60% dos empresários da indústria aprovam o governo de Jair Bolsonaro

Pesquisa da CNI aponta que apenas 7% avaliam como ruim ou péssimo. Outros 26% acham o governo regular

Postado em: em Política

​Pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgada nesta quarta-feira, 11 de dezembro, mostra que 60% dos industriais brasileiros consideram o governo Jair Bolsonaro ótimo ou bom. Apenas 7% avaliam como ruim ou péssimo. Outros 26% acham que o governo é regular.

O levantamento (íntegra) ouviu 1.914 empresários de todo país de 2 a 10 de dezembro de 2019. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

O governo é mais bem avaliado pelos empresários do Sul. Naquela região, 71% dizem que o governo é ótimo ou bom. Em seguida aparecem o Centro-Oeste (68%), o Norte (62%) e o Sudeste (57%). “A região Nordeste é onde os empresários industriais aprovam menos o governo. Ainda assim, 50% avaliam o governo como ótimo ou bom”, diz levantamento

Além disso, 65% dos entrevistados confiam no presidente e 64% aprovam sua maneira de governar. Na indústria da construção, 69% confiam em Bolsonaro e 69% aprovam a maneira de governar. Na indústria de transformação, 67% confiam no presidente e 65% aprovam sua maneira de governar. Na indústria extrativa, 62% confiam no presidente e 59% aprovam sua maneira de governar.

A pesquisa mostra ainda que as ações do governo nas áreas de relações do trabalho e de juros são as mais bem avaliadas pelos industriais. Entre os entrevistados 64% consideram como ótima ou boa a atuação do governo sobre as relações de trabalho. Na área de taxa de juros, esse percentual é de 63%. A 3ª área com melhor avaliação é a redução da burocracia, considerada ótima ou boa por 47%.

“Felizmente, estamos passando por um período de reformas estruturais, de cunho liberalizante, que favorecerão o retorno da estabilidade macroeconômica, perdida na recente recessão”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. “Essas reformas, em especial as que se destinam a modernizar os regimes trabalhista, previdenciário e tributário, estão sedimentando o terreno para o aumento do consumo, dos investimentos e da produção”, afirmou.

Bolsonaro foi homenageado pela CNI nesta 4ª feira pela manhã, quando foram divulgadas pesquisas com indicadores positivos em relação ao governo Reprodução/Sérgio Lima – 11.dez.2019

INTERESSES DA INDÚSTRIA

Os empresários também têm uma avaliação positiva a respeito das medidas econômicas do governo Bolsonaro. Segundo o levantamento, 75% concordam totalmente ou em parte que as políticas e ações do governo contribuíram para a melhoria da economia em 2019. 73% concordam totalmente ou em parte que a situação econômica estaria pior se não fossem as medidas do governo.

De acordo com a pesquisa, 57% dos empresários consideram que o ambiente hoje é mais ou muito mais seguro para tomar decisões de negócios do que em dezembro de 2018. Quase metade (49%) dos entrevistados avaliam que as políticas do governo Bolsonaro estão alinhadas ou muito alinhadas aos interesses da indústria.

“A indústria brasileira tem a expectativa de que 2020 marcará o início de uma década mais promissora para o país. Iniciativas na direção correta aumentarão a produtividade e a competitividade da economia, com bons resultados para as empresas e os trabalhadores”, disse Robson Andrade.

AVALIAÇÃO DA POPULAÇÃO

A CNI também encomendou uma pesquisa ao Ibope. Nesse estudo, 49% dos brasileiros acham que a economia melhora em 2020. Outros 24% dizem que ficará igual e 24% afirmam que a situação vai piorar. O levantamento ouviu 2.000 pessoas em 127 municípios de 5 a 8 de dezembro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

De acordo com a pesquisa, a população apoia as reformas estruturais e as medidas do atual governo nas áreas econômica e social. A maioria dos brasileiros também concorda com a redução dos impostos e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na contratação de jovens e com as privatizações e concessões na área de infraestrutura.

Na lista dos problemas que vão melhorar em 2020 na opinião dos brasileiros figuram o desemprego, com 30% das citações.

*Poder360

(com informações da Agência CNI)


Artigos Relacionados