A influência do clima frio na qualidade do vinho...

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Já se perguntaram por que alguns países produzem vinhos e outros não? Ou por que vinho de alguns países são melhores que de outros?

A resposta pode ser a tecnologia... a cultura ... e o Terroir.

Bem, tecnologia se aprende, cultura se aprende... mas terroir.... conseguimos melhorar, mas impossível mudar o clima de um lugar, correto?

Pois bem, é sobre o frio que resolvi falar hoje. O mesmo frio que atrapalha vários programas, que nos faz pensar nos menos favorecidos (e se puder , por favor, os ajude) tem o seu lado bom. Ou devia falar os seus lados bons... afinal, um prato de risoto ou um prato de massa fica muito melhor com o clima frio, claro que acompanhados de bom vinho.

Vinhedo na região de Champagne

Mas o frio é necessário para algumas plantações, e por vários motivos.

Controlam as pragas, deu para perceber que os chatos , incômodos e hoje em dia perigosos pernilongos sumiram, ou diminuíram bastante.

E algumas plantas nesta época, entram em estado de latência... hibernam, o que é necessário para ter energia para florescer na primavera e produzir melhores frutos, no caso da parreira... ótimas uvas.  Que nas mãos de bons produtores e enólogos se transformam em grandes vinhos.

É nesta época que se faz a poda seca, onde o enólogo e o produtor já direcionam como deve ser a produção do vinhedo de acordo com o vinho que pretendem elaborar.

Como já vimos anteriormente, o vinho começa muito antes da uva chegar a vinícola, e todo cuidado é essencial para um bom resultado final.

Já que o inverno é essencial na produção de bons vinhos, nada mais justo que aproveitarmos brindando com um ótimo vinho.

CHATEAUNEUF DU PAPE...

Um vinho que leva o nome do Papa e que pode ser produzido com 13 variedades de uvas

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O vinho mais conhecido do Vale do Rhône, deve o seu nome a uma residência de verão do Papa. Onde em 1309 o Papa Clemente V  transferiu o Papado de Roma para Avignon por 67 anos.

Provavelmente este acontecimento influenciou a incrementou a produção de vinhos na região, levando uvas que provavelmente não eram locais e especializando as produções.

E sim, são permitidas usar 13 tipos de uvas, o que confere a este vinho uma grande variação de sabores, deixando que o produtor imprima a sua característica. O Château de Beaucastel é um dos poucos que cultivam todas as cepas.

Muitos vinhedos são cobertos por estas pedras... que retêm o calor ajudando no amadurecimento e melhorando o sabor.

Estas 13 cepas são: Grenache, Syrah, Mourvèdre, Cinsaut, Counoise,Vaccarèse, Terret Noir, Muscadin, Bourboulenc, Clairette, Roussanne, Picardan e Picpoul. Apesar de tão vastas possibilidades, a Grenache reina com 75 % da produção. O recente aumento do uso das uvas Syrah e Mourvèdre, atribuíram ao vinho mais estrutura e complexidade.

Só esta informação, já me deixa muito curiosa para degustar vários destes vinhos... você já imaginou fazer uma bebida com 13 ingredientes que se parecem, afinal são uvas, mas cada um com uma característica diferente? Realmente estes franceses são muito especiais no que fazem.

Cada região produz vinhos diferentes e cada região ainda é dividida em sub regiões que imprime a característica a cada vinho. São anos de estudos e cultura para entender cada detalhe desde o solo, a radiação solar, os ventos , as estações do ano e cada tipo de uva.

Os melhores Châteauneuf são de médio corpo, com bouquet de muita fruta vermelha e taninos finos, finalizando com um frescor mineral, e ainda tem boa capacidade de envelhecimento.

Desde 1937 o símbolo acima está nas garrafas de Châteauneuf. Trata se da tiara papal e as chaves cruzadas, que representam as chaves do reino do céu concedida a Pedro, o primeiro Papa, por Jesus.

O Mundo do Vinho é realmente interessante... cada detalhe da história muda toda uma região e faz a produção de vinho ter um grande ícone .

Vamos conhecer mais destas histórias e saborear mais vinhos, conhecendo a característica de cada lugar ?  Chame os amigos, ou aquela pessoa especial... a hora é esta.



Nebbiolo... onde começa o Barolo e o Barbaresco

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Também chamada de Spanna, Prunent e Chiavennasca, a uva Nebbiolo tem origem na região do Piemonte na Itália. E é esta casta que produz dois dos ícones italianos, o Barolo e o Barbaresco.

Apesar de ser uma das últimas espécies de uva a amadurecer, é das que tem a primeira brotação. E além disto tem pouca versatilidade quanto ao terroir, produzindo bons resultados apenas na sua região de origem.

Trata se de um tipo de uva rica em taninos e pobre em coloração. A qual produz vinhos alcoólicos, tânicos , apresentando boa acidez e grande capacidade de envelhecimento.

Mas o resultado quando cultivada em seu terroir, é de um vinho perfeito. Considerado “O Vinho dos Reis e o Rei Dos Vinhos”, o Barolo é o mais famoso vinho elaborado com esta uva, seguido pelo Barbaresco.

O Barolo vinho intenso onde se destacam os aromas de groselha e alcaçuz. Com o envelhecimento os aromas se transformam em buques que lembram o tabaco, couro , alcatrão e frutas negras.

Pode se dizer que a idade só melhora este vinho, com 10 anos os taninos se amaciam e os melhores duram até 20 anos ou mais.

Já o Barbaresco, chamado de “irmão do Barolo”, apresenta taninos mais suaves, lembrando frutas vermelhas.

Este vinho evolui mais rápido , apresentando uma estrutura mais elegante e menos austera que o Barolo.

Um Barbaresco está pronto para ser degustado com 4 ou 5 anos, e o reserva após os 6 anos. Mesmo assim não é aconselhavem deixar passar dos 10 anos, já que sua estrutura não permite o mesmo envelhecimento do Barolo.

São dois ótimos vinhos que combinam com ocasiões diferentes e especiais, cada um com sua característica que os tornam símbolos de seu país.

Com este friozinho... um bom vinho tinto aquece e combina com boa comida e bons amigos.

VINHOS AO MAR

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Vinhos ao Mar – este podia ser o nome de um prato exótico ou mesmo a voz de um marujo assustado com a tragédia de deixar cair algumas garrafas de vinho no mar.... mas, não .

Este é o modo que alguns produtores estão envelhecendo seus vinhos.

Como já aconteceu várias e várias vezes, esta é uma técnica descoberta por acaso... que pelo que já se sabe e ainda vamos descobrir... parece dar certo.

Em 2010 na Finlândia, mergulhadores encontraram de um naufrágio, algumas garrafas de Champagne. Que quando foram abertas estavam perfeitas, inclusive uma delas sendo do século 19.

O Sr. Pierluidge Lugano, produtor de vinho na Italia, também teve esta ideia , quando se deparou com o problema de falta de espaço para envelhecer os seus vinhos.

Os resultados foram tão bons, que vários produtores de lugares diferentes do mundo estão usando esta técnica.

Produtores portugueses do Alentejo, já fizeram e comprovaram a melhoria do sabor e aroma do mesmo vinho que antes eram envelhecidos em adegas.

E em se tratando espumantes, onde o Brasil vem se destacando quanto a qualidade, também um produtor está usando deste conhecimento para melhorar os seu vinho.

A Miolo, é a primeira vinícola brasileira a envelhecer espumantes no fundo do mar.  Já anunciou o seu segundo lote que será o Miolo Cuvée Tradition Branco Brut e ainda revelou que o próximo será o Cuvée Tradition Rosé.  Todos estão e serão colocados no mar da província de Bretagne , na França.

O tempo de “descanso” no mar deve ser de um ano, onde os vinhos se beneficiarão com a escuridão, temperatura, umidade total e pressão constante.

O que esperar destes vinhos? Segundo testes em laboratórios, os vinhos submersos apresentam até 10 vezes mais compostos moleculares, o que são responsáveis pela formação dos aromas e da complexidade dos espumantes, ou seja mais sabores e aromas.

E aí curioso para experimentar uma “obra prima” destas?

Eu estou e assim que tiver mais notícias posto aqui.

Enquanto não ficam prontos e chegam por aqui...

Que tal degustar um novo rótulo hoje? 


EXPOVINIS 2017

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Realizada em São Paulo na última semana, a Expovinis 2017 reuniu produtores, importadores, lojistas, profissionais da área e apreciadores de vinhos.

Esta é a única feira de vinhos que acontece no Brasil que faz parte do calendário mundial de eventos dedicados aos vinhos tintos, brancos, roses e espumantes.

Como acontece todos os anos, esta feira é um termômetro para o mercado de vinho brasileiro.

E este ano não foi diferente, e ainda aconteceram algumas inovações, como a São Paulo Wine Week, a qual falei no último post, uma grande ideia ,  outra inovação foi a venda de vinhos em uma loja no próprio recinto da exposição, onde o visitante podia dar continuidade ao clima, levando algumas garrafas para casa.

Sempre que vou neste evento, tenho o prazer de conhecer novos rótulos e degustar bons vinhos. Além de rever amigos, conhecer pessoas interessantes e grandes histórias.

Degustei um ótimo Blanc de Noir da Vinícola Aracuri o qual além do sabor, chamou a atenção pelas nuances levemente rosadas.

Impossível passar por estes rótulos e não parar para degustar. Reconhecido pela qualidade do produtor que nunca deixa a desejar em sabor e aromas. Sempre uma boa escolha – Perez Cruz – Chile.

A Adega Alentejana também mostrou os seus vinhos de qualidade e azeites. A foto acima é da nova garrafa do EA , vinho de entrada da Cartuxa.

Resumindo, foi mais uma boa experiência com bons vinhos e pessoas especiais.

E você, o que acha de juntar bons vinhos e amigos para boas conversas e grandes risadas? Aproveita...



Amarone... o grande vinho do Vêneto

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Vêneto é uma das regiões da Itália que mais produzem vinho, e é de lá o famoso Amarone.

Entre os grandes vinhos italianos, o Amarone tem uma das origens mais antigas. Sendo produzido desde o Império Bizantino.

Provavelmente o Amarone se originou de um outro vinho da região que era conhecido pelo nome de Recioto, que era um vinho com açúcar residual , produzido por uvas parcialmente secas. O Amarone surgiu do erro desta produção onde as uvas fermentaram completamente o que resultou em uma bebida seca com grande teor alcoólico, podendo atingir de 14 a 16 graus.

No inicio apenas as uvas do topo dos cachos eram usadas, mas hoje se usa o cacho todo, só descartando as imperfeitas e que não estão maduras.

Depois de colhidas , as uvas secam em estantes por no mínimo 3 meses a temperatura natural com a umidade controlada evitando assim que embolorem. No final deste processo , as uvas ficam com a metade do tamanho inicial e estão prontas para vinificação.

Isto mesmo... o grande Amarone é produzido com uvas semidesidratadas , geralmente das variedades Corvina e Rondinella (típicas da região) e mesmo assim é um vinho seco , muito encorpado com sabores que lembram geleia de cereja, uva passa, doce de ameixa, pétalas de rosa e especiarias.

Este vinho é lançado com no mínimo 2 anos, podendo chegar tranquilamente a 20 anos de conservação. As melhores safras dos últimos anos são 1990, 1995 e 1997.

Harmoniza bem com queijos fortes e pratos potentes, que conseguem acompanhar o caráter do vinho.

 Se você aprecia um vinho encorpado, está aqui uma ótima opção. Chame os amigos e aproveitem.


SPWW... A SEMANA DO VINHO EM SÃO PAULO

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Uma semana dedicada ao vinho e apreciadores...

Na mesma semana que acontecerá a Expovinis 2017, do dia 06 a 08 de junho, acontecera também a  1ª São Paulo Wine Week.

Uma grande ideia para os apreciadores desta bebida que envolve sabores, aromas, cultura e paixão.... bons amigos... boas conversas... bons momentos.

O objetivo é incentivar os consumidores a conhecer e degustar tintos, brancos, roses e espumantes, vindos das regiões vinícolas do Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Africa do Sul, França, Itália e Portugal.

O evento funciona da seguinte forma, os restaurantes participantes oferecerão três taças de vinho a um preço único e diferenciado dos praticados normalmente. Estes vinhos devem ser apresentados separadamente da carta de vinhos com opções desde o mais leve até os mais encorpados e complexos.

Os valores devem variar de R$ 45,00 a R$ 60,00 para cada “trio”, nos jantares de segunda a sexta-feira (dias 5 a 9 de junho) e nos almoços e jantares do sábado e domingo (dias 10 e 11 de junho).

Segue abaixo os restaurantes participantes com detalhes:

Antonietta Cucina

Rua Mato Grosso, 402
Higienópolis
Reservas:
11 3214-0079
antoniettasp.com.br

Bistrô Ville Du Vin

R. Leopoldo Couto Magalhães Jr, 490
Itaim Bibi
Reservas:
4208-6061
villeduvin.com.br

Esquina Mocotó

Av. Nossa Sra. do Lôreto, 1108
Vila Medeiros
Reservas:
11 2949-7049
mocoto.com.br/esquina

Fleming’s

Av. Cidade Jardim, 318
Jardim Paulistano
Reservas:
11 3037-7347
flemings.com.br

Jacarandá Restaurante

Rua Alves Guimarães, 153
Pinheiros
Reservas:
11 3083-3014
jacarandabr.com.br

Jiquitaia Restaurante e Bar

Rua Antonio Carlos, 268
Consolação
Reservas:
11 3262-2366
jiquitaia.com.br

Tonton Restaurante

Rua Caconde, 132
Jardim Paulista
Reservas:
11 2597-6168
tontonsp.com.br

Vinheria Percussi

Rua Cônego Eugênio Leite, 523
Pinheiros
Reservas:
11 3088-4920 / 3064-4094
percussi.com.br

L’Éntrecôte de Paris

lentrecotedeparis.com.br

Itaim Bibi
R. Pedroso Alvarenga, 1135
Reservas:
11 3078-6942

Shopping Cidade Jardim - 3º piso
Av. Magalhães de Castro, 12000
Reservas:
11 3198-9466

Jardins
Rua Min. Rocha Azevedo, 1041
Reservas:
11 3083-4420

Shopping West Plaza - Bloco B
R. Eng. Stevenson, 10
Reservas:
11 3868-2250

Higienópolis
Rua Pará, 210
Reservas:
11 3661-0935 / 3661-1219

Shopping Market Place - Piso 1
Av. Dr. Chucri Zaidan, 902
Reservas:
11 5181-7256

São Caetano do Sul
Al Terracota, 545 Loja 2023
Reservas:
11 42338327

Alphaville
Alameda Madeira, 328
Reservas:
11 33762136

Uma ótima ideia para quem está na cidade de São Paulo nesta semana, e torcendo para ser uma agenda anual.

Mundo do Vinho... Alguns mitos

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Conversando sobre vinho, sempre achamos novos apreciadores e interessados em conhecer este “Mundo de sabores e aromas”.

Mas este “Mundo” assusta e afasta muitos possíveis apreciadores. A pergunta é... Por quê?

Por que uma bebida que existe há tanto tempo e tem a ver com a história da humanidade, que mostra a cultura de cada lugar, pode distanciar pessoas interessadas?

Provavelmente, porque foram criados muitos mitos , porque deixaram distanciar as reais histórias de cada vinho. Porque muitas vezes colocaram este “Mundo” como complicado e inalcançável por meros mortais. Mas esqueceram que o vinho é feito por pessoas. Pessoas que tem história de dificuldades, alegrias, tristezas, muito trabalho e superação.

Por isto escrevo sobre vinho... para mostrar o quanto este mundo é fascinante , descomplicado e muito saboroso. Para que cada vez mais pessoas se interessem, conheçam e entrem para este Mundo.

Seguem então, alguns mitos que devem ser conhecido para não atrapalhar os bons momentos regados a vinho:

- Vinho branco com carnes brancas e vinho tinto com carnes vermelhas.

Esta é uma visão muito simplista de harmonização que as vezes dá certo. O problema não é só a cor da carne, mas como foi elaborada assim como os temperos e acompanhamentos usados nesta elaboração.

- Os melhores vinhos são os de safras mais antigas.

Isto não é regra, para ser um vinho “velho”, o qual chamamos “vinho de guarda”,  tem que ter uma boa estrutura e ser de um bom produtor. Elaborado para envelhecer bem. Do contrario, já é um vinho que pode estar  estragado. São poucos os vinhos que aguentam envelhecimento longo. Só grandes vinhos.

-Vinho novo tem baixa qualidade

Seguindo a dica anterior, existem vinhos para ser tomados jovens e o seu melhor momento é este. É jovem que este vinho mostra todo o seu potencial, aromas e sabores.

-Vinhos do velho mundo são melhores que vinhos do novo mundo

Mito . Onde se produz grandes vinhos também se produz vinhos ruins, isto no Brasil, na Argentina, na França, Itália ou em qualquer outro país produtor.

-Vinhos premiados são os melhores

Caso o concurso seja conhecido pode ser que sim. Do contrário isto é só jogada de marketing. Existem vários concurso que premiam vinho até o preço “x” , mas na propaganda este detalhe é “esquecido”. O ideal é conhecer a seriedade do produtor e se possível do concurso.

Em outros posts já conversamos sobre estes ou outros mitos, mas sempre é bom relembrar, e para não ficar chato coloquei apenas alguns, nos próximos podemos falar mais sobre .

Já que o tempo refrescou... o que acha de conhecer mais um pouco sobre o Mundo do Vinho???

Blanc de Blanc ou Blanc de Noir? ? ?

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O Mundo do Vinho tem vários nomes diferentes e muitas vezes complicados. Mas nem sempre é assim, outros nomes só explicam exatamente o seu objetivo. É o caso dos termos Blanc de Blanc e Blanc de Noir.

Para inicio de conversa, estes nomes são usados para espumantes. E traduzindo ao “Pé da letra” os nomes ficam ‘Branco de branco” e “ Branco de preto” o que significa, um vinho espumante branco feitos com uvas brancas e outro vinho espumante branco feito com uvas tintas. Lembrando que a uva é tinta na casca mas a polpa é clara, por isto conseguimos fazer vinhos brancos de uvas tintas.

As três uvas mais usadas em champagne são Pinot Noir, Pinot Munier e Chardonnay, ainda sendo permitas, mas pouco usadas, as uvas Pinot Gris, Pinot Blanc, Arbane e Petit Meslier.  Destas as tintas são a Pinot Noir e a Pinot Munier, as demais são brancas.

Tipicamente a uva Chardonnay é usada na Blanc de Blanc, 100% desta uva, mas existem alguns produtores que usam as menos conhecidas.

Já na Blanc de Noir  podem ser elaborados de Pinot Noir e Pinot Munier.

A diferença entre estas duas “bebidas dos Deuses” só as faz mais interessantes, a Blanc de Blanc tem leveza, harmonizando bem com aperitivos, frutos do mar , peixes e culinária japonesa.

Já a Blanc de Noir, é mais robusta, perfeita para acompanhar aves , carne de porco , massas e culinária italiana.

Na dúvida entre uma ou outra? Escolha as duas... neste caso só vão agregar, cada uma com um momento diferente.

Além das grandes  casas de Champagne, o Brasil tem ótimos produtores destes Espumantes como Cave Geisse e Casa Valduga.

Espumante e Festa... Tudo a ver!!!

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Este final de semana acontece uma das melhores e mais tradicionais festas de Franca, a 13ª Edição da Festa da Revista Mérito. E com festa impossível não lembrar de espumante.... não existe bebida mais festiva que Espumante.

Como já disse em outros posts... é a bebida que já vem com fogos de artifício... ou estrelas.

O Espumante é tão especial, que combina com uma festa desde a entrada até a sobremesa. Contando com vários tipos para harmonizar com cada evento ou momento diferente. Desde o suave , demi sec, brut, extra brut e nature, cada um combina com a ocasião e os convidados específicos.

Mas na escolha de qual o melhor para cada festa, sempre surgem as dúvidas. Então vai aqui algumas dicas...

Se a festa é muito grande, em número de convidados, o ideal é colocar no máximo  dois tipos de Espumantes ou um que agrade a maioria.

Sim, sempre vai ter reclamações, afinal o gosto de cada pessoa é diferente. Mas mais de dois espumantes pode confundir os garçons na hora de servir, principalmente depois de certa hora. 

Entre os tipos de espumantes , o ideal é escolher o que a maioria gosta, deixando o Extra Brut e Nature para jantares harmonizados e  festas mais restritas com apreciadores desta bebida.

O espumante deve ser de boa qualidade, isto é um respeito aos convidados e que várias vezes ajuda nas boas lembranças e não na dor de cabeça do dia seguinte.

Caso servir Espumante durante toda a festa passe do orçamento, o ideal é escolher o momento certo. Pode ser uma taça de boas vindas ou na hora da sobremesa.

Festa e Espumante é a combinação perfeita...

O importante é escolher um bom espumante  curtir com os amigos e aproveitar cada momento da festa.

Dica: Bons amigos e boas conversas combinam muito bem com  bons Espumantes.