“A MÚSICA E OS MÚSICOS”

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Nos anos 60, a TV brasileira tinha o que nos atreveríamos a chamar de seu equivalente ao Grammy Awards : Troféu Roquette Pinto, que era apresentado através da TV Record e premiava os melhores do ano. Em 1964, os grandes destaques como cantores e, conseqüentemente, os premiados, foram Elis Regina,Roberto Carlos, Jair Rodrigues, Carmen Silva e Wilson Simonal.

Em 1965, no mês de maio, nas rádios de São Paulo as músicas e artistas mais executadas eram : Perfídia-Trini Lopez; Oferenda- Altemar Dutra; Amore Scusami – John Foster; O menino das Laranjas – Elis Regina; Opinião – Nara Leão; Besame Mucho – Ray Conniff; Twist and Shot – The Beatles; Trem das Onze-Demônios da Garoa e Preste Atenção- Wanderley Cardoso, além de outras.

No mesmo mês e ano, na Inglaterra, a parada estava assim : I’ll never find another you – The Seekers; The game of love – Wayne Fontana and The Mindbenders; It’s not unusual- Tom Jones; Don’t let me be misunderstood – The Animals ; Tired of waiting – The Kinks e I feel fine – The Beatles.

Fontes : Revista Melodias

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“A MÚSICA E OS MÚSICOS"

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BRASIL PANDEIRO


O samba “Brasil Pandeiro” foi composto por Assis Valente para Carmen Miranda, por ocasião da volta da cantora, após seu período inicial de atuação nos Estados Unidos. Era 1941. Carmen não gostou da composição e a recusou, acabando a mesma por ser lançada em disco pelo grupo Anjos do Inferno. De feitio diferente dos sambas ufanistas que reinavam na época, pode-se classificar “Brasil Pandeiro” como um samba-exaltação com a marca de Assis Valente, um dos autores de maior nome naquela época. Aliás, era ele o preferido dos maiores grupos vocais, bastante em moda nos anos 1940.

Mesmo depois de morto, Assis Valente continuou sendo lembrado. Em 1972 o grupo Novos Baianos regravou e incluiu o samba entre seus maiores sucessos. Vai aí um trechinho pra você recordar e, quem sabe, até se arriscar a cantar :

“Eu quero ver o Tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar/ o Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada/.../Brasil, esquentai vossos pandeiros/ iluminai os terreiros/ que nós queremos sambar, ô-ô...”

Veja aí uma gravação de 1973, à disposição no You Tube, com destaque para as vozes de Baby Consuelo (do Brasil) e Morais Moreira.

I

Fontes : “A Canção No Tempo” – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello

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“O BÊBADO E A EQUILIBRISTA”


Registrar em música e verso acontecimentos da música brasileira. Eis aí uma fonte de inspiração dos nossos compositores. Dê uma olhada no repertório nacional e verá. Às vezes fatos relevantes, outras nem tanto...Mas a verdade é que crítica ou louvação a campanhas políticas, revoluções e feitos de brasileiros, quase sempre importantes (ou não), não faltará ! Senão, veja : nem mesmo a ferrenha censura de duas ditaduras foi capaz de impedir essa prática, muitas vezes, inteligentemente disfarçada pelo uso de imagens alegóricas. Este é o caso de “O Bêbado e a Equilibrista”, notável composição de João Bosco e Aldir Blanc, que focaliza uma promessa de abertura democrática, na ocasião cercada de incertezas. Parodiando a forma de uma samba-enredo, a canção descreve uma cena patética em que dois personagens (o bêbado e a equilibrista) movimentam-se ridiculamente num fim de tarde sombrio (“E nuvens/ lá no mata-borrão do céu/ chupavam manchas torturadas...” O bêbado, trajando luto e lembrando a figura de Carlitos (Charles Chaplin), fazendo irreverências mil pra noite do Brasil...A equilibrista, a esperança dançando de sombrinha na corda bamba, o que correspondia à expectativa ansiosa de um projeto de êxito imprevisível...E a canção prossegue, utilizando, conscientemente, o mau-gosto e o lugar-comum como forma chocante de expressar a crítica a uma realidade indesejada, como se pode ver em “Chora a nossa pátria, mãe gentil/ choram Marias e Clarisses...” O “irmão do Henfil” e as “Clarisses” citados nos versos referem-se a personagens reais: ele, Herbert de Souza, o Betinho, era irmão do cartunista Henfil, na época, vivendo no exílio; ela, era viúva do jornalista Wladimir Herzog, enforcado numa prisão da ditadura, em São Paulo.

“O Bêbado e a Equilibrista” foi lançada por Elis Regina em junho de 1979, em gravação arranjada e dirigida pelo seu então marido César Camargo Mariano, fazendo parte do LP “ELIS, ESSA MULHER”, vindo a tornar-se um de seus maiores sucessos, o que aconteceu também na voz de João Bosco.


Fonte :A Canção No Tempo – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello

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MENINA VENENO


Um dos hits mais populares de todos os tempos no Brasil, tem a assinatura de Ritchie e Bernardo Vilhena. Com enorme sucesso também no Exterior, a música foi gravada em 1983 por Ritchie e, dez anos mais tarde, voltou a “estourar” nas vozes de Zezé di Camargo & Luciano. Dois extremos. O criador e intérprete, um apaixonado e militante super ativo na cena rock’n’roll. Do outro lado, releitura de dois ícones da chamada música sertaneja.

Richard David Courte nasceu na Inglaterra e antes de vir para o Brasil, morou na Dinamarca, no Kênia, Itália, Iêmen e Alemanha, tendo tocado com Patrick Moraz, tecladista do Yes, Jim Capaldi, Steve Hacket, do Genesis e Steve Winwood, entre tantos outros. Em se falando de brasileiros, trabalhou com Lúcia Turnbull, Liminha, Rita Lee e Jaques Morelenbaum, até formar a banda Vímana, com Lulu Santos, Lobão, Fernando Gama e Luiz Paulo Simas.

Além de cantar e compor, Ritchie toca flauta, violão e teclados. Confessa que suas maiores influências sempre foram os Beatles, Animals, Searchers, Kinks, Joni Mitchell e Steely Dan.

A música tem um verso que gerou muita discussão : “Um abajur cor de carne...” que muitos entendiam abajur “cor de carmim”...Mas temos aqui em mãos o disco original cuja capa estampa a letra, claro, igualmente original, que nos possibilita sanar qualquer dúvida. O abajur era mesmo COR DE CARNE !

Ritchie anda desaparecido, está totalmente fora da mídia, mas sua marca ficou : MENINA VENENO.

Fonte :Arquivo Pessoal de Dados

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ALÁ-LÁ-Ô


Segunda de Carnaval, história de Carnaval!

A história desta que é uma das mais famosas marchinhas de Carnaval começou em 1940. É derivada de outra música, intitulada “Caravana”, usada por um bloco do bairro da Gávea, no Rio, àquela época. Resolvendo gravá-la para o Carnaval do ano seguinte, seu autor, Haroldo Lobo, pediu a outro compositor, Antônio Nássara, “melhorar” a composição, que tinha apenas estes versos:  “Chegou, chegou a nossa caravana/ viemos do deserto/ sem pão e sem banana pra comer/ o sol estava de amargar/ queimava a nossa cara/ fazia a gente suar.”

Efetuados os devidos retoques e acrescentada uma segunda parte, “Alá-Lá-Ô” ficou como é conhecida e cantada até hoje, assim: “Alá-lá-ô, mas que calor/ Atravessamos o deserto do Saara/ O sol estava quente que queimou a nossa cara// Viemos do Egito/ e muitas vezes nós tivemos que rezar/ Alá, meu bom Alá/ mande água pra Ioiô/ mande água pra Iaiá/ Alá, meu bom Alá !”

A gravação efetuada contou com arranjo de ninguém menos que Pixinguinha.

Em 1980, pouco antes de morrer, o jornalista e compositor David Nasser afirmaria, num artigo da revista Manchete, que seria o autor da letra de “Caravana”, embrião  de “Alá-Lá-Ô”.

Fontes : “A Canção No Tempo” – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello

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MARACATU ATÔMICO

Entre as músicas consideradas “alheias” gravadas por Gilberto Gil, “Maracatu Atômico” é uma das mais marcantes. Numa espécie de sincretismo cultural, os autores Jorge Mautner e Nelson Jacobina fundem na composição, o atômico e o primitivo, versos de vanguarda e rítmica afro-brasileira, na forma estilizada de um maracatu eletrônico. Falando da letra, vejamos : “Atrás do arranha-céu tem o céu, tem o céu/ e depois tem outro céu sem estrelas/ Em cima do guarda-chuva tem a chuva, tem a chuva...”

Filho de alemães fugitivos do nazismo, Jorge Mautner é romancista e filósofo, defensor de uma síntese Marx-Nietzsche, paz versus guerra atômica, tendo representado uma alternativa às vanguardas literárias doas anos sessenta.

Considerando-se mais poeta do que músico, começou a compor e estreou em disco em 1966, com a canção “Radioatividade”, lançando o primeiro LP em 1972.

Mautner gravou “Maracatu Atômico” em seu álbum (que leva seu nome) de 1974. A obra seria gravada também por Chico Science e Nação Zumbi em 1996, regravada pela Nação Zumbi para o filme “Senna”, em 2010 e ainda por músicos da banda do próprio Jorge, para o documentário Jorge Mautner - O Filho do Holocausto.

É considerada pela revista Rolling Stone, a 48ª entre as 100 melhores músicas brasileiras de todos os tempos.

No vídeo, uma raridade: Caetano Veloso e Jorge Mautner, juntos, interpretando Maracatu Atômico.


Fontes : “A Canção No Tempo” – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello

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FEELINGS


Gravada no LP de estréia do cantor-compositor brasileiro Morris Albert (Maurício Alberto Kaiserman) em 1973, a canção “Feelings” tem uma trajetória ponteada de fatos inusitados. Teria sido composta em apenas 2 horas, numa noite de insônia, com letra em inglês e , entre as demais constantes do disco, não era a chamada “música de trabalho”, ou seja, aquela recomendada pra ser executada nos veículos de comunicação com mais intensidade. Mas foi a que acabou acontecendo, figurando, inicialmente, na trilha da novela “Corrida do Ouro”, da TV Globo. Em seguida, foi gravada em espanhol, com o título de “Sentimientos”, alcançando enorme sucesso em países da América Latina e ganhando um disco de ouro no México. Em abril de 1975 ganhou as paradas dos Estados Unidos, com a gravação do próprio Albert, além de uma outra na voz de Andy Williams. Gente de primeira linha, como Sarah Vaughn, Ella Fitzgerald, Johnny Mathis e Dionne Warwick incluíram o hit em seus repertórios, assim com as orquestras de Percy Faith e Ray Conniff, além de vários músicos do jazz. Após quase um ano liderando paradas de sucesso nos Estados Unidos e Europa, “Feelings” foi premiada com o Gold Award e Morris Albert passou a figurar entre os mais ricos artistas da época. Mudando-se para a Califórnia, chegou até a investir em imóveis e etc...

Na década de 80, o compositor francês Loulou Gasté apareceu na cena, acusando o brasileiro de havê-lo plagiado. Entrou com um processo no qual alegava ser sua canção “Pour Toi”, escrita em 1956, a fonte de inspiração de “Feelings”, culminando por sair vitorioso, com uma corte americana concedendo-lhe a co-autoria e, conseqüentemente, considerável parte da fortuna amealhada por Morris Albert.

Aí, aparece outra acusação: a verdadeira origem da melodia poderia ser a ária “Addio Del Passato”, da ópera “La Traviatta”, de Giseppe Verdi. Prometo pesquisar o assunto e contar o desfecho, assim que possível.

Aqui no Brasil, surgiu o comentário de que a trilha de um comercial em desenho animado, estrelado pela Turma da Mônica e o elefante da Cica (produtos alimentícios), teria a mesma fórmula musical (mesma melodia por determinado número de compassos, caracterizando plágio), entretanto, sem questionamento judicial.

Mais recentemente, em 1998, a badalada e disputada obra foi gravada pela banda punk Offspring, quando a palavra “love” foi substituída por “hate”.


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ASA BRANCA

Um tema folclórico muito antigo é a origem da toada “Asa Branca” que Luiz Gonzaga conhecia desde a infância através da sanfona do pai. Sempre lhe ocorria a vontade de transformar o tema em uma canção, mas achando-o simples demais, acabava por deixar a ideia de lado. Assim, foi só para atender ao pedido de uma comadre, que se dispôs a gravá-lo, que levou o tal tema pra Humberto Teixeira dar uma “ajeitada”, somando-se aí umas correções numa letra já em fase de construção: “Quando olhei a terra ardendo/ qual fogueira de São João...” E mais : “Quando o verde dos teus olhos/ se espalhar na plantação...” Pronto! Nascia uma obra-prima que viria a ser reconhecida e gravada internacionalmente.


A canção inspirou, nos anos 70, a retomada da música nordestina, em geral, e o culto a Luiz “Lua” Gonzaga, em particular, por iniciativa dos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. Sua construção melódica, possibilitando boas oportunidades de explorações harmônicas, tem-lhe proporcionado o aproveitamento como peça de concerto.

“Asa Branca” ficou mais conhecida executada no ritmo de baião e outros, de origem nordestina, como no vídeo em destaque, reunindo um punhado de “cobras” da música brasileira. Aprecie!

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PAÍS TROPICAL

Este clássico tupiniquim nasceu de um telefonema do então Jorge Ben (hoje Benjor) pra sua musa àquela época, de nome Teresa. O compositor, rubro-negro doente, havia acabado de assistir a uma vitória do Flamengo, resolvendo telefonar pra sua inspiradora, dividindo com ela a sua alegria. Daí a presença da “nega Teresa” nos versos desta que é uma das mais executadas canções brasileiras de todos os tempos.

Muitos dizem que não existe verdade nessa história contada pelo dissimulado Jorge Ben (ou Benjor). Mas em caso de não ser fictícia, está plenamente justificada a euforia de “País Tropical”, canção espirituosa e otimista, que passa a idéia de um poeta exultante com a vida e a terra onde vive: “Moro/ num país tropical/ abençoado por Deus/ e bonito por natureza...mas que beleza/ Em fevereiro/ tem carnaval/ tenho um fusca e um violão/ sou Flamengo e tenho uma nega chamada Teresa...”

Com seu inconfundível estilo, Benjor foi além: incorporou uma nova bossa, a das palavras pronunciadas sem a última sílaba, brincadeira esta, com as síncopes, que gerou um efeito muito pitoresco, o que só veio a aumentar a curiosidade sobre a canção.

A primeira gravação de “País Tropical” aconteceu através de Wilson Simonal, em julho de 1969, mesmo ano em que Gal Costa, com participação de Caetano Veloso e Gilberto Gil, registrou em um compacto simples uma versão recheada de elementos da “tropicália”, movimento musical com qual Jorge Benjor se identificou plenamente. Mas a versão de Simonal foi a que fez mais sucesso, consagrando tanto autor quanto intérprete.

“Mó/ num pá tropi/ abençoá por Dê/ e boni por naturê...”

Fontes : “A Canção No Tempo” – Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello

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“PROJETO PARALELO-REUNIÃO”


E um dos grandes intérpretes das músicas de Jorge Benjor em nossa região, incluindo-se aí “Pais Tropical” é, sem dúvida alguma, meu amigo Tiago Leitônez. Co-fundador e integrante da banda “Projeto Paralelo”, ele reúne o time neste fim de semana pra duas super apresentações. Juntos, esbanjando talento e criatividade, Leitônez, Ziggy, Moisés e Zûk Chagas mostrar a que vieram em duas badaladas casas de shows de Franca : quinta-feira, dia 27, no Skate Club Bar e na sexta, dia 28, no Candeeiro Pizza Bar.

“SEMANA CANDEEIRO”


E a semana no “Candeeiro” está sendo uma das mais recheadas de talentos !

Reggae, Rock, Pop Rock, Jazz, Música Brasileira e música típica do Caribe. Tudo isto faz parte do repertório dos caribenhos Jasmin & Castillo, que se apresentam por lá durante toda a semana. Inclusive, nesta quinta-feira dia 27 Yasmin sobe ao palco como convidada do nosso Marcos Prado. Vai ser de arrepiar !

Na sexta-feira, dia 28, é a vez do “Projeto Paralelo”, com seu repertório pra lá de dançante.

Endereço do “Candeeiro”: Av. Antonio Barbosa Filho, 809, na parte mais baixa do Jardim Francano.

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“A MÚSICA E OS MÚSICOS”

Corria o ano de 1947. Chico Buarque ainda vivia sua infância e Sivuca já compunha. Eis então que escreve uma melodia que viria a ser conhecida pelo primeiro uns trinta anos depois. Quando conheceu a obra, veio-lhe a inspiração de escrever versos evocativos, recordando brincadeiras de criança, que casaram-se perfeitamente com a ingenuidade da melodia :”Agora eu era o herói/ e o meu cavalo só falava inglês/ A noiva do cowboy / era você além das outras três...” Foi assim que nasceu a valsinha “JOÃO E MARIA”, que a maioria das pessoas pensava ser apenas de Chico. Homônima do famoso conto infantil, a canção foi gravada por Nara Leão, juntamente com Chico Buarque e inserida no LP “Meus Amigos São Um Barato”, tornando-se e popular pela telenovela “Dancin’ Days”.

No auge do sucesso de “João e Maria”, Sivuca estava realizando uma grande quantidade de shows pelo Brasil e não se fez de rogado. Aproveitou para corrigir o equívoco : a letra era do Chico, mas a música era dele ! Há muito tempo...

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“DUO PRADO”


Mais uma noite imperdível no “Candeeiro Pizza Bar”, na Av. Antonio Barbosa Filho, 809. Dando seqüência ao seu projeto “Marcos Prado Convida”, meu parceiro e irmão de fé apresenta nesta quinta-feira, dia 20, o show “Passeio de Samba”, contando com a talentosíssima filha, graça de cantora, Marina Prado. De quebra, o convidado especial Marquinho Sabino, com seus tambores mágicos. Competência de sobra !

Então, anota aí : “Duo Prado” juntamente com Marquinho Sabino dando um “Passeio de Samba” no Candeeiro, nesta quinta, a partir das 9 da noite.

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