MARSALA... um italiano com toque inglês

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Marsala, mais um vinho que o acaso transformou e nos presenteou.

Um importador de vinhos para a Inglaterra, nascido na Sicilia, foi o responsável pelo surgimento deste vinho.

Este importador, chamado John Woodhouse, estava indo Mara Mazala Del Vallo na Sicilia, quando uma tempestade o forçou parar no porto de Marsala.

Já que estava em um lugar ainda desconhecido pelos apreciadores de vinho, entrou em um comércio e pediu o melhor vinho local. Foi então que tudo começou, o produto oferecido foi muito apreciado e lhe parecia uma boa idéia leva-lo para aInglaterra.

O comércio de vinhos fortificados já era bom negócio na época e o importador já tinha bons negócios com Jerez e Vinho do Porto.

Então comprou 50 barris e para não perder o produto durante a viagem resolveu adicionar conhaqueao vinho. Para sua surpresa, o vinho que chegou ao porto inglês era bem superior ao que tinha degustado no lugar. Então, comprou toda a produção dos pequenos camponeses e depois iniciou a sua própria vinícola.

As uvas usadas para produzir o Marsala são das variedades locais, as brancas Catarratto, Grillo, Inzolia e Damaschino, e as tintas Pignattello, Nero d’Avola e Nerello Mascalese.

As variações de estilos do Marsala são seco, médio (semiseco) e doce, e ouro, âmbar e tinto.

Um vinho que teve o seu auge, hoje tem o seu nome relacionado a pratos de culinária, incluído as sobremesas. Mas também devem ser apreciados os secos com aperitivos, castanhas e queijos azuis por exemplo, e os doces com sobremesas e chocolates.

Seu Vinho Suas Regras

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A “Vinhos do Brasil” acaba de lançar uma campanha para desmistificar as regras do vinho.

A ideia da campanha é não se importar com padrões , mas apreciar a bebida do seu jeito, como você achar melhor.

Segundo o site da Vinhos do Brasil:

“Seu vinho, suas regras” é um convite à liberdade, uma nova forma de explorar o vinho, um movimento do Vinhos do Brasil para quebrar todos os paradigmas desse universo. Porque, quando o assunto é vinho brasileiro, quem dita as regras é você.

Assim que vi o vídeo, um deles, não resisti em falar sobre . E depois mais dois amigos e uma amiga me enviaram, era a confirmação que eu precisava, valeu Evandro, Isabella e Marquinho.

Não teve jeito, tive que fazer um post sobre isto.

A primeira campanha que traduz o que muitas pessoas do “Mundo do Vinho” já falavam.

Não sou contra as regras, se elas ajudarem, mas se forem para complicar, esquece.

As boas regras ajudam, foram criadas para apreciar tudo que o vinho pode oferecer, mas não vamos perder o momento, né?

Se você estiver com vontade de tomar vinho e não tiver taça, vai ficar “na vontade”?

A única regra a não ser quebrada é sobre a qualidade do vinho, afinal você está tomando este vinho.

Até que enfim fizeram uma campanha para o consumidor, para a diversidade de consumidores que tem o Brasil.

Aproveite a Vida...

Aproveite os bons momentos...

Parabéns Ibravin!!!

Parabéns a todos que participaram deste Grande Ideia !!! Sucesso...


Os sabores e aromas de Portugal mais pertos do Brasil

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A cultura de vinho do Brasil não chegou com os portugueses, e sim com os italianos, que chegaram bem depois.

Provavelmente por isto a nossa cultura de vinho seja tão nova, levando em consideração os países colonizados pelos espanhóis. Assim como o consumo de vinho , que perde para outros países da America Latina e Europa.

Mas agora o Brasil está “tirando o atraso” e descobrindo os sabores e aromas de Portugal através dos seus vinhos que vêm dos diversos e riquíssimos terroir.

Uma pesquisa realizada coloca Portugal como o segundo maior exportador de vinhos para o Brasil, ficando atrás do Chile e surpreendentemente passando a Argentina, que ficou em terceiro lugar , seguida pela Itália, Espanha (outra surpresa) e França.

Sim, agora é hora do Brasil descobrir Portugal.

Já escrevi sobre vinhos portugueses aqui e nunca me canso, porque vale muito a pena, cada garrafa uma nova descoberta.

Pode ser do mesmo terroir, mas por exemplo no Douro o corte de uvas pode ser diferente ou mesmo a produção com a característica de cada vinícola. Além dos vários terroir como Douro, Dão,Vinho Verde, Alentejo, Bairrada,temos ainda os vinhos licorosos e fortificados como o Vinho do Porto, Madeira e Moscatel de Setúbal.

Sempre que abrir uma garrafa de um bom vinho português, tenha certeza que será uma ótima experiência. Mas lembre sempre que um bom vinho não vai aparecer na promoção por um preço abaixo do razoável, afinal, ali está o trabalho de pessoas, impostos, lucro e o vinho.

Então, vamos degustar os sabores que Portugal envia ao Brasil?

Madeira... um português que vale a pena conhecer

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O vinho Madeira ou da Madeira é um vinho fortificado que vale muito a pena conhecer.

Muitas vezes confundido com o Porto, o vinho Madeira não é melhor nem pior, mas diferente, único e tão bom quanto.

Esta dúvida sempre aparece, qual o melhor? Impossível comparar, os dois são vinhos fortificados e portugueses, mas para por aí. São produzidos com uvas diferentes, de maneira diferente, assim como o terroir que também é muito diferente.

Impossível não copiar a explicação de site http://www.vinhomadeira.pt/home-1.aspx,sobre o vinho Madeira:

Bem-vindo ao Vinho Madeira

Cores ricas e impressionantes que vão do âmbar ao dourado, aromas envolventes que se revelam num bouquet rico e harmonioso: baunilha, caramelo, caril, frutos secos, figos passados, canela… Sabores únicos que nascem numa atlântica e deslumbrante ilha com nome de um Vinho: Madeira!

Descoberta pelos portugueses, em 1479, a Ilha da Madeira logo depois já foi colonizada e teve a introdução de vinhedos, onde se adaptaram muito bem. Se olharmos o mapa , esta ilha fica mais perto do Marrocos que de Portugal, o motivo de um terroir ainda mais diferente.

O terroir formado pelo relevo acidentado, o que possibilita vários microclimas , especifico por ser uma ilha, imprime ao vinho um sabor único, que tem como base as uvas Sercial, Verdelho, Boal, Malvasia(também conhecida por Malmsey), Tinta Negra Mole, Terrentez e Bastardo.

A maneira que é produzido, com aquecimento continuo do vinho fortificado em barricas abertas, carameliza os açúcares e oxida o vinho, o que dá o sabor característico, que depois ainda passam por maturação em barricas finalizando a complexidade desta bebida.

Com este processo um tanto diferente dos demais vinhos, o Madeira é o vinho que pode ser guardado indefinidamente depois de aberto, sem perder as suas características.

Claro que este processo não foi inventado do nada, como os outros , foram “acidentes” que aconteceram e os bons entendedores se aproveitaram. Provavelmente isto aconteceu durante as longas viagens de navio dos desbravadores, onde se levava vinho nas caravelas. Para ser bem rápida na explicação, o vinho que “ia” era de qualidade inferior ao que “voltava”, então descobriram que o processo de aquecimento acontecia durante a viagem. Aí foi só aprimorar e ter um grande vinho.

Podemos encontrar quatro estilos de Madeira, Sercial(moderadamente seco, Verdelho(mais seco), Bual(meio seco )e o Malmsey(doce)

Se você gosta de degustar sabores diferentes , esta é uma ótima oportunidade. Vai descobrir que além das belas paisagens e das toalhas bordas, a Ilha da Madeira tem sabores únicos e muito interessantes.

Queijos, vinhos e frio...

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Poucas coisas dão tão certo com o frio quanto vinhos e queijos. Uma combinação que já é clássica e sabida pelos apreciadores de vinho.

Muitas vezes complementadas com frutas, castanhas e embutidos, como salames, copas e presunto cru, a tabua de queijos é uma ótima opção para reunir os amigos no inverno. Eu faço uso desta combinação o ano todo, mas no inverso o clima frio deixa este tipo de comida mais aconchegante.

Assim como o Fondue, que pode ser feito de carne, queijo ou chocolate e também combina com vinho e inverno.

Mas hoje vamos falar de algumas harmonizações com queijos. Podem ser os que usamos nas tábuas de frios ou do fondue.

Lembro sempre que a harmonização é uma sugestão para que o degustador tenha o máximo do sabor do vinho e da comida que está harmonizando, mas se você não gosta de certo tipo de vinho, troque por outro, faça testes... com certeza vai fazer boas descobertas.Quando falo de um tipo de comida ou neste caso queijo, temos variações, o que pode mudar o sabor , para mais salgado, ou mais gorduroso. No caso das comidas dependendo da região usam um tempero diferente ou mais pimenta, ou até mesmo fazem de maneira diferente. Por isto a harmonização deve ser vista com um teste que deu certo... e aproveite a dica para fazer também outros testes.


Como os franceses são mestres em fazer queijo, combinar o queijo com o vinho foi muito fácil. Pois a França tinha o melhor dos dois e muita história já que a produção de queijo teve grande aperfeiçoamento na idade média, por obra dos monges beneditinos.

E a produção dos dois, vinhos e queijos, apesar de bem diferentes, um derivado de planta e outro de animais , tem um grande ponto em comum : o Terroir faz a diferença. No queijo, o clima e a qualidade do solo onde cresce a alimentação dos animais que produzem o leite interferem no sabor, assim como as leveduras da fermentação e maturação dos queijos.

Mas o nosso assunto é degustar vinhos e queijos, então, segue abaixo algumas dicas:

Para queijos curados e frescos , onde podemos encontrar a mussarela de búfala, ricotas e requeijão, a dica é degustar um bom Sauvignon Blanc e um Chardonnay, que tenham uma boa acidez.

Para os queijos tipo brie e camembert, considerados de massa mole, a dica é degustar com bons espumantes ou com os brancos Gewuztraminer e Riesling.

Já para os queijos macios como gouda e emmental, o ideal são vinhos tintos leves como o Pinot Noir.

Para os queijos duros, onde temos como principais representantes o parmesão e o grana padano, a dica são os tintos encorpados para fazer frente com o sabor acentuado.

E para os azuis onde encontramos o Gorgonzola, a recomendação é para degustar vinhos doces, como o Sauternes e Porto. Estranho? Quem prova, aprova.

E como falei acima, frutas e embutidos são bem vindos nesta festa, acompanhados de pães, que ajudam a limpar o paladar.

O que estão esperando? Chame os amigos e vamos degustar todos estes sabores, jogando muita conversa fora e dando boas risadas.

Criação da Zona Franca da Uva

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Na próxima sexta feira dia 06/07 das 9h as 12h, no Spa do Vinho, Vale dos Vinhedos, acontecerá um debate em audiência publica a criação da “Zona Franca da Uva e do Vinho”.

Se lembrou da Zona Franca de Manaus, está certo. É um projeto de lei do deputado Federal João Derly (REDE-RS), para a redução de impostos de produtos derivados da uva . Segundo a explicação do site do próprio candidato:

“O projeto de lei

A criação de uma Zona Franca do Vale dos Vinhedos propõe a instalação de um regime tributário especial, restrito às atividades da cadeia vitivinícola do Vale dos Vinhedos, para que haja uma redução da desvantagem competitiva trazida pelos altos impostos. Esse regime será semelhante ao vigente na famosa e consolidada Zona Franca de Manaus, porém com algumas diferenças, já que será aplicado apenas às etapas do plantio e da colheita das uvas e à produção, ao engarrafamento e à venda dos vinhos. Para o deputado essa será uma alternativa oportuna, que permitirá o fortalecimento da vocação da vitivinicultura e do enoturismo da região, com os evidentes reflexos positivos para os Municípios e o Estado, em termos de geração de emprego e renda.”

Sinceramente, espero que este projeto seja bom para toda a cadeia de produção e venda dos vinhos assim como os derivados de uva. Beneficiando o consumidor final como parte importante deste mercado.

E que sirva de exemplo para outras ações que possam melhorar todo o mercado de vinho .

Torcendo desde já.

Comprei um vinho barato... Fiz um bom negócio?

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Esta pergunta sempre aparece quando a conversa é sobre vinho. Muitas vezes a segunda parte, “Fiz um bom negócio”, vem como afirmação e com um certo orgulho, ou até mesmo um ar de esperteza.

Bem, neste caso a resposta pode ser variada, e depende de vários fatores. Alguns deles são: onde comprou, era uma promoção, qual o tipo de vinho, de onde vem, qual a safra, você conhece este vinho, já degustou alguma vez.

Não quero ser desmancha prazeres, adoro encontrar vinhos mais em conta. Estes dias mesmo estava em São Paulo e encontrei um vinho do Priorato que “estava namorando” faz muito tempo. Não era pela metade do preço, mas com um bom desconto. Neste caso certifiquei a idoneidade do lugar, pois conheço pessoas que compram vinhos lá e era visível pelos outros rótulos que os preços tinham um condição melhor que o normal, provavelmente fruto de uma boa negociação na compra.

A primeira coisa que devemos pensar, quando encontramos vinhos muito baratos na prateleira de uma loja é que ninguém vende vinho sem visar lucro, mas alguns realmente passam da conta. Este vinho que você esta vendo, passou por vários processo, pagou impostos, no caso do Brasil... muuuitos e caros impostos. Ali está o custo da produção, desde o preparo da terra, os funcionários, a produção, o valor da garrafa, da rolha(ou outro tipo de tampa), o rótulo, o lucro do produtor, o armazenamento, o transporte, o lucro da loja e se for importado, o lucro e impostos de importação. Isto para ser bem simples na explicação, pois não colocamos os toneis de carvalho franceses ou americanos, o tempo que fica na adega amadurecendo e envelhecendo antes de ser colocado a venda. Lembrando que alguns vinhos ou espumantes podem ficar 5 anos ou mais na vinícola para estarem prontos,antes de serem colocados no mercado . Achou 5 anos muito? Considere 3 anos, lembrando que um ano é só para produzir a uva, se o clima assim permitir uma boa safra, porque o produtor ainda depende do fator clima que é bem imprevisível e altera toda a sua produção e custos.

Uma boa dica é entender o que coloquei acima... um vinho vendido no estado de São Paulo, que foi produzido em Minas Gerais, provavelmente deve ser mais em conta que um vinho produzido no Rio Grande do Sul ou fora do Brasil. Neste caso, devemos comparar vinhos “semelhantes” de produtores semelhantes. Não adianta pegar um espumante produzido por um processo mais simples e rápido que outro. Ou mesmo o vinho que mencionei de Minas, ser de uma boa qualidade elaborado por um produtor sério e comparar com um vinho chileno feito para vender muito, com paladar duvidoso.

Lembre que onde se produz bons e grandes vinhos, também existem os produtores oportunistas que visam só ganhar dinheiro. A França, a Espanha, a Itália e outros países produtores, assim como o Chile a Argentina e o Brasil tem os bons produtos e os vinhos ruins. O vinho que atravessou o oceano, provavelmente tem mais valor que o vinho que atravessou a fronteira.

Conheço boas lojas e lojas que “vendem gatos por lebres”, o que acho uma falta de respeito com o cliente, assim como supermercados e restaurantes que fazem esta mesma prática.Um vinho com safra antiga que não foi feito para envelhecer (ser vinho de Guarda), provavelmente não está bom, ou mesmo pode estar estragado. As “promoções espetaculares” devem ser vistas com muita atenção e cuidado.

Então, da próxima vez que for escolher um vinho para degustar, lembre destas dicas . Uma frase que já está muito batida mais é a pura verdade...

“A vida é muito curta para tomar vinhos ruins.”

É a sua vida e o seu corpo que estamos falando... abra um bom vinho... chame os amigos... e aproveitem os bons momentos.

E a Copa, combina com vinho???

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Simmm... como já falei outras vezes, vinho combina com celebração, encontro de amigos e alegria. Então a Copa combina com vinho sim.

Mas com qual vinho? Bem, como cada pessoa assiste jogo de maneira diferente, com diferentes tipos de comidas e aperitivos e em horários variados, conseguimos também degustar vários vinhos diferentes.

Vários países que participam da Copa do Mundo, são grandes produtores de vinho. Então, o que acham de fazer um tour pelo Mundo do Vinho guiado pelos jogos da Copa?

Nos jogos dos países produtores, deguste com os amigos um vinho produzido por um dos times que está jogando. E faça a harmonização de acordo com o vinho e o horário do jogo.

Alguns exemplos :

No jogo do Uruguai, um bom Tannat acompanhado de um bom churrasco.

No jogos da Espanha, um bom Tempranillo com Jamon (presunto cru) e tapas (aperitivos) variados.

Portugal, um bom Vinho Verde com Bacalhau, ou Sardinhas na brasa.

Nos jogos do Brasil, comemorar com Espumantes variados, podendo começar inclusive no café da manhã... pode acreditar, fica uma delícia.


E outras várias harmonizações para acompanhar os grandes vinhos da França, Argentina, Alemanha, Austrália...

E nos jogos em que não há países produtores, use a imaginação... traga a Itália para a sua Copa... ou o Chile e a África do Sul. Ou faça um “replay” de um vinho que gostou.

E boa Copa para todos...

Saúde ! ! !

Parabéns Croft... 430 anos nos dando o prazer de apreciar ótimos Vinhos do Porto

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A Croft, uma grande produtora de vinho do Porto, faz aniversário e os apreciadores de vinhos que ganham o presente. Eu adorei a ideia!

A Croft lança um Reserva Ruby de edição limitada, onde serão apenas 100 mil garrafas para 35 países onde o preço de venda segundo informações será de 17,90 euros. Infelizmente com a nossa carga de impostos e a variação do câmbio, o Brasil deve ter um preço diferente.

Segundo as palavras do diretor-geral do Grupo Fladgate que hoje comanda a Croft: “ Celebramos o passado, mas pensamos no futuro” e ainda completa “ O vinho do Porto nunca estará fora de moda”. Assim espero e torço muito.

Fundada em 1678, a Croft é a mais antiga casade Vinho do Porto em atividade.Apesar te ter atravessado tempos tumultuados e difíceis, a Croft quando teve a sua administração mudada , mudou sua trajetória para o sucesso.

O seu reconhecimento vem através dos grandes Portos Vitange, assim como os tawnies e os vinhos envelhecidos em madeira.

Enoturismo... quando o lugar acolhe e o vinho é a estrela

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Segundo a Wikipédia, “Enoturismo é um segmento da atividade turística que se baseia na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e cultura da localidades que produzem esta bebida. O enoturismo envolve o visitante na cultura e nos detalhes da bebida. (VALDUGA, 2011). É uma atividade que não se refere exclusivamente ao espaço rural, há inúmeros roteiros enoturisticos urbanos. Da mesma maneira, o enoturista não é, necessariamente, consumidor de vinhos, é interessado na produção e cultura que poderá se tornar consumidor.

Além de conhecer a história, cultura e tradições do local, o enoturista pode ver o modo de elaboração das viniculturas, com todas as etapas, entendendo o que compõe aquele produto.”

Ótima dica, não acham? Viajar e ainda conhecer e degustar bons vinhos.

Este ano o congresso Latino-Americano de Enoturismo, será realizado no Vale dos Vinhedos, mais precisamente no Hotel& Spa do Vinho (foto acima), do dia 27 a 30 de junho de 2018.

O Congresso Latino-Americano de Enoturismo acontece desde 2010 e o tema deste ano é “ Território, Vinho e Turismo: harmonização que dá certo”

Para os apreciadores do “Mundo do Vinho”, como gosto de chamar, o enoturismo é o programa perfeito para as férias, ou para aquela escapadinha de fim de semana inesquecível. Junto com o vinho, conhecemos culturas diferentes, lugares encantadores e pessoas especiais.

O Brasil tem vários lugares onde podemos fazer enoturismo, como o Vale dos Vinhedos, Os Caminhos de Pedras, Gramado, São Joaquim, Lages, São Roque, Andradas, Vale do São Francisco e vários outros lugares que estão surgindo.

Se tiver um tempinho a mais , aproveite o Enoturismo fora do Brasil, vá para o Chile, Argentina, Portugal, Espanha, França, Itália, tantos outros destinos que com certeza vão te impressionar.

São produtores apresentando os seus produtos e história de diversas formas, começando por degustações, almoços, jantares, um passeio pelos vinhedos e produção, pic nic nas parreiras ou mesmo um ótimo jantar.

Fica a dica para a sua próxima viagem... aproveite!