MAIS SOBRE A MÚSICA

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“A MÚSICA E O MÚSICO”

“A LUA E EU” foi escrita por Cassiano e Paulo Zdanowski.

Pioneiro do soul brasileiro, ao lado de Tim Maia, Carlos Dafé, Banda Black Rio, Gerson King Combo e Hyldon, o cantor, músico e compositor Cassiano aprendeu a tocar bandolim e violão com o pai. Na adolescência, ganhou a vida como ajudante de pedreiro. Mais adiante, nos anos sessenta, passou a tocar nas noites do Rio e de São Paulo. Entretanto, em razão de seu comportamento irregular, bem nos moldes do amigo Tim Maia, quase que não conseguiu se firmar profissionalmente. Hyldon e Tim faziam o estilo “músico doidão”, segundo suas próprias palavras mas conseguiram emplacar o grande sucesso “Primavera”, perpetuado pelo segundo.

Corria o ano de 1976 quando Cassiano finalmente chega às paradas como intérprete, com a bela composição “A Lua e Eu”, balada considerada melhor que a primeira, a aclamada “Primavera”, (assinada em parceria com Silvio Rochael): “Mais um ano se passou/ e nem sequer ouvi falar seu nome/ a lua e eu/ Caminhando pela estrada/ eu olho em volta e só vejo pegadas/ mas não são as suas/ eu sei...eu sei.” Composta em 1973, com o seu principal parceiro, Paulo Zdanowski, o Paulinho Motoka, na época com 19 anos, “ A Lua e Eu” se destacaria ao ser incluída na trilha da novela “O Grito”, da TV Globo, sugerida pelo produtor Nelson Mota, vindo a tornar-se uma das canções mais executadas no ano.

Nascido em Campina Grande, na Paraíba, em 16 de setembro de 1946, Cassiano chama-se Genival Cassiano dos Santos, sendo assim, xará de outro famoso artista nascido na mesma cidade, o cantor de forró Genival Lacerda, o que dá a impressão de ser o nome Genival muito comum naquela cidade.

Suas influências vão desde o rhythm and blues de Otis Redding ao soul de Stevie Wonder, passando pelo samba-canção de Lupicínio Rodrigues e o molho de Jackson do Pandeiro, de quem seu pai era amigo.

Além dos sucessos citados, são também de sua autoria, entre tantas outras, as canções “Coleção”, cantada por ele próprio e reeditada na voz de Ivete Sangalo; “Eu amo Você”, na voz de Tim Maia; “Mister Samba”, gravada por Alcione e “Morena”, interpretada por Gilberto Gil.

Fontes: A Canção no Tempo – Jairo Severiano/Zuza Homem de Mello

Revista da Música / Arquivo pessoal de dados.

Fotos: Divulgação


BENY CHAGAS MUSIC SHOW NA WEB

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portalmusicalfranca.com.br – Franca – SP : sábado a quinta 18h e sexta 19h.

radiovivamanaus.com.br (Web Rádio Studio Y) – Manaus, AM – Domingo 18h (19h Brasília).

Continue enviando suas sugestões para inclusão nos roteiros de programação: (16) 3017-2030; whats app (16) 9 8223 9669; e-mails:[email protected]/[email protected]


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“MÚSICAS...”

“BEIJO PARTIDO”: Canção meio enigmática, nasceu de uma decepção amorosa de um mineiro que está inscrito no hall dos maiores músicos do planeta com o respeitadíssimo nome de Toninho Horta. O tema musical em questão foi composto em 1973 e permaneceu dois anos sem letra, até o dia em que o autor sentou-se ao piano e escreveu-a em poucos minutos:”Eu não gosto de quem me arruína em pedaços/ e Deus é quem sabe de ti/ e eu não mereço um beijo partido./ Hoje não passa de um dia perdido no tempo...”

Então “Beijo Partido” foi gravado por Nana Caymmi e, logo depois, por Milton Nascimento no álbum “Minas”, com a participação vocal de Toninho, também executando piano e violão.O autor esclarece que sua voz foi utilizada para reforçar a atmosfera de mistério na ambientação musical exigida pelo arranjo. “Beijo Partido” tipifica o estilo do compositor, com sua linha melódica aparentemente simples e a harmonia sofisticada. A frase “é quem sabe de ti”, em movimento melódico ascendente contrastando com a sutil harmonia descendente, ajuda a entender esse lado intrigante de sua obra, capaz de seduzir e mesmo influenciar músicos como o guitarrista de jazz Pat Metheny, um admirador declarado de Toninho Horta.


Fontes: A Canção no Tempo – Jairo Severiano/Zuza Homem de Mello

Revista da Música / Arquivo pessoal de dados.

Fotos: Divulgação

“...E MÚSICOS”

Mineiro nascido em Belo Horizonte em 2 de dezembro de 1948, Antônio Maurício Horta de Melo é compositor, arranjador, produtor musical e guitarrista. Guitarrista de projeção e respeito em todo o mundo! O avô foi maestro e compositor, a mãe era bandolinista, o pai tocava violão e o irmão mais velho, Paulo, contrabaixista profissional. Claro que continuamos falando de Toninho Horta, o autor de “Beijo Partido”. Aprendeu a tocar violão na infância e aos 13 anos compôs sua primeira canção, em parceria com a irmã, Gilda. Estreou em estúdio em 1969 com Nivaldo Ornelas, grande saxofonista, mesmo ano em que tocou pela primeira vez com Milton Nascimento. Atuou ao lado de grandes nomes, como Joyce, Tom Jobim, Leny Andrade, Lô Borges, Wagner Tiso, Naná Vasconcelos, Nelson Ângelo,Elis Regina, Edu Lobo, Gal Costa, Maria Bethânia e tantos e tantos outros.

No exterior, é venerado por gente como Pat Metheny, Gil Evans, Sérgio Mendes, Flora Purim, Astrud Gilberto, Paquito De Rivera, Herbie Hancock, Wayne Shorter, George Benson e inúmeros outros.

Agraciado com o título de “Cidadão Honorário” da cidade de Austin, nos Estados Unidos, em 1983, Toninho foi eleito o 5º melhor guitarrista do mundo, pela revista britânica “Melody Maker”, em 1977 e é considerado um dos mais influentes guitarristas de jazz do século XX.

Fontes: “A Canção no Tempo” – Jairo Severiano/Zuza Homem de Mello

“Revista da Música” / Internet/ Arquivo pessoal de dados.

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“MÚSICAS...”


“DESAFINADO”: a coisa mais estranha a aparecer na música brasileira até fevereiro de 1959. “Estranha, muito estranha”. Assim soava a canção aos ouvidos da maioria das pessoas. Já mostrava tudo o que a bossa nova oferecia de inovação e revolucionário: o canto intimista, a letra sintética, despojada, o emprego de acordes alterados e, sobretudo, um extraordinário jogo rítmico entre o violão, a bateria e a voz do cantor. Responsável por esse jogo rítmico, seu intérprete, João Gilberto, assumia assim de imediato um papel destacado no trio que seria completado pelo compositor Tom Jobim e pelo poeta Vinícius de Moraes. Em conjunto, criando a bossa nova, alterariam de forma irreversível o curso da música popular no Brasil. Certamente, apenas com Tom e Vinícius, teríamos uma música moderna, sofisticada, renovadora, mas não seria o que se denominou bossa nova. A melodia de “Desafinado” que ficou consagrada é bastante “torta”. Mas era mais “torta” ainda no original. Ficaram por conta de João Gilberto algumas alterações na hora da gravação. O uso de muitos sustenidos e bemóis produziram intervalos melódicos inusitados para os padrões da música brasileira na época a ponto de dificultar a interpretação de alguns cantores menos dotados. E isso levou muita gente a classificar João Gilberto como cantor desafinado. A batida deslocada do violão e o contratempo da percussão confundiam os músicos, provocando estupefação geral. Tanta novidade numa só composição a levaria inevitavelmente ao sucesso, estendido para além fronteiras. Nos Estados Unidos Stan Getz e Charlie Byrd gravaram , em 1962, um “single” (nosso compacto simples, na época) que ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas, recebendo o prêmio Grammy de melhor performance de jazz. O disco foi extraído do álbum “Jazz Samba”, que permaneceu setenta semanas nas paradas de sucesso americanas, ultrapassando também a marca de um milhão de cópias vendidas. Esta gravação é considerada o marco inicial da bossa nova nos Estados Unidos.


Fontes: A Canção no Tempo – Jairo Severiano/Zuza Homem de Mello

Revista da Música / Arquivo pessoal de dados.

Fotos: Divulgação

“...E MÚSICOS”


Entre os músicos que conheci atuando em Franca, tenho um carinho e respeito muito especiais por cara chamado Waltinho Limonta. Conhecimento e dedicação, além de amor ao trabalho, fazem dele um dos mais competentes profissionais da área do entretenimento musical não só aqui em sua cidade, mas também em toda a região. Exímio baterista e percussionista, também é dono de uma das mais privilegiadas vozes masculinas que já ouvi. Há algum tempo atuava com sua “Banda A 3”. Hoje, grupo ampliado, vem executando projetos mais arrojados, com trabalho mais abrangente e sempre alvo de elogios e, claro, celebrando muitos contratos.

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“MÚSICAS...”


“Flor de Lis” pode ser considerada a música que projetou o cantor e compositor alagoano Djavan Caetano Viana, ou, simplesmente, Djavan, tido e havido como um dos melhores do Brasil. Enquanto a letra da citada canção, sobre um romance desfeito, não se prende a nenhuma mensagem específica, a idéia da música em si, segundo o próprio autor, “foi construir uma melodia linear com a harmonia dançando, para lhe conferir mais sabor”. Essa linearidade pode ser exemplificada pela freqüência da nota “mi”, repetida 24 vezes nos oito primeiro compassos. Quem conhece a música, canta aí : “Valei-me Deus/ é o fim do nosso amor/ perdoa por favor/ eu sei que o erro aconteceu/ mas não sei o que fez...” O mesmo trecho contém ainda uma progressão harmônica com sete acordes diferentes, quase todos sobre essa mesma nota. A melodia prossegue nessa linha, realçando o jogo harmônico de grande originalidade.

Destaque do LP de estréia do músico – “A Voz, o Violão e a Música de Djavan” – “Flor de Lis” não mostrava ainda alguns dos elementos que marcariam o estilo de seu trabalho posterior.

Antigo emblema da realeza francesa, a flor de lis foi também título de uma canção do compositor Agustin Lara, carro-chefe do repertório de Pedro Vargas, o cantor mexicano de maior popularidade no Brasil nos anos trinta e quarenta.

Fontes: A Canção no Tempo – Jairo Severiano/Zuza Homem de Mello

Revista da Música / Arquivo pessoal de dados.

Foto: Divulgação

“...E MÚSICOS”

Entre as diversas canções brasileiras constantes do nosso repertório, está incluída “Flor de Lis”, que estaremos mostrando nesta quinta-feira, dia 20, no “CANDEEIRO PIZZA BAR”.


MARCOS PRADO CONVIDA e, com muita honra, estaremos lá novamente com ele, a partir das 21 horas.

Dono de um talento inigualável, exímio violonista e profundo conhecedor de música e produção, o moço é o responsável pela direção do “Estúdio Marcos Prado”, e, ao lado da esposa Leninha, pela condução da escola musical “Quintal do Poeta”, na Rua Augusto Marques, 1718.

Não abrimos mão de sua presença no Candeeiro Pizza Bar, que fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, 809.

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A partir do final da década de 50 e durante os anos 60, a música popular feita na Itália ganhou enorme notoriedade em todo o mundo. O Festival de San Remo, o mais importante evento musical da Europa naquele momento e um dos mais respeitados fora das fronteiras italianas, foi responsável pela projeção e consagração de inúmeros autores, intérpretes e canções, lembrados até os dias de hoje. Em 1958, Domenico Modugno venceu o San Remo com a clássica Volare(Nel Blu Dipinto Di Blu), regravada por vezes incontáveis, vertida para os mais diversos idiomas. Em 1968 foi a vez de Roberto Carlos interpretar “Canzone Per Te”, a canção vitoriosa, assinada por Sergio Endrigo, Sergio Bardotti e Luis Bacalov.

Um enorme contingente de cantores e cantoras italianos invadiu as rádios mundo afora, como Luigi Tenco, John Foster, Gianni Morandi, Ornella Vanoni, Rita Pavone, Gigliola Cinquetti, Nico Fidenco, Cláudio Villa, Gino Paoli, Emilio Pericoli e por aí afora.

Entre as canções eternizadas, podemos falar em Dio Come Ti Amo, Senza Fine, Al Di La, Se Non Avessi Più Te, Ti Voglio Tanto Bene, Il Mondo e tantas e tantas outras. O período tornou-se conhecido como a “Era de ouro da música italiana”e até hoje é lembrado em eventos dedicados à cultura do país europeu.

“...E MÚSICOS”

Entre as festas típicas dedicadas à cultura italiana está a tradicional “Festa di San Gennaro”, que acontece anualmente em Batatais. Este ano, realizada em dois finais de semana, teve início na quinta-feira passado com final previsto para o próximo domingo. Destacando principalmente a gastronomia e a música daquele país, contou no último domingo com a presença do cantor Tony Angeli.

Nesta sexta-feira, dia 14, a partir das 20 horas, com muita honra, estaremos nos apresentando no evento, interpretando, além das canções consagradas citadas acima, muitas outras do repertório italiano e também brasileiro, que escolhemos a dedo.

Conosco, nosso estimado companheiro de longa data, o guitarrista Ito Reis.

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“MÚSICAS...”


“Estela-a-a-a-a ! Em que estrela você se escondeu ?”

O dono desta frase musical super conhecida Brasil afora é Fábio, um cantor paraguaio radicado no Brasil. Muitos hão de se lembrar.

Mas eu quero falar é de Tim Maia e de um outro grande sucesso.

E o que tem a ver o Fábio da “Estela” com o “Síndico”?

Segura aí !

O ano era 1969 e Tim, ainda anônimo e duro sem tostão no bolso, procurando lugarzinho pra morar foi parar no apartamento de Fábio, na Rua Real Grandeza, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, onde passou a dormir no velho sofá da sala.

Como Fábio e seu empresário viajavam muito em função do sucesso de “Estela”, Tim acabava ficando sozinho com seu violão e gravador. Num desses períodos de solidão, ocupando a cama do amigo e contemplando na parede em frente um pôster de uma morena, tendo ao fundo o mar azul do Taiti, passou a mão no violão e gravou uma canção.

Voltando da viagem, Fábio ouviu a música “inspirada no pôster” e não teve dúvida : afirmou que seria a música da vida de Tim Maia !

A música era “Azul da Cor do Mar” e, realmente, transformou-se em uma de suas marcas registradas.


“...E MÚSICOS”

LUIZ MEIRA- cantor e produtor musical, nasceu em Florianópolis em 1965 e começou a despontar para a música aos 13 anos de idade, conquistando inúmeros prêmios de melhor instrumentista em diversos festivais nos anos 80 em Santa Catarina.


Apaixonado pelo samba e bossa nova, quando menino guardava o dinheiro do lanche pra comprar discos de Elis Regina, Simone, Chico Buarque, Ivan Lins e Milton Nascimento. Adulto, acabou por trabalhar com os maiores nomes do cenário, após voltar de uma excursão pela Europa.

Em 1990 trabalhou com Paulo Moura.Depois, passou a atuar ao lado de outros tantos artistas de renome, como Sá & Guarabyra, Beto Guedes, Elza Soares, Sandra de Sá, Fátima Guedes, Luiz Melodia e Leny Andrade. Também vale lembrar que já dividiu palco com ArthurMaia, Márcio Montarroyos, Armandinho, Mu Carvalho, Amilson Godoy, Eduardo Souto Neto e Sizão Machado.

Tem trabalhado constantemente ao lado de Gal Costa, desde 1997.

Aprecie o talento, a ginga e o balança de LUIZ MEIRA no link abaixo.

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“E O TAL DO ROQUENRÔU ?”

O rock começou a ganhar feições brasileiras a partir dos anos 80, com o surgimento de diversos grupos e cantores individuais que passaram a incorporar elementos da música nacional, latina e africana ao que já era padrão, mas com corpo e alma estrangeiros.

O estilo foi ouvido pela primeira vez por aqui na voz de uma cantora chamada Nora Ney. Em 1955 ela gravou o estrondoso sucesso de Bill Halley e Seus Cometas, “Rock Around The Clock”, dando início à consagração do alucinante ritmo entre nós. No final dos anos 50 e início dos 60, então com o surgimento da turma do iê-iê-iê, eram gravadas versões dos sucessos americanos e ingleses, o que continuou com o pessoal da Jovem Guarda sendo Erasmo Carlos um dos artistas mais fiéis ao gênero.

Rita Lee, que muitos chamam de a “avó do rock brasileiro”, apareceu um pouco depois, estreando com Os Mutantes em 1966. Trilhando carreira solo, marcou época com músicas como “Ovelha Negra”, “Jardins da Babilônia”, “Esse Tal de Rock Enrow”, “Erva Venenosa”, “Flagra” e muitas outras.

Outro precursor do rock brasileiro foi o baiano Raul Seixas. Seu primeiro sucesso foi “Ouro de Tolo”, de 1973, mesmo ano em que consagrou “Metamorfose Ambulante”, “Mosca na Sopa” e “Al Capone”, esta em parceria com o futuro escritor de sucesso internacional Paulo Coelho.

Outros hits da carreira de Raul foram “”Gîta” e “Há Dez Mil Anos Atrás”.

Então, a partir dos anos 80 o rock brasileiro se consolidou, despontando com força em especial no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte.

(Não abro mão de você nos próximos posts... Te muito mais!)

Fonte : “Enciclopédia Musical” – Jornal O Estado de São Paulo

Foto : Divulgação

“...E MÚSICOS”

O projeto “Marcos Prado Convida” continua a todo vapor, no Candeeiro Pizza Bar”.

Toda semana, um convidado.

No próximo dia 20 de setembro estaremos ao lado do grande violonista e produtor mais uma vez, com muita honra.

E não abrimos mão de sua presença.

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“MÚSICAS...”

“Tristezas do Jeca” tornou-se popular com o título de “Tristeza do Jeca”(no singular). É, talvez, a música caipira mais conhecida de todas. Foi escrita em Botucatu, interior de São Paulo, em 1918, por Angelino de Oliveira. Classificada como toada-paulista, começou a tornar-se popular por volta de 1922. A divulgação à época, claro que era feita boca a boca. O rádio, o grande veículo de propagação de notícias e músicas estava apenas engatinhando...

Em 1924 a Orquestra Brasil-América gravou a obra, seguida do cantor Patrício Teixeira, em 1926, o que a levou a ser conhecida em todo o país, tornando-seum dos maiores clássicos da música sertaneja.

Segundo consta, o autor Angelino de Oliveira (nascido em Itaporanga-SP e criado em Botucatu) era um “humilde tocador de violão e guitarra portuguesa” que conseguiu, através da melodia e letra pungentes, contar as mágoas de um matuto apaixonado em “Tristezas(ou Tristeza) do Jeca”.

Entre as mais importantes gravações da toada estão as de Tonico e Tinoco e Zezé de Camargo e Luciano.

Trechinho da letra : “Eu nasci naquela serra/ num ranchinho beira-chão/ Todo cheio de buraco/ Onde a lua “fai” clarão.../Quando chega a madrugada/ Lá no mato a passarada/ Principia o “baruião”.../ Nesta viola eu canto e gemo de verdade/ Cada toada representa uma saudade...”

Fonte : “A Canção No Tempo”-85 Anos de Musicas Brasileiras – Jairo Severianoe Zuza Homem de Mello

Foto : Divulgação.

“...E MÚSICOS”

O assunto acima nos remete ao músico que foi o principal responsável pelo resgate do mais tradicional instrumento utilizado pelos intérpretes do gênero caipira e sua popularização entre as novas gerações : a viola de dez cordas. Seu nome : Almir Sater.

Almir utiliza-se de um toque mais sofisticado, resultado de seu experimentalismo, conseguindo somar ao seu modo de executar a viola, características do blues, do rock, do folk, do erudito e do popular, numa mistura atemporal.

Com seus mais de 30 anos de carreira e inúmeros discos gravados como solista e em parceria com nomes como Renato Teixeira e Sérgio Reis, é considerado um artista completo, tendo sido reconhecido pela revista Rolling Stone do Brasil como um dos trinta maiores instrumentistas da música brasileira.

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“O VIOLÃO”

Considerado hoje o mais popular dos instrumentos musicais, o violão tem sua origem remota na guitarra mourisca, um instrumento do século XIII, e na vilhuela, um instrumento de extraordinário prestígio na Espanha do século XVI.

A partir do século XVIII, foi desenvolvido eu aspecto contando com seis cordas tensionadas por meio de cravelhas sobre uma caixa de ressonância e um braço com trastes que indicam as posições dos sons cromaticamente (divididos por semitons).

Nos dias de hoje, as cravelhas foram substituídas por tarraxas e o instrumento pode contar com sete ou doze cordas, com instrumentistas de renome utilizando-se desses modelos, com encordoamento tanto de nylon como de aço.

A partir da Espanha, o violão converte-se em um instrumento muito popular no mundo todo por seu fácil manejo e sua capacidade de ser usado tanto como instrumento de solo como de acompanhamento.

Com o aperfeiçoamento e uso da tecnologia é considerado hoje um instrumento praticamente sem limites, sendo utilizado no meio clássico, no pop, no rock , no folclore e na música popular, sem preconceito.

Fonte : Enciclopédia Musical Estadão – 2005

Foto : Divulgação.

MARCOS PRADO ME CONVIDA


E eu vou.

Considerado um dos mais competentes violonistas do interior, Marcos Prado é também professor e um dos mais concorridos produtores musicais da região, com seu Estúdio Marcos Prado, situado em Franca, contando com uma das mais privilegiadas agendas da área.

Em temporada no super qualificado Candeeiro Pizza Bar com seu show “MARCOS PRADO CONVIDA”, ele me concede a honra e o privilégio de dividir palco em evento marcante pra minha humilde carreira.

Hoje, quinta, dia 21 de junho, estarei por lá, em cena ao lado do Mestre Marquinho, a partir das 21 horas, com muito prazer e alegria. Atuar ao lado dele e acompanhado por ele, não tem preço !

E não abrimos mão de sua presença.

Reserve seu lugar através do (16) 3406 0016.

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“CLÁSSICAS REBELDIAS”


Sempre que se fala de arte e artistas, o assunto vai além do talento e das qualidades. Por exemplo, lembrando grandes músicos clássicos, diz-se que o compositor Haydn, um dos maiores de todos os tempos, era complicado. Mas, mais complicado que ele, afirma-se que era Wolfgang Amadeus Mozart. Foi um cara completa e totalmente dedicado à sua arte, porém com dificuldades extremas para exercê-la profissionalmente. Mozart viveu apenas 35 anos, mas, ao contrário de Haydn, rebelou-se desde muito jovem contra um sistema de mecenato que lhe teria condenado a viver toda a sua vida em Salzburgo, sua cidade natal, a serviço do arcebispo local.

Por sua atitude rebelde, foi expulso de seu cargo e obrigado a viver o resto da vida em Viena, como era seu desejo, embora ficasse à mercê do êxito ou do fracasso de suas obras no ainda incerto mundo dos concertos públicos.

Mozart teve a coragem de recusar a segurança que lhe proporcionava Salzburgo e preferir a liberdade criativa e estímulo das novidades que se lhe ofereciam em Viena. Porém, após poucos anos de relativo sucesso graças à ópera e aos concertos, e apesar de contar com boas perspectivas, no momento de sua morte sua situação econômica era difícil. Foi enterrado em uma vala comum.

Fonte : Enciclopédia Musical Estadão – 2005

Foto : Divulgação.

JANTAR DO VICENTE DE PAULO

Foi sábado, dia 9 de junho. Sucesso absoluto, resultado do trabalho de Felipe Salomão e sua equipe de trabalho do Templo Espírita Vicente de Paulo. Toda a renda auferida será aplicada em trabalhos assistenciais.

O evento aconteceu no Buffet Styllus, atualmente um dos mais concorridos e competentes em toda a cidade. Fica na Rua Carlos de Vilhena, 3360, na Vila Chico Júlio, em Franca e tem a direção dos super profissionais Luiz Sousa e Laigner Sousa.

Ficamos responsáveis pela parte musical, eu e meus competentes companheiros José Antônio Gandolfi, bateria e percussão e Ito Reis, guitarra e vocal.

Houve ainda a participação de Eder e Marlete, expoentes da dança em Franca e da excelente cantora Silvana Miranda, que já foi destaque, inclusive, nos programas de Raul Gil, no SBT.

MARCOS PRADO ME CONVIDA

E eu vou. Será quinta, dia 21, a partir das 9 da noite. Faremos um apanhado geral de grandes consagrações, em particular, música que eu interpretava quando fui “crooner” da Orquestra Laércio de Franca, no início dos anos 70 e em minhas atuações mais recentes juntamente com o saudoso Maestro.

Não abrimos mão de sua presença. Marca aí : Candeeiro Pizza Bar, quinta, dia 21 próximo.

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*Esta coluna é semanal e atualizada às segundas-feiras