que trabalham com você a entender o que se espera deles, como também garante um tempo para que eles compartilhem suas ideias com você.

Você não quer que as pessoas lhe interpretem mal.

Se seus interesses não estão claros, é provável que o trabalho das pessoas não estejam corretos quando o deadline se aproximar.

Verificar o progresso constantemente e dar novas ideias, mesmo por vinte minutos, pode fazer toda a diferença em um projeto bem sucedido -- e evitar trabalhos de última hora.

Você já sabe o que deveria estar fazendo.

O problema é que continua arrumando desculpas para justificar por que não está fazendo. Ou você pensa que essas regras se aplicam a todos, menos a você.

A verdade é que qualquer ferramenta que você precisa para ter sucesso é uma boa ferramenta. Então tire algum tempo para aprender o que ajudou outras empresas como a sua. E tire um tempo para aprender a psicologia das pessoas que construíram bons relacionamentos profissionais.

Quando as pessoas sentem que estão contribuindo com algo fantástico e são parabenizadas por suas contribuições, elas continuam a desempenhar um bom trabalho.

E se elas se sentem bem em relação ao que fazem, sua empresa também é beneficiada.

Investir em relacionamentos profissionais é inteligente. O que você está fazendo para investir nos seus?

Fonte: www.danwaldschmidt.com


*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

58% dos brasileiros não gostam de dedicar tempo para cuidar das finanças

Dados fazem parte de levantamento realizado pelo SPC Brasil e pela CNDL

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Embora 61% admitam que boa gestão do orçamento depende de familiaridade com matemática, parte dos consumidores evita prestar atenção em números no dia a dia. Impulsividade nas compras atinge 45% dos entrevistados

O consumidor brasileiro reconhece a importância de fazer o controle das finanças pessoais, mas parte significativa admite não seguir à risca essas boas práticas. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que a organização financeira não é uma tarefa que atrai os consumidores. Em cada dez entrevistados, seis (58%) admitem que nunca ou somente às vezes gostam de dedicar tempo a atividades de controle da vida financeira. E há, também, aqueles que precisam recorrer ao crédito para complementar a renda. De acordo com a pesquisa, 17% dos consumidores sempre ou frequentemente precisam usar cartão de crédito, cheque especial ou até mesmo pedir dinheiro emprestado para conseguir pagar as contas do mês. Esse percentual aumenta para 24% entre os mais jovens.

Para o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, uma vida financeira saudável depende do esforço de cada consumidor em buscar fontes adequadas de informação e exercitar a disciplina para incorporá-las no seu cotidiano. “Muitas pessoas poderiam, facilmente, ter acesso às informações necessárias para ter um orçamento mais equilibrado, mas não parecem conseguir. Elas pensam que dá trabalho ou que é muito difícil manter o controle sobre as despesas e se esquecem de que trabalhoso mesmo é encarar o endividamento e a restrição ao crédito. Lidar com o dinheiro exige disciplina e comprometimento para viver dentro da sua realidade financeira e não tomar decisões equivocadas”, orienta Vignoli.

Exemplo de que uma vida financeira equilibrada traz mais satisfação e tranquilidade, é que 56% dos consumidores ouvidos no levantamento disseram que se sentem melhor quando fazem um planejamento das despesas para os próximos seis meses. O problema, novamente, é que nem sempre isso acontece na prática porque 48% deles nunca ou somente às vezes fazem um planejamento cuidadoso dos passos a seguir para ficar dentro do orçamento nos meses seguintes. Esse problema surge com ainda mais força entre os consumidores de mais baixa renda (classes C, D e E), com 51% de citações.

Planejar-se para realizar um sonho de consumo também não é um hábito comum para a maioria dos consumidores. Os que estabelecem metas e as seguem à risca quando querem adquirir um bem de mais alto valor, como uma casa, um automóvel ou realizar uma viagem, por exemplo, somam 48% da amostra. Nesse caso, o comportamento é mais frequente entre as pessoas das classes A e B, com 59% de menções. Os que nunca ou somente às vezes fazem esse tipo de esforço somam outros 48% dos entrevistados. Há ainda 38% que nem sempre possuem planos para o futuro.

Para 61%, controle da vida financeira está relacionado a conhecimentos numéricos, mas 19% ‘fogem” de números no dia a dia e 39% não calculam juros

O levantamento do SPC Brasil também descobriu que, na opinião dos consumidores, ter algum tipo de familiaridade com matemática e conhecimento sobre números facilita a chance de se ter um controle mais efetivo sobre a vida financeira. Em cada dez brasileiros, seis (61%) acreditam que informações numéricas são úteis na vida financeira diária e 62% acham que aprender a interpretar números é importante para tomar boas decisões financeiras. Porém, nem sempre essas pessoas procuram, de fato, informar-se a respeito desses temas.

A pesquisa detectou que 19% dos entrevistados não costumam prestar atenção em assuntos que envolvem números, percentual que aumenta para 24% entre os homens e 27% entre os mais jovens. Há ainda 39% de brasileiros que nunca ou somente às vezes calculam o quanto pagam de juros ao parcelar uma compra. Outros 53% garantem fazer esse cálculo com frequência. Quando parcelam alguma compra, um terço (33%) dos entrevistados nem sempre sabem se já possuem outras prestações que comprometem o orçamento.

“O conhecimento sobre juros é algo essencial para as finanças de quem parcela compras ou contrata algum financiamento, por exemplo. Os juros encarem o valor total a ser pago pelo consumidor, principalmente em casos de atrasos, e se não são bem analisados e pesquisados entre várias instituições, podem comprometer a organização do consumidor”, esclarece a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A busca por informações entre especialistas também é algo negligenciado por boa parte dos consumidores brasileiros. Somente três em cada dez (31%) garantem sempre ou frequentemente ver dicas de especialistas sobre a gestão da vida financeira. Além disso, apenas 17% costumam participar de cursos, palestras e seminários para aprender a fazer a gestão do próprio orçamento. Outros 49% nunca participam dessas atividades, ao passo que 25% reconhecem que às vezes vão atrás desse tipo de informação.

“Hoje com a facilidade de acesso à internet, esse número poderia ser muito maior. Há uma grande oferta de conteúdo de qualidade e gratuito em portais, vídeos e até mesmo nas redes sociais que tratam da relação com o dinheiro de forma leve, descomplicada e aplicada às situações comuns do dia a dia”, afirma Vignoli.

45% costumam ceder às tentações do consumo impulsivo e apenas 38% são autoconfiantes para identificar bons investimentos

A pesquisa também mostra que parte expressiva dos entrevistados cede às compras por impulso e tomam atitudes de consumo desregradas. Quando estão realizando compras, um terço (33%) dos brasileiros disse que nunca ou apenas às vezes avalia se realmente precisam do produto para não se arrepender depois. Além disso, 45% nunca ou somente às vezes conseguem resistir às promoções e comprar apenas aquilo que está planejado.

Também se pode notar que algumas posturas desaconselháveis do ponto de vista financeiro são adotadas. De acordo com a pesquisa, 19% dos consumidores acham mais importante gastar dinheiro hoje do que guardar para o futuro, embora 77% garantam às vezes ou nunca se comportarem assim.

Sobre pensar no futuro, a pesquisa detectou que muitos brasileiros não se sentem preparados para a tarefa de investir. Somente 38% disseram que admitem ter confiança em sua capacidade de identificar bons investimentos e 22% desconhecem os tipos de aplicações que rendem as melhores taxas de retorno. Além disso, apenas metade (51%) da amostra sabem sempre ou com frequência o quanto precisam guardar todos os meses. “Certas modalidades podem render muito mais, mas também estão sujeitas a variações e perdas mais significativas. Adequar o tipo de investimento à personalidade e à situação financeira de quem vai investir é essencial. Perfis mais avessos ao risco pedem modalidades mais conservadoras, enquanto consumidores mais ousados podem optar por investimentos mais voláteis e com maior possiblidade de retorno”, explica a economista Marcela Kawauti.

Fonte: http://www.administradores.com.br


*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

Pesquisa mostra que 30% das startups não conseguem se manter no mercado

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Principais motivos para fechamento incluem a dificuldade de acesso a capital (40%), obstáculos para entrar no mercado (16%) e divergências entre os sócios (12%)


O sucesso global de empresas de tecnologia como Apple, Google e Facebook ajudou a disseminar a tese de que boas ideias podem se transformar em grandes negócios. Contudo, o caminho não é simples, e parte das empresas iniciantes não consegue se manter no mercado.

É o que mostra pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Cerca de 30% das startups analisadas fecharam as portas no último período.

O levantamento foi realizado com empresas participantes do programa Inovativa Brasil, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que promove ações de assistência e capacitação. Foram ouvidas 1.044 companhias, principalmente de Tecnologia da Informação e da Comunicação (31%), Desenvolvimento de Software (21%) e Serviços (18%).

As empresas entrevistadas apontaram como principal motivo para o fechamento a dificuldade de acesso a capital (40%), obstáculos para entrar no mercado (16%) e divergências entre os sócios (12%).

Busca de recursos

Ivan Cruz Júnior, co-fundador da startup Mereo, que oferece soluções de controle de desempenho de trabalhadores, aponta uma dificuldade das empresas de obter investimentos. “Existem fundos no Brasil, mas chegar a eles não é fácil, e muitas vezes eles querem algo mais concreto, com resultado, já para investir. E, com isso, acabam sendo poucas empresas que ganham o recurso”, afirma.

Para Cruz, diferentemente de outros locais onde a cultura de investimento é forte, como nos Estados Unidos, no Brasil, há uma preferência pela aplicação de recursos no mercado financeiro, pois este remunera mais e acaba sendo mais vantajoso do que investir no setor produtivo, em especial em startups.

A Prêmio Ideia é um exemplo de luta para se manter no mercado. A empresa mineira desenvolve soluções tecnológicas voltadas para a promoção de inovações em instituições privadas e públicas. No início de sua trajetória, foi apoiada por um dos programas do governo, o Startup Brasil. Também conseguiu recursos de um investidor-anjo, nome dado quando a pessoa coloca capital próprio no negócio.

Agora, porém, a Prêmio Ideia luta para continuar atuando. Segundo Everton Almeida, um dos sócios, além do desafio de captar clientes e projetos, a conquista de investimentos demanda grande esforço. “Nós já participamos de alguns eventos com investidores, porém nunca tivemos sucesso com relação a isso. Temos pouco tempo para apresentação do produto, o que dificulta colocar a ideia”, relata.

Empresas aceleradas

Como forma de dar apoio à manutenção dessas empresas, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançou o programa Inovativa Brasil, que promove um conjunto de ações de assistência às startups, também conhecidas no jargão técnico como “aceleração”.

De acordo com a pasta, a iniciativa oferece assistência a empresas iniciantes para que possam estruturar negócios, captar investimentos e construir sua inserção no mercado. Até o momento, 646 companhias foram beneficiadas pelo Inovativa. “A ideia é realmente de apoiá-las na negociação com grandes empresas, investidores e no acesso a recursos públicos”, disse o diretor de Inovação do ministério, Igor Nazareth.

A pesquisa identificou desempenho melhor em companhias “aceleradas”. Entre estas, o percentual das que encerraram as atividades fica em 15%, metade da média geral. O acesso a investimentos, entretanto, permanece um desafio importante. Apenas 22% das startups beneficiadas pelo programa receberam aportes privados.

Neste universo, a forma de investimento mais comum é aquela realizada pelo que é chamado de “anjo” (73%), seguida por aceleradoras (29%) e por fundos de investimento de venture capital (14%).

Das participantes do levantamento, 24% informaram ter recebido algum tipo de recurso público de fomento. As principais origens são linhas de fundações estaduais (13%), editais de inovação para a indústria (7%) e do Sebrae (6%).

Apoio governamental

Segundo o diretor de Inovação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, existem outras políticas públicas de apoio a startups no país. Um exemplo é o programa Startup Brasil, promovido pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, calcado em parceria com aceleradoras para apoiar companhias selecionadas anualmente.

Outra iniciativa foi a criação de um fundo de coinvestimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com investidores anjos para ampliar os recursos para investimento. Neste sentido, a Lei de Informática foi alterada para permitir que os aportes de contrapartida das empresas possam ser revertidos para startups.

Fonte: http://www.administradores.com.br

*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

50 empresas mais admiradas do mundo em 2018, segundo a Fortune

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Pela 11ª vez consecutiva, a Apple é a empresa mais admirada do mundo, ocupando o primeiro lugar na lista “World’s Most Admired Companies 2018“ – ou “Empresas mais admiradas do mundo em 2018”, elaborada pela revista norte-americana Fortune.

A lista, composta por 50 empresas, é elaborada anualmente com base na reputação das companhias e pontuação por categoria, analisadas por quase 4 mil executivos, analistas e líderes empresariais.

Em 2018, a empresa fundada por Steve Jobs alcançou uma pontuação geral de 8,53 de 10, destacando-se nas categorias inovação, qualidade de gestão, responsabilidade social, solidez financeira, qualidade de produtos e serviços e competitividade global.

Outras empresas que também se destacaram na lista deste ano e ocuparam as primeiras posições no ranking da Fortune foram Amazon, Alphabet (Google), Berkshire Hathaway, Starbucks, Disney e Microsoft.

50 empresas mais admiradas do mundo em 2018

1º Apple
2º Amazon
3º Aplhabet (Google)
4º Berkshire Hathaway
5º Starbucks
6º Disney
7º Microsoft
8º Southwest
9º FedEx
10º JP Morgan Chase & Co
11º Netflix
12º Facebook
13º Costco Wholesale
14º American Express
15º Salesforce
16º Nike
17º Johnson & Johnson
18º Coca-Cola
19º BMW
20º USAA
21º 3M
22º Home Depot
23º BlackRock
24º Marriott International
25º Boeing
26º Walmart
27º Goldman Sachs Group
28º Nordstrom
29º Toyota Motor
30º General Electic
31º Delta Air Lines
32º Singapore Airlines
33º UPS
34º Procter & Glambe
35º IBM
36º Exxon Mobil
37º McDonald’s
38º Target
39º CVS Health
40º Accenture
41º PepsiCo
42º Adidas
43º Caterpillar
44º Unilever
45º Intel
46º Visa
47º Nestlé
48º Lockheed Martin
49º AT&T
50º Charles Schwab

Fonte: http://www.sobreadministracao.com


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*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

Confira 5 dicas para começar bem no mercado de trabalho

Networking é um dos primeiros passos

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Você sabe o que é Networking? Networking, é uma rede de relacionamento profissional que você mesmo faz. É importantíssimo ter esses contatos no início da carreira, mas é preciso ir atualizando no decorrer da sua trajetória profissional.

Pode parar difícil quando falam – Você precisa fazer o seu Networking!

Para te auxiliar separamos 5 dias para você fazer e manter a sua rede de contato. Acompanhe

  • Tenha Objetivo
  • Comece por pessoas do seu círculo

É preciso definir sobre o que você desejar falar, depois quais as pessoas. Para ter um Networking bom, é preciso observar o que você quer fazer da sua carreira profissional.

Não é necessário se fechar em apenas um ciclo de profissionais, mas é preciso ter um direcionamento para que você mantenha contato com pessoas, que irão ajudar, até mesmo inspiradores na sua área profissional.

Inicie por amigos, colegas é uma maneira interessante e fácil para que você consiga se habituar de maneira mais fácil. Tente se aproximar de pessoas que fazem sucesso e peça conselhos, isso vai te ajudar bastante.

Faculdade, todo o ambiente é propicio é será um ótimo começo. Eles estão no mesmo mundo que você, pelo menos algum interesse em comum vocês devem ter em comum. Aproxime-se dos alunos que estão alguns anos na sua frente, professores também são essências nesse processo.

3- Participe de eventos da sua área

Para aumentar o seu networking, o ideal que você frequente alguns eventos da sua área. Mesmo ainda não estando no mercado, ao participar de palestras, cursos, eventos e outros, seu nome começará a ficar conhecido e, assim, será até mais fácil entrar em alguma empresa ou atuar no ramo. 

4- Mantenha seu Networking em dia

É importante que você tenha um contato com a sua lista de Networking, mas sem excessos, mandar uma mensagem conversar informalmente ajuda a você manter seus em dia. Caso você procure a pessoa apenas quando precisar pode parecer interesse e como resultado terá o afastamento das pessoas.

5-É preciso se arriscar

Chame os profissionais para conversar, não tenha vergonha de se aproximar de uma pessoa importante e pedir um contato. Dica- Nenhum contato vai aparecer sozinho sem esforço da sua parte, faça por onde e sempre priorize ser um bom profissional. Boa sorte! 


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*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.

O grande dilema da automação: os empregos como conhecemos hoje irão desaparecer?

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Segundo estudo americano, cerca de 1,4 milhão de empregos serão afetados pelas novas tecnologias em 2026 só nos Estados Unidos

O Fórum Econômico Mundial de 2018 discutiu novamente a questão da empregabilidade diante do surgimento e adoção massiva de novas tecnologias. Soluções que até pouco tempo estavam apenas nos filmes de ficção científica, como Inteligência Artificial, veículos autônomos e robôs inteligentes, estão se tornando uma realidade. E a velha pergunta continua a se apresentar: os empregos como conhecemos hoje irão desaparecer? Sim e não.

Os empresários que participaram do evento garantem que as tarefas repetitivas, manuais ou administrativas não serão mais executadas por recursos humanos. Por outro lado, est es recursos poderão se qualificar para assumir funções mais analíticas, aprender a utilizar sua experiência pessoal de forma inovadora e até exercitar características individuais que passarão a ser mais valorizadas.

Segundo estudo publicado pelos organizadores do Fórum em Davos, só nos Estados Unidos cerca de 1,4 milhão de empregos serão afetados pelas novas tecnologias em 2026. O mesmo estudo assegura que 95% dos trabalhadores mais afetados poderão se realocar ao adequar capacidades e a forma de atuação.

Observamos que os empregos estão se deslocando de uma área para outra, saindo de atividades operacionais, onde não existe tomada de decisão, para funções em que a necessidade de análise para o cumprimento de tarefas é imprescindível. A tendência é que as habilidades mais difíceis de automatizar permaneçam como atribuições de recursos humanos e, em alguns setores, sofram uma expansão para entender melhor o problema do cliente, oferecer soluções contextualizadas, promover um diálogo cativante e que gere uma relação de confiança, empatia e encantamento.

Nos contact centers, por exemplo, são inúmeras transformações nos últimos anos. Quando surgiram, eles trouxeram mais agilidade e comodidade nas relações com os clientes, substituindo a necessidade do deslocamento físico. O teleatendimento foi uma grande revolução no fornecimento de produtos e serviços. Ele criou estruturas gigantescas de telefonia e funcionários, que tinham um treinamento detalhado em todos os processos da empresa.

Neste processo de evolução contínua, o mercado lançou o autoatendimento por meio de URAs, quiosques, terminais, portais web e aplicativos móveis. Tudo para oferecer mais agilidade para o cliente, além de reduzir o custo operacional. Embora as chamadas aos call centers tenham reduzido, a complexidade das demandas aumentou. As operações simples, que antes eram o maior motivo das ligações, já não ocupavam mais o tempo dos agentes, que passaram a tratar muito mais casos de exceção, clientes mais insatisfeitos – muitos enfrentaram falhas em interações anteriores ou a falta de clareza nas interfaces construídas para o autoatendimento.

Neste cenário, a capacitação e a especialização do agente se tornaram fundamentais. As novas tecnologias como automação no desktop, que consiste em um robô que orienta e automatiza parte do trabalho do operador, a capacidade de aprendizado dos sistemas (machine learning e inteligência artificial), as ferramentas analíticas para criação de modelos preditivos para antecipação de necessidades e demandas compõem o que chamamos de terceira onda da transformação do atendimento ao cliente. O grande objetivo é facilitar todas as tarefas operacionais e repetitivas do agente para que ele possa oferecer um serviço de qualidade, personalizado, acolhedor e eficaz ao cliente, que entra em contato com a empresa por voz, e-mail, chat e mídias sociais.

Toda plataforma digital precisa de alguém que entenda o problema e o processo, que conceba a solução, alguém que desenhe, codifique, teste, mantenha, renove e suporte. Processos mudam a todo momento com o surgimento de novos produtos e serviços, novas mídias e formas de comunicação. Os algoritmos cognitivos operam em um processo similar ao do cérebro humano, em funções básicas como a identificação de imagens, a categorização de mensagens em texto livre, identificação fonética da comunicação oral e a interpretação de seus sentidos. Mas, também, na viabilização de diagnósticos e resolução de problemas menos triviais.

Para isso, os sistemas precisam ter a capacidade de aprender com as interações que processam, por meio do consumo de dados de forma massiva. Este é o grande salto na área de atendimento ao cliente, mais visível ao grande público pelos chats conduzidos por inteligência artificial. No entanto, a tecnologia de IA já é utilizada em sistemas de última geração de tratamento de imagem, voz e análise preditiva, que estão por trás das cortinas do contact center.

Assim como a tecnologia se reinventa, os profissionais também terão que mudar o “mindset” para que possam acompanhar as transformações do mercado de trabalho. Além de estarem mais abertos às mudanças, as empresas deverão investir cada vez mais em qualificação e treinamento para descobrir habilidades que serão fundamentais para o negócio. Se a tecnologia pode criar e extinguir empregos, cabe a cada um de nós, como profissionais, gerir a própria carreira. Todos são capazes de adquirir as novas competências que são demandadas pelas organizações protagonistas na era da transformação digital.

Fonte: http://www.administradores.com.br

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6 desafios que sua empresa terá mesmo depois do sucesso

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Confira, a seguir, os desafios que você enfrentará após sua empresa já estar consolidada no mercado:

1 - Gerenciar a empresa em todas as áreas
Só capacitar os funcionários não é o suficiente: A liderança precisa estar presente para que a equipe se sente acolhida e motivada, sendo assim, a equipe não terá tempo para falta de rumos do negócio.

2-  Organizar os processos da empresa
Um desafio que está presente em todas as empresas é realmente arrumar a casa. É preciso desenvolver processos claros, para que os funcionários entendam e desenvolvam as atividades. Esse método de trabalho é conhecido como governança corporativa.

3- Conseguir clientes novos após a consolidação do negócio
Além dos clientes fixos o empresário precisa buscar novos clientes. A questão é como conseguir? É preciso criar uma nova imagem do negócio, usar a influência digital, tornando a comunicação mais humanizada. O marketing digital, é o carro chefe para aumentar o fluxo do negócio. 

4 - Levar preços mais baixos ao consumidor
Na maioria das vezes, a solução para melhorar as vendas é abaixar o preço dos produtos e serviços.  No começo pode parecer uma tarefe difícil, mas com a volta do movimento o empresário vai perceber que foi a melhor escolha. 

5- Lidar com cortes durante a crise econômica
É complicado saber qual decisão tomar na hora de uma crise econômica. O ideal é reorganizar as finanças, colocar na balança o que é essencial para o negócio continuar caminhando. Se necessário, fazer cortes e desenvolver técnicas para que a empresa tenha um bom andamento mesmo com a diminuição dos funcionários.

6-  Sempre pensar em crescimento 

É importante pensar na expansão do negócio independente do momento do país. Além de cortar custos, outro grande obstáculo durante a crise econômica é fazer a empresa manter bons indicadores de crescimento. Para superar a recessão, é preciso desenvolver uma boa estratégia de negócio. 
  

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Conheça a SeuGado.com - A Rede Social da Pecuária

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Plataformas e aplicativos digitais com soluções para gestão do negócio, competitividade em campo e acesso a novas tecnologias entraram de vez na vida de muitos produtores rurais. E não importa se pequenos, médios e grandes: todos podem buscar melhorar a produtividade agropecuária na palma da mão.

Uma das novas propostas de mercado é a SeuGado, que tem sido chamada de “Facebook da Pecuária”, em alusão à plataforma digital criada pelo bilionário Mark Zuckerberg e que hoje coleciona dois bilhões de usuários ao redor do planeta. A proposta é semelhante, fomentar uma rede de relacionamento, mas é direcionada ao público que trabalha e investe na pecuária.

“Fico orgulhoso pela comparação com o Facebook, mas acho que somos mais que isso, porque estamos trazendo um sistema de gestão interligado com a experiência do usuário”, destaca o CEO da startup Seu Gado, Fred Abrahão.

“Somos a única rede social do mundo 100% focada no agronegócio, integrada com um sistema de gestão da agropecuária modular, que pretende atender a 18 nichos de mercado do agro em cinco anos, com o principal objetivo de transformar os sistemas caseiros de controle em sistemas eficientes de gestão empresarial rural”, explica.

Atualmente, o site possui sete milhões de usuários. Segundo o executivo, a cobertura de 18 nichos da pecuária feita pela plataforma significa que 87% do mercado do agro poderá usar a ferramenta em algum momento.

“A pecuária, hoje, não está dissociada da agricultura, tanto que o mercado fala da integração desses dois pilares para a precisão, ou seja, a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), que tem foco no aumento da produtividade tanto para a agricultura quanto para a pecuária, ao mesmo tempo em que ajuda a recuperação de áreas degradadas. É um sistema semelhante ao de rotação de culturas. No verão, planta-se milho ou soja e subsequentemente vem o gado”, compara.

Abrahão ressalta que, com a SeuGado, a ideia é colaborar para que as empresas rurais consigam avançar em competividade. “As tomadas de decisões tornam-se mais ágeis, uma vez que as informações estão em único lugar, com todos os dados dentro do mesmo sistema. Dessa forma, os processos ocorrem de maneira bem mais rápida. ”

LIVRE ACESSO

De acordo com o CEO, a plataforma é quase toda gratuita: “Ao criar uma conta, o usuário entra na rede social e tem acesso à maior parte dos serviços sem custo algum, como inclusão de posts, mensagens, fotos, vídeos. Pode ter também a página da sua empresa, interagir com essas páginas e até usá-las como apresentação do seu negócio”.

Abrahão afirma que os recursos são totalmente gerenciáveis. “Trata-se de uma extensão do negócio rural, que pode ser até uma fazenda na internet, dentro de uma rede social (hotsite), inclusive ter grupos de discussão, publicar eventos, notícias e fazer anúncios em geral, sobre animais, máquinas e implementos, além de propriedades rurais, veículos e tratores, entre outros. Ainda tem acesso a cotações do mercado e mais. Tudo isso é gratuito”.

“O diferencial é que não existe ninguém oferecendo nada parecido com isso no mundo, ou seja, somos uma inovação e revolução no mercado agropecuário, por isso a plataforma está sendo projetada em Português, Inglês e Espanhol”, comemora Abrahão.

Ele explica que o “SeuGado é um software de ERP e CRM, perfeitamente integrado com todos os departamentos das empresas rurais, inclusive fazendas, com algumas soluções customizadas para diferentes tipos do setor do agronegócio e também módulos básicos”. Os serviços chamados de customizados oferecidos pelo site são pagos, porque são feitos de acordo com as necessidades do comprador.

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