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“VITÓRIA MALDONADO-RON CARTER”


Vitória Maldonado, filha de pai cantor e mãe pianista, não escapou! Virou cantora e pianista. Após estudar na adolescência com Marina Brandão, Amilson Godoy e Hilton Valente (o Gogô) , rumou pros Estados Unidos, onde formou-se em composição e regência na Berklee. Acabou retornando ao Brasil no anos 80 e, no final da década, acabou por apresentar-se ao lado de Marisa Monte em curta temporada.

Graças a apresentações em jazz clubs de São Paulo, Vitória acabou sendo notada por gente do jazz americano e apresentada a Ron Carter, um dos maiores baixistas das últimas gerações.

Com dois álbuns gravados , “Vitória”, de 1994 e “O que está acontecendo comigo”, de 2011, a cantora e pianista chega ao auge de sua carreira gravando ao lado de Carter. O disco “L.I.K.E.”(“Love, Inspiration, Knowledge and Energy”) traz standards norteamericanos e brasileiros como ”Lugar Comum”, de João Donato, “They Can’t Take That Away From Me”, “Que Reste-T-Il De Nos Amours”, “All Of Me”, “Georgia On My Mind” o outras, inclusive composições em parceria com o baixista.

Segundo Vitória, trata-se de um disco com repertório atemporal e internacional, estrategicamente pensado para o público não só do Brasil mas também de todas as partes do mundo onde possa chegar seu trabalho.

Participam da gravação o violonista e produtor Roberto Menescal, o saxofonista Proveta, o trompetista Randy Brecker, a pianista René Rosnese outros de grande importância no cenário.

“EM TRIO”

Eduardo Machado-baixo; Marquinho Sabino-bateria e Gil Reis-teclado. Estes são os integrantes do Eduardo Machado Trio, ou EM TRIO, que já tem agenda permanente lá pelas bandas da Alemanha, Suécia, França e etc., com viagem marcada pro Japão e adjacências pro ano que vem.

Sábado passado, dia 14 de abril, apresentaram-se na Praça Carlos Pacheco de Macedo, em frente à Casa da Cultura, em Franca, numa promoção acho que de uma empresa estatal ou coisa que o valha, que deveria ter sido DIVULGADA DE VERDADE. Eu, por exemplo, fiquei sabendo do evento na véspera. Fato é que muito pouca gente apareceu pra ver e ouvir três das maiores feras da música, que passeiam com sabedoria e competência pelo jazz, afoxé, bossa, e incursões bem pessoais pela música dos Beatles e até Pink Floyd. Com personalidade e competência!

Nossa homenagem ao EM TRIO !


NOVIDADES NO AR

No meio musical local e no rádio via internet.

É pra muito breve !

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​“CURIOSIDADES”

Dois tipos de compositores


Nem todos os compositores (estamos falando de compositores clássicos) criam música com a mesma facilidade. Alguns concebem uma idéia de súbito e passam-na diretamente para o papel, sem modificações. Outros, a partir da primeira idéia, podem passar anos amadurecendo-a até darem-se por satisfeitos.

Ao primeiro grupo pertence Wolfgang Amadeus Mozart, que afirmava “não sei de onde vêm nem como me chegam as idéias; em algumas ocasiões fluem abundantes e de maneira bem fácil, quando viajo em carruagem, passeando, ou quando não consigo dormir”.

Ao segundo grupo pertence Ludwig van Beethoven, que anotava suas idéias em um livreto que levava constantemente consigo. A evolução de muitas de suas obras pode ser seguida nas correções de suas cadernetas, em que, às vezes, aparecem até dez tiras de papel coladas sobre uma mesma passagem.

A liberdade do artista

A partir de Beethoven, os grandes compositores deixaram para sempre de ser artesãos a serviço de um patrão nobre, compondo suas obras para serem ouvidas uma vez ou duas, no máximo, em alguma ocasião especial, para converter-se definitivamente em artistas, ou seja, profissionais cujas

obras eram publicadas e vendidas no mercado, que escreviam para um público universal, para a posteridade, sem seguir as ordens de um patrão que o tivesse a seu serviço.

Por isso, diante das cem sinfonias de Haydn e das cinquenta de Mozart, Beethoven escreveu apenas nove em toda a sua vida, porque para ele cada obra era única. Ele sentia que tinha de amadurecê-lae corrigi-la o tempo que fosse necessário, mesmo que durante anos, até estar plenamente satisfeito.

Fontes : Compositores, gêneros e instrumentos – 1980

Fotos : Liga Entretenimento/Divulgação

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“O RAGTIME”


O ragtime, assim como o blues, tem origem na cultura musical afroamericana dos Estados Unidos a partir do século XIX. Nesse gênero, a influência musical ocidental é bastante acentuada. O ragtime bebeu na fonte da música de salão, tal e qual a valsa, a polca e a marcha. A contribuição africana está mais associada ao ritmo. O próprio nome, “ragtime”, é a forma abreviada de “ragged time”, que quer dizer “tempo destruído”.

Viveu seu auge entre o início do século XX e a Primeira Guerra Mundial(1914-1918). Era originalmente música do povo, dos trabalhadores que construíam as ferrovias no interior dos Estados Unidos. Ao final do trabalho, eles se reuniam à noite em bares, onde pianistas, a maioria afroamericanos, se apresentavam.

A primeira partitura de ragtime, “Harlem Rag”, de autoria de Tom Turpin, que viveu entre 1873 e 1922, apareceu em 1897. A partir daí, o ragtime ganhou forma mais fixa. Os primeiros pianistas que cultivaram o gênero já se permitiam abusar das improvisações, conferindo-lhe características mais criativas.

Depois do auge no início do século XX, o ragtime tradicional perdeu a importância. Ao cabo de algum tempo,tendo sido incorporado pelo jazz, deixou de ser tocado em sua forma original.

Esse esquecimento durou até o início dos anos 70, quando dois eventos provocaram seu redescobrimento. Primeiro, novas partituras voltaram a ser publicadas, a partir de registrosem discos e em rolos, já que muitas anotações da época haviam se perdido.

Para o grande público, o que revitalizou o gênero foi o filme “Golpe de Mestre”, em 1973, com Paul Newman e Robert Redford, cuja trilha sonora era composta por ragtimes de Scott Joplin, como “The Entertainer”, que se tornou conhecida em todo o mundo.

No link, a partir do Youtube, uma execução de “The Entertainer”.

Fontes : Compositores, gêneros e instrumentos – 1980

Fotos : Liga Entretenimento/Divulgação

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“A MÚSICA INSTRUMENTAL”

Ao contrário do que quase sempre ocorreu no exterior, notadamente na Europa, a música instrumental nunca foi muito popular aqui no Brasil. Desde que me entendo por gente, o rádio, que sempre foi o grande divulgador da música mais popular, só tocava os ditos “sucessos” através de interpretações vocais. Tradicionalmente, o gênero instrumental sempre foi valorizado por um público mais elitizado, mormente formado por aficcionados do jazz e da música de vanguarda.

Entretanto, aos poucos, foram aparecendo instrumentistas formados sobretudo na escola do choro, que vêm sendo descobertos e cultuados por músicos de novas gerações, o que vem possibilitando a conquista de espaços cada vez maiores no cenário instrumental nacional e até com enorme projeção internacional. Diga-se de passagem que, primeiro, conquistando o público lá de fora para, depois, acontecer aqui no Brasil.

A partir da década de 70, com a revitalização do já citado choro, começaram a aparecer novos solistas e grupos instrumentais, possibilitando o crescimento dessa audiência.

Alguns nomes já se fixaram como grandes instrumentistas, como, por exemplo, os que podemos chamar da “primeira geração”, que despontou a partir da metade do século XX: Garoto e  Dilermando Reis (violonistas), Jacob do Bandolim (bandolim), Waldir Azevedo (cavaquinho) e Altamiro Carrilho (flautista).

Da geração mais recente, alguns nomes se impõem: Egberto Gismonti (piano, sintetizador, violão e flauta), Hermeto Paschoal (toca tudo, até o que inventa), César Camargo Mariano (piano), Duo Fel, Raphael Rabello , Yamandu Costa, Sebastião Tapajós, Toquinho e Paulinho Nogueira (violão), Armandinho (bandolim e guitarra), Hélio Delmiro e Haroldo do Monte (guitarra), Sivuca, Dominguinhos e Toninho Feragutti (acordeon).

Como somos, de certa maneira, apaixonados pelo gênero instrumental, vamos continuar esta pesquisa e trazer mais informações aqui neste espaço, levando até você um pouco mais de informação quanto ao tema.

Não abrimos mão de sua leitura no próximo post.

Fontes : Coletânea de Anotações

Fotos : Liga Entretenimento/Divulgação

“DUOFEL”

Na maioria das noites, na TV aberta, tá difícil alguma coisa interessante. Não vou nem citar o que incomoda ou deixa de incomodar porque os incomodados que se retirem, né ? Ponto.

Zapeando, dou de cara com “Tio” Ronnie, dos poucos decentes restantes. É, o Ronnie Von da época da Jovem Guarda, mas que nunca fez parte da dita cuja, segundo ele mesmo. E ele é bom no que faz até hoje, além de cantar : conduzir programa na TV. Bem, deixa pra lá. Quero mesmo é falar de música instrumental, já que toquei no assunto aí em cima.

E música instrumental da melhor qualidade. No “Tio” Ronnie !

Duofel. Conhece o Duofel ? Não sabe o que ta perdendo ! Dois comportados senhores, aparentemente tímidos, discretos e quase sisudos que arrebatam cada segundo do espectador com sua incrível musicalidade.

Autodidatas (segundo eles próprios), começaram a tocar juntos em 1977, em 1985 passaram a acompanhar Tetê Espíndola e em 1989 ganharam o público internacional no Belga Jazz Festival, de Bruxelas, na Bélgica, ao lado de Tetê Espíndola  e Arrigo Barnabé.

Um de seus últimos trabalhos, dentro de sua extensa discografia, é o álbum “Duofel Plays The Beatles”, contendo canções como “Here, There And Everywhere”, “Eleanor Rigby” e “Norwegian Wood”.

No link, Fernando Mello e Luiz Bueno, o Duofel, esbanjando talento:


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O histórico do duo remete ao ano de 1977, quando os violonistas Fernando Melo e Luís Bueno começaram a tocar juntos. 

Em 1985, formaram o duo, que passou a acompanhar Tetê Espíndola. Nesse mesmo ano, atuou ao lado da cantora na interpretação de "Escrito nas estrelas", tendo sido responsável também pelo arranjo da canção que venceu o "Festival dos Festivais" (TV Globo). 

Em 1987, participou do Festival de Música Instrumental de Avaré (SP), classificando-se em 1º lugar. 

Em 1989, apresentou-se no Belga Jazz Festival (Bruxelas), ao lado de Arrigo Barnabé e Tetê Espíndola. 

No ano seguinte, gravou o CD "As cores do Brasil". 

Em 1992, acompanhou Hermeto Pascoal em vários shows pelo Brasil. 

Lançou, um ano depois, o CD "Duofel", contendo composições de Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal e Caetano Veloso, entre outros, e trazendo a participação de Oswaldinho do Acordeon, Duda Neves e Edu Helou. 

Foi contemplado com o Prêmio Sharp, na categoria Melhor Música Instrumental, pela faixa "Do outro lado do oceano". 

Participou, ao lado de Sebastião Tapajós, do "Brazilian Guitar Night", atuando na Alemanha, Áustria, Bélgica e Lichtenstein. 

Ainda na década de 1990, gravou os CDs "Kids of Brazil" (1996), dedicado aos meninos de rua, e "Atenciosamente, Duofel" (1999).

Em 2000, comemorando 20 anos de carreira, lançou o CD "Duofel 20".

Lançou, em 2012, o CD ”DuoFel plays The Beatles”, com canções de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, como “Eleonor Rigby”, “Here, There & Everywhere”, “Norwegian Wood


Paul Newman ​


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“E O JAZZ?”


A origem do vocábulo jazz é bastante controvertida. Há quem diga que vem do nome de algum músico negro, como Jess, ou Chaz (Charles). Outra hipótese é a de que derive do patoá negro da Louisiana. Mas ninguém tem certeza se o radical é de origem francesa ou africana. Ou mesmo se a palavra jazz tem raiz no verbo francês jaser, que significa tagarelar, ou se provém de algum dialeto africano.

Pois bem. Dentro dos limites dos Estados Unidos, New Orleans sempre foi uma cidade muito exótica. Em 1762 a França cedeu a Luisiana à Espanha, que com isso acrescentava mais um pedaço de terra ao império colonial que mantinha nos States, da Flórida até a Califórnia. New Orleans, então, foi cidade colonial espanhola. Em 1800 a Espanha devolveu a Luisiana à França, mas antes que os franceses tomassem posse do território, o mesmo foi comprado pelos Estados Unidos.

Em New Orleans havia um afluxo muito grande da população das ilhas do mar das Caraíbas. Naquela cidade, plantada às margens do Rio Mississipi, desembarcavam os escravos negros das Antilhas e os brancos que fugiam da revolução do Haiti e das Caraíbas. Grande parte da população era composta de escravos, havia muitos negros livres e esses dois componentes deram à cidade a sua característica social peculiar.

New Orleans tinha três rituais de dança exóticos e coloridos : o Baile das Quarteironas – mulheres mulatas -, as danças cerimoniais do vodu e as danças dos negros na Praça Congo, ou Congo Square.

A atmosfera musical de New Orleans era impregnada de ritmos e melodias caraíbas. Segundo Marshall Stearns, foi nesse ambiente de latinoamericanidade, “de fusão de elementos musicais, exótica, não convencional, hídrica, excitante, produto de complexos fatores raciais e culturais vigentes numa sociedade nova a evoluir em condições estranhas” que nasceu o jazz.

Jazz. Hoje, palavra que se tem usado para designar pelo menos uma dezena de diferentes tipos de música, sendo difícil determinar-se que valores permanentes o jazz criou, pois, na realidade, passou a ser um conglomerado de muitas coisas em se tratando de ritmo, intervalos musicais e improvisação,resultando sempre em algo muito vigoroso e criativo.

Na ilustração, o “Satchmo” Louis Armstrong, cantor e trompetista, uma figura gigantesca do jazz, que nasceu em 1900 e faleceu em 1971.

Fontes : Coletânea de Anotações

Foto : Liga Entretenimento/Divulgação

“ATLANTIS PREPARANDO RETORNO”


Uma das bandas de maior destaque na cena musical francana nos anos 70 prepara retorno aos palcos com shows e bailes.

À época denominado “Conjunto Atlantis”, derivado do grupo “The Devils Of Show” , tinha agenda abarrotada em Franca e região além de cidades do Sul de Minas e Goiás. Fizeram parte do super prestigiado time, músicos como José Reinaldo Cassola (cantor), Xerxes Raymundo (Baixista-já falecido), Dinho Duvale (baixista, hoje residente no Chile, onde atua na noite há 25 anos), Nilson Félix (guitarrista), Maurício Roberto (guitarra e teclado), Serginho Souza “Português”(baterista), Cícero de Oliveira (cantor e baterista) e este humilde colunista (cantor).

Rebatizado de “Mirage”, o grupo contou ainda com o guitarrista Luiz Antonio Ribeiro, o “Capetinga”, continuando a todo vapor até meados dos anos 80, quando encerrou as atividades.

Mas como música é veneno difícil de ser extraído das veias, os “madurões” resolveram ressuscitar o “Atlantis”, com o nome de “Atlantis Memories”, contando com o vocalista e pianista Cassola, o guitarrista e vocalista Luiz “Capetinga” e o baterista Serginho “Português”, das formações originais, somados ao baixista Jatir e o tecladista André Guaraldo. Os ensaios acontecem no maior afinco e já tem baile programado para o lançamento. Os “meninos” prometem repertório bastante amplo e abrangente.

O grupo vem sendo assessorado pelo consagrado cabeleireiro e também músico e produtor Marco Antônio Silva, o Japa.

Na ilustração, uma “canja” no extinto Restaurante Ranchão, nos idos anos 70. Da esquerda para a direita : Cassola, Serginho, Xerxes, eu, Nilson e Maurício. À frente, o “lendário” Capadão, fiel acompanhante da banda.

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“BIG BANDS PAULISTAS”

No último dia 1º aconteceu no Teatro Municipal de Franca o lançamento local do livro Big Bands Paulistas, de autoria de José Ildefonso Martins e José Pedro Soares Martins.

Eu como entusiasta do estilo e ex-integrante de duas dessas big bands, posso afirmar que fiquei emocionado com o que foi apresentado no evento. Inclusive, com a performance da Orquestra Sul América, de Jaboticabal, a única remanescente entre as grandes dos chamados anos dourados, do interior paulista.

Fruto de intensa e minuciosa pesquisa, o livro nos faz viajar através das histórias das orquestras de baile, que acabaram por desempenhar importante papel na vida social das cidades do interior do estado de São Paulo. E, quem viveu esse período, há de se lembrar do tamanho da importância de um baile como evento social em nossas cidades.

Enfoque muito especial pra querida Orquestra Laércio de Franca, fundada e conduzida pelo nosso saudoso maestro Laércio Piovesan, uma das mais consagradas entre as grandes do cenário, a qual tive a honra de integrar no início dos anos 70.

Contribuíram para o brilho do evento a presença e depoimentos do músico Miroel Piovesan, irmão e inseparável companheiro do maestro, verdadeiro cobra do sax-barítono, clarinete e flauta.

Com a devida autorização de um dos autores, José Ildefonso Martins, vamos nos valer de muitas informações contidas no livro ao abordarmos o assunto bandas de baile, nesta nossa modesta coluna. Mas o bom mesmo é ler o livro na íntegra! Um primor !

“Big Bands Paulistas”- Histórias de orquestras de baile do interior de São Paulo, Edições SESC São Paulo.

Na foto, José Ildefonso Martins, este colunista, Miroel Piovesan e Anaí Piovesan, filha do maestro Laércio de Franca.

E não posso deixar de agradecer pela foto e elogiar ao sempre magnífico trabalho ao “Mago” DÉLZIO MARQUES.

“JOSÉ ANDRADE PREPARA MAIS UM CD”

E tenho a honra de estar mais uma vez entre os escalados pra interpretar obras do talentoso e incansável advogado-compositor que já foi presidente da Academia Francana de Letras, em mais um CD com letras e músicas de seu vastíssimo repertório. Desta vez fui incumbido de colocar voz em três de suas criações.

No Estúdio Marcos Prado, dirigido pelo mais que competente músico, arranjador e produtor, estão sendo realizados os trabalhos de gravação, mixagem e masterização com previsão para conclusão dentro das próximas semanas.

Andrade já tem gravados dois CDs : “Canto de Aprendiz” e “Ópio do Povo”.

Para a realização deste ora em andamento, denominado provisoriamente de “Réstia de Luz”, o autor convidou entre outros, o flautista, saxofonista e clarinetista Miroel Piovesan, o pianista e tecladista Gil Reis, além de Ronaldo Sabino, Feijão, Don Antena, Leninha, Natalina e Saulo Couto.

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“TRISTEZA”


Abriu-se um enorme vazio na música brasileira. Em pleno sábado de carnaval, 10 de fevereiro último, faleceu no Rio de Janeiro um dos mais consagrados compositores de samba. Nilton de Souza foi o autor de “Tristeza”, um dos maiores sucessos dos últimos anos, tendo sido contemplado com mais de 586 gravações aqui e pelo mundo afora, segundo o Dicionário Cravo Albin. Quem é que não cantarola “Tristeza, por favor vai embora...” ? O samba foi criado em 1963 em parceria com Haroldo Lobo mas só viria a “estourar” nas rádios e na boca do povo em 1966, através de uma gravação de Ari Cordovil, tornando-se a música mais cantada no carnaval daquele ano. E o sucesso foi tão marcante que Nilton de Souza acabou virando NILTINHO TRISTEZA.

Segundo o próprio cantor e compositor, a canção nasceu após um porre, conseqüência de uma desilusão amorosa. E entre as tantas e tantas interpretações que ganhou, uma das mais conhecidas é a versão de Jair Rodrigues. Mas na lista entram outra gravação de Jair, ao lado de Elis Regina, Elizeth Cardoso, Toquinho & Vinícius de Moraes, Wilson Simonal, Orquestra Paul Mauriat, Sérgio Mendes, Oscar Peterson, Astrud Gilberto...Bem, são mais de 586, não ? Então, a lista não caberia aqui, por certo.

Em 1971 compôs o samba-enredo “Barra de Ouro, Barra de Rio, Barra de Saia”, com Zé Catimba, para a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. Para o Bloco de Samba Cacique de Ramos escreveu no mesmo ano, com João Nogueira, “Chinelo Novo”, gravada pelo próprio João e também por Emílio Santiago.

Em 1989 Niltinho compôs para a Imperatriz, juntamente com Preto Jóia, Vicentino e Jurandir, o samba colocaria a Escola em 1º lugar no grupo 1ºlugar no desfile daquele ano: “Liberdade, Liberdade, Abre as Asas Sobre Nós”.

Ao todo, Tristeza tem mais de 150 músicas gravadas.

Pois bem, a lacuna deixada por sua morte é consideravelmente grande.

“...Quero voltar aquela vida de alegria/ Quero de novo...cantar !”

“TÁCIO FIGUEIREDO : TALENTO NO PALCO E NA SALA”


Coisa boa, quando a gente vê gente que veio depois da gente e vira gente grande (ufa!) no ofício que abraça e se propõe a seguir vida afora.

É o exemplo de um cara que tenho no maior conceito, tanto profissional como pessoal: Tácio Figueiredo.

Um dia, há algum tempinho, fui convidado pra ver dois meninos que iriam se apresentar num restaurante bem freqüentado na noite de Franca e confesso que torci o nariz pensando logo se tratar de mais uma dupla de aventureiros entusiasmados com a possibilidade de fazer sucesso, começando na noite apoiados pelas famílias. Fui. As famílias estavam em peso! E quebrei a cara ! Eram dois moleques “arretados” ! Não muito tempo depois, estavam brilhando. Cada um no seu segmento, é verdade, mas brilhando muito, e tenho a alegria de tê-los no meu rol de amigos. Pois bem, os meninos eram Diego e Tácio Figueiredo. E é justamente a este que quero reverenciar aqui, pela competência e dedicação, nos palcos da vida e junto a seus discípulos em sala de aula.

Tácio é daqueles caras que marcam pela sua forma de passar aos companheiros de jornadas musicais seus conhecimentos e maneira de enxergar a realidade da vida. Coisa que faz também com seus alunos. Exigente e simples ao mesmo tempo, sempre se aprimora em diversos gêneros musicais, rompendo barreiras e repassando aos que dele se acercam o resultado de sua aplicação.

Após atuar junto a grandes nomes da música de nossa região, hoje está a todo vapor desenvolvendo projetos que envolvem duas bandas. Uma delas é a “WALK”, formada há algum tempo e que, após uma pausa iniciada em 2016, volta com muito gás, como dizemos no meio musical, “pra estrada”, com shows recheados do mais puro classic rock, focando, principalmente, trabalho autoral, visando o lançamento do seu primeiro álbum. O grupo é composto por Tácio Figueiredo(guitarra), Rafael Reis(vocal), Rodrigo Malta(baixo) e Glênio Salerno(ex- Edinho Santa Cruz, bateria).

O outro projeto envolve , além do próprio Tácio, o também guitarrista e vocalista Joaquim Neto, o baixista e vocalista Tiago Vioto e o baterista Anderson “Homim” Garcia, estes últimos, conhecidos por sua participação na banda “The Wanteds”. Trata-se da banda “BEAT BROTHERS”, cuja proposta é levar ao público a “nata” do som dos Beatles e os clássicos do rock de todos os tempos.

E Tácio não para. Seu envolvimento com a educação musical é grande. Há anos dedica-se com afinco a seus alunos de guitarra e violão, não fazendo distinção entre instrumentistas avançados ou principiantes no que diz respeito a passar ensinamentos. Muitas “cobras” do violão e da guitarra já passaram por suas mão e cito, com muito orgulho e agradecimento, meu filho Zûk Chagas, integrante da “Fita Crepe”, como exemplo de “crias” do Tácio. E todos os que passaram por suas mãos têm sempre para com ele uma enorme gratidão e admiração.

E, já que estamos despertando interesses, anotem aí: [email protected] pro seu contato. Com toda a certeza, o lado professor de Tácio Figueiredo será uma enorme chave pros seus conhecimentos musicais, em se tratando da execução da guitarra e/ou violão.

Falei! Tácio Figueiredo, músico, educador e gente, como a gente gosta de conhecer e ter sempre do lado, vida afora!

“CANDEEIRO PIZZA BAR”

Chegou ao fim na quinta-feira que antecedeu o Carnaval nossa temporada no Candeeiro Pizza Bar.

Queremos aqui agradecer ao grande amigo Marcílio Garcetti, proprietário da casa, pela confiança em nosso trabalho musical e, de maneira muito especial, a todas as pessoas que nos prestigiaram, comparecendo e nos levando seu incentivo e carinho.

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“SÉRGIO SAMPAIO”

Voltando ao assunto : Sérgio Sampaio, classificado juntamente com Tim Maia, Raul Seixas e alguns outros como sendo um dos compositores “malditos” da nossa música, viveu pouco e produziu, digamos, bem. 

Deixando a carreira de radialista em sua terra, Cachoeiro do Itapemirim, mesma cidade natal de Roberto Carlos, filho de Raul Gonçalves Sampaio, maestro de banda e compositor (é de sua autoria Cala a Boca, Zébedeu), veio a conhecer o sucesso no Rio de Janeiro, pelas mãos de Raul Seixas, de quem se tornou grande amigo. Ao lado de Raul, lançou, em 1971, o álbum “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão Das 10”, do qual participam Miriam Batucada e Edy Star. Compôs músicas de relativo destaque na época, gravadas pelo Trio Ternura, José Roberto, Renato e Seus Blue Caps e Tony e Frankie. Seu primeiro “compacto simples” contendo as músicas “Classificados nº 1” e “Não Adianta” não chegou a ser muito conhecido, até que, em 1972, lançou “Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”, música participante do IV Festival Internacional da Canção,  alcançando projeção nacional e tornando-se um dos maiores sucessos do carnaval de 1973, valendo-lhe o Troféu Imprensa como revelação de 72, na Rede Globo, quando lá ainda trabalhava Sílvio Santos. O tamanho do sucesso da música assustou o compositor e cantor, que se tornou arredio e paranóico, quase abandonando a carreira.

Após alguns discos gravados, incluindo-se “Meu Pobre Blues”, afastou-se das atividades artísticas. Boêmio por natureza, viria a enfrentar diversos problemas de saúde, caindo no ostracismo e, retornando às lides, suas apresentações ficaram restritas apenas a pequenas apresentações no circuito universitário e pequenos bares e boates. 

Entretanto, sua obra acabou por ser incluída entre as mais admiráveis no contexto da música brasileira. Futurista à sua época, suas composições incursionam por vários estilos, indo do samba ao choro, passeando pelo rock’n’roll e o blues, chegando às baladas românticas e, às vezes, ásperas. A poética de suas criações traz elementos de Augusto dos Anjos e Kafka, de quem era leitor e admirador.

Entre algumas de suas notáveis canções podemos destacar ainda “Pobre Meu Pai”, “Viajei de Trem”, “Velho Bandido” e  “História de Um Boêmio (Um Abraço no Nelson Gonçalves)”.

Diz-se que teria participação na autoria de “Cowboy Fora Da Lei”, sucesso de Raul Seixas, sendo esquecido por este ao registrar os créditos da música, mas perdoado por Sérgio, pelo erro.

Em 2006,Sérgio Natureza, cantor e compositor e amigo íntimo de Sampaio, organizou e gravou o disco de tributo “O Balaio do Sampaio”, com produção de Zeca Baleiro e contando com participações do próprio Zéca, Eduardo Dusek, Chico César, Lenine e vários outros artistas.

Sérgio Sampaio faleceu em 1994, com pancreatite, no Hospital IV Centenário, em Santa Tereza, Rio de Janeiro, aos 47 anos.

“CANDEEIRO PIZZA BAR”

Está chegando ao fim nossa primeira temporada com  o show “Releituras”.  Acontece nesta quinta, dia 8, nossa última apresentação no “Candeeiro”, a partir das 20 horas.

Queremos reiterar nossos agradecimentos a todos os amigos que  têm nos honrado com suas presenças, nos prestigiando e incentivando. 

E, claro, nesta quita-feira, não abrimos mão de sua companhia !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano.

Franca – SP.

BENY CHAGAS MUSIC SHOW

Mais Brasil FM – 101,3 Mhz – Franca, SP : sábado e domingo às 10h.

radionovaip.com.br – Ribeirão Preto - SP : diversos horários aleatórios

ponto1000-Brasil.com – Ribeirão Preto - SP : Sexta 22h, Sábado 10h e 22h e Domingo 12 e 22h.

portalmusicalfranca.com.br – Franca – SP : Domingo a Sexta 18h e Sábado 19h.

Rádio Viva Manaus – Web Rádio Studio Y – Manaus – AM – Domingo 18h (20h Brasília).     

Envie suas sugestões para inclusão nos roteiros de programação: (16) 3017-2030, whats app 

(16) 9 8192-6052 e-mails:  [email protected][email protected]s.com.br


*Esta coluna é semanal e atualizada às segundas-feiras.

MAIS SOBRE A MÚSICA

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“EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA”

Noite dessas tive a honra de receber a ilustre visita de meu amigo Ulisses Martins Minicucci, acompanhado da família, prestigiando minhas “Releituras”, no Candeeiro Pizza Bar.

Ulisses Minicucci, além de outras elogiáveis atividades, tem tempo pra ser músico (entenda-se cantor, instrumentista e compositor) dos mais laureados no cenário francano, além de já ter produzido e apresentado um dos mais marcantes programas de TV em Franca.

É dele a consagrada “Fim de Carnaval”, em parceria com o saudoso Mazzo Rodrigues Alves, uma das músicas francanas mais cantadas em carnavais em toda a região.

O ilustre visitante me fez lembrar de uma inesquecível apresentação deste humilde colunista metido a cantor, num certo show musical realizado no longínquo ano de 1972, o “Fransom”, época em que eu integrava o não menos consagrado e inesquecível “Conjunto Atlantis”. Naquela noite interpretei uma recém lançada composição de Sérgio Sampaio, intitulada “Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”. Ainda meio desconhecida (só músicos como o Ulisses, antenado nas novidades, a conheciam), despertou a atenção da platéia e, graças a Deus, acho que não fiz feio. Tanto que marcou pro meu amigo músico que me intimou a reprisá-la nessa noite no Candeeiro. E consegui me lembrar de letra, harmonia e música. E ficamos satisfeitos !

Mas, e Sérgio Sampaio ? Quem é ele? Quem foi ele? Cadê ele ?


Sampaio é um dos mais genais compositores que já surgiram na MPB, apesar de, hoje em dia, poucos se lembrarem dele. Além de “Bloco na Rua”, Sampaio, tem composições que nos remetema diversos estilos musicais e poéticos. Dono de uma curta mas consistente e produtiva carreira é elogiado por gente do naipe de Erasmo Carlos, Chico César, Zizi Possi e Lenine entre outros grandes nomes da atualidade.

Vou aplicar um truque aqui : vou te convidar pra ler esta coluna semana que vem, quando vou falar um pouquinho a respeito do autor e cantor e de algumas de suas criações.

Posso te adiantar que o cara é afilhado musical de Raul Seixas e é tido como um dos “malditos” da música brasileira. (Coisas da crítica..!)

Por enquanto, vai aqui um trechinho da música-título desta coluna, que cantei e que são de autoria de Sérgio Sampaio :

“Há quem diga que eu dormi de touca/ que eu perdi a boca/ que eu fugi da briga/ Que eu caí do galho/ e que não vi saída/ Que eu morri de medo quando o pau quebrou...”

“VALORES FRANCANOS”

Reginaldo de Alencar, Ito, Tarciso de Oliveira, Juvenil da Lapa, Gato Naldi, Pirola Chicaroni, Anchieta de Freitas, Pitoco, The Devils of Show, Atlantis, Os Milionários, Conjunto Astral...Alguém aí sabe a respeito ?

São ícones da música de Franca, encravados na memória de muita, muita gente !

Estamos pesquisando pra escrever aqui a respeito desses que são verdadeiros pioneiros no cenário musical desta cidade. Muitos se lembram. Muitos precisam conhecer. Aguardem só mais um pouquinho...

“CANDEEIRO PIZZA BAR”

Está chegando ao fim nossa primeira temporada como show “Releituras”. Temos ainda mais duas apresentações : dias 1º e 8 de fevereiro.

Não podemos deixar, de forma alguma, de agradecer, indistintamente, a todos os que têm nos honrado com suas presenças, nos prestigiando e nos incentivando todas as quintas-feiras.

Nossa apresentação acontece a partir das 20 horas.

Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano.

Franca – SP.

BENY CHAGAS MUSIC SHOW

Mais Brasil FM – 101,3 Mhz – Franca, SP : sábado e domingo às 10h.

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Rádio Viva Manaus – Web Rádio Studio Y – Manaus – AM – Domingo 18h (20h Brasília).

Envie suas sugestões para inclusão nos roteiros de programação: (16) 3017-2030, whats app

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MAIS SOBRE A MÚSICA

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“ONDE ESTÃO OS TAMBORINS”


História curta e grossa de um samba. Carnaval taí, pertinho, daí, a gente tem vontade de se ligar no assunto e acaba achando algo bem interessante porá quem é amante das curiosidades da MPB.

Era véspera do carnaval de 1946 e a tradicional escola de samba Mangueira estava quieta, silenciosa. Às escuras, sem qualquer sinal de animação. Tal cena comoveu o compositor Pedro Caetano (1911-1992), que sacou de lápis e papel e se pôs a escrever um samba cuja letra reclamava do marasmo que a escola atravessava na ocasião, vivendo somente de glórias passadas.

Reclamava também da ausência dos sambas de Cartola, na época, sumido do morro.

Lançado um ano depois pelos “Quatro Ases e Um Coringa”, “Onde Estão Os Tamborins” seria ao grande samba do carnaval de 1947.

“Mangueira, onde é que estão os tamborins, ó nega ?/ Viver somente do cartaz não chega/ Põe as pastoras na avenida, Mangueira querida...”

Nos  idos dos 70, a cantora Célia trouxe novamente à baila o lindo samba de Pedro Caetano.

Sobre o autor, posso te dizer que assinou mais de 400 composições, entre marchas, sambas, valsas e choros, principalmente na chamada “Era do Rádio”. Apesar de ser comerciante de sapatos por profissão e não ter se dedicado única e exclusivamente à música, teve como parceiros Claudionor Cruz, Pixinguinha, Walfrido Silva, Alcyr Pires Vermelho e Noel Rosa.

Seu primeiro samba de projeção foi composto aos 22 anos com o título de “Foi Uma Pedra Que Rolou”. Lançado em 1934 por Sílvio Caldas no Programa Casé, um dos tesouros do rádio na época foi gravado alguns anos depois pela dupla Joel e Gaúcho.

Outro samba de sua autoria ficou muito conhecido através da voz de Elis Regina : “É Com Esse Que Eu Vou”.

E os tamborins..? Onde estão ?

Pra você apreciar, no link, a cantora Célia e um pequeno trecho de “Onde Estão Os Tamborins”. 

 “TUNICO, O MAGNO”

Ele tem estrada. Tem história. Tem tarimba e maturidade profissional. Músico dos mais competentes, passeia com naturalidade pelas diversas praias sonoras, pricipalmente pela Música Popular Brasileira de qualidade. Escutar o violão e a voz de Tunico Magno traduzindo os sentimentos de Paulinho da Viola, Cartola e outros mestres do nosso cancioneiro é muito prazeroso.

Sozinho ou bem acompanhado, não deixa nada pra ninguém. Sabe tudo, o menino.

Da última vez que o vi nadando de braçada nas águas da boa música, estava acompanhado do percussionista Gabriel Capel. Som na medida !

Por uma série de razões e qualidades, principalmente as musicais, Tunico Magno é daqueles que a gente recomenda e assina embaixo.

Ele é grande e importante no cenário. É Magno. É meu amigo TUNICO !

“CANDEEIRO PIZZA BAR”

Continua nossa temporada com o show “RELEITURAS”, no Candeeiro, toda 5ª, a partir das 8 da noite. Entre os nossos “revisitados” estão Wilson Simonal, Johnny Rivers, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Bee Gees, Paulinho da Viola, Lulu Santos, Wando, Jota Quest, Blood, Sweat & Tears, Milton Nascimento,Benito di Paula, Norah Jones, Tom Jobim, Vinícius, Toquinho, Secos & Molhados, Rita Lee...E por aí afora. Apereça por lá. Não abrimos mão de sua presença !

O “Candeeiro Pizza Bar” fica na Av. Dr. Antonio Barbosa Filho, nº 809 – Jardim Francano.

Franca – SP.

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